terça-feira, 19 de julho de 2016

SEXO EM FAMILIA - LULU SENDO FUDIDO PELO O PRIMO

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BASTOU EU CHEGAR DE FÉRIAS NA BAHIA...MEU PRIMO TRATOU LOGO DE ME DAR UMAS ROLADAS NO MEU RABINHO GULOSO.....O TARADO METEU COM VONTADE E SEM DÓ, NÃO SE IMPORTANDO COM MINHA DOR....DEPOIS DE GOZAR, ELE FOI TOMAR SEU BANHO.

domingo, 10 de julho de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO - NEGÕES FAZEM A FESTA COM O CU DE LULU

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ADOREI ESSA FESTINHA COM OS SEGURANÇAS, NADA COMO UMA BOA PROPAGANDA, DE SEGURANÇA EM SEGURANÇA, VIREI BRINQUEDINHO DESSES  GOSTOSOS....ENTÃO REUNI  QUATRO DELES PARA ME FUDEREM GOSTOSO....FOI UMA DELICIA.

domingo, 3 de julho de 2016

quinta-feira, 23 de junho de 2016

O DIA EM QUE LULU FOI CURRADO COM AJUDA DO SEU PRIMO.



Minhas férias na Bahia estava chegando ao fim, tinha que voltar para minha casa em Fortaleza, mas antes de partir fui conhecer o sítio dos avós maternos de Caio, meu primo.
Na verdade não queria ir, mas meu tio insistiu, e então resolvi partir com meu primo, para tal sítio, que ficava noutra cidade, chamada de ilhéus.
Após quase três horas de viagem chegamos, Caio veio dirigindo o carro e estava exausto, achei melhor assim, ele não via a hora de chegarmos e me pegar, queria comer meu cuzinho, estava cheio de tesão, tive que chupar seu pau enquanto ele dirigia na estrada, ainda sentia o gosto do seu esperma em minha boca.
Fui bem recebido pelos avós do meu primo, e logo me senti em casa, achei o lugar muito bonito.
- Que menino bonito! – disse Dona Irene, a avó – Seja bem vindo meu amor.
- Obrigado Dona Irene! – respondi ao descer do carro.
Após chegarmos, tratamos de descansar um pouco da viagem, Caio me despertou beijando meu bumbum, o tarado tirou minha cueca e colocou sua língua em meu rabinho que piscou me deixando excitado.
- Delicia de cuzinho! – murmurou Caio ao lambuzar meu cu com saliva.
Empinei meu rabinho para facilitar a penetração, e senti a cabeça da rola do Caio me forçar, sentir dor e tentei recuar, mas em vão, pois meu primo segurou em minha cintura e cravou sua pica dentro de mim, me arrancando lágrimas. Fazia dias que não levava rola no cu, meu tio havia arranjado uma namorada e certamente se satisfazia com ela, pois deu um tempo em me fuder e Caio, esse só apareceu em casa para me levar pro sítio, nesses dias fiquei sem dar meu cuzinho, embora deixei o vigilante e o segurança da pousada doidos de tesão por mim (essa caso contarei nos próximos capítulos).
Mas voltando ao sítio, acordei cedinho, pois havia prometido ao Vô Bento,  o Avô de Caio que iria ordenha leite das vacas,  Caio ficou dormindo, procurei não despertá-lo e sai do quarto a procura do Vô.
- Já acordado menino! – disse Dona Irene – Venha tomar seu café da manhã, meu amor.
Logo que tomei meu café, segui junto com Sr.Bento para o curral,  o lugar ficava um pouco afastado e ao chegar encontramos dois homens negros e robustos no local.
- Temos novo funcionário, tio? – perguntou curioso o peão ao me ver.
- Tá maluco cara! – exclamou o peão mais velho ao passar a mão em minha cabeça – Trabalho infantil é crime.
Os dois negões eram primos de Caio, ajudavam Sr. Bento no sítio, eram bem robustos, parecidos com meu primo Caio. O mais velho, devia ter uns 30 anos era bem musculoso, seu nome era Bastião, e o mais novo, de 18 anos era o Bira, seu corpo também era impressionante.
Meu coração acelerou com a visão daqueles homens másculos, os dois só de bermudas jeans, o suor brilhava em seus corpos morenos, confesso que meu cu piscou com aquela visão. Procurei desviar aqueles pensamentos e observar suas tarefas, certamente aqueles dois caboclos não iriam sentir algo por mim, tesão por um garotinho como eu.
Vô Bento me apresentou a vaca mimosa, era primeira vez que ficava próximo há um animal daquele tamanho, recuei assustado ao vê-la se mover, todos riram com minha atitude.
- Não tenha medo menino! – disse Vô Bento ao sorrir – A mimosa não vai te fazer mal.
Bastião trouxe um banquinho e sentou próximo a vaca e começou a ordenhar. Vô Bento me deixou e foi atender o chamado de Dona Irene.
- Quer fazer também? – perguntou ele ao olhar pra mim.
Ele nem esperou meu sim, pegando minha mão, colocou-a sobre o úbere da vaca e mandou que  sentisse a fluidez do leite  em  seu  interior.
 Ainda segurando minha mão a colocou na teta da vaca e apertando meus dedos, foi me ensinando como ordenhar. O contato de sua mão sobre a minha, seu cheiro de macho da terra e por outro lado, a maciez da teta da vaca me excitavam. Estava agachado ao seu lado, bem junto dele e, propositalmente, deixava minha coxa roçar na dele, enquanto me ensinava a ordenhar. Perguntou minha idade e meu nome. Falei que podia me chamar de Lulu e que tinha doze anos, ele sorriu com meu nome, disse que combinava comigo, perguntei o porquê. Que era bonitinho como eu, respondeu Bira ao se aproximar e encher a canela e me oferecer. Fiquei vermelho com aquele comentário.                                                                 
Bira insistiu com a caneca, hesitei em beber aquele leite puro, quente e espumante. Ele tomando a caneca de minha mão levou-a à boca e tomou bons goles, enquanto lambia os lábios ruidosamente. E que língua... grossa, vermelha. Levando a caneca aos meus lábios, disse:
−Bebe. Esse leite é gostoso.
Comecei a sorver aquele leite natural, sadio. Terminando, entreguei-lhe a caneca.
− O Luluzinho parece que não gostou do leite da vaca. Mais tarde nós damos um melhor prá ele beber - disse Bira ao olhar para Bastião ao piscar o olho para o irmão.
Bastião, o mais velho colocou os baldes de leite num jumentinho e perguntou se eu não queria ir em cima, pois tinha que levar para Dona Irene.
Balancei a cabeça recusando, ele sorriu com meu olhar assustado, e me pegou pela a cintura e me colocou sobre o animal, ao fazer aquilo sentir que ele de propósito roçou sua rola em minha bundinha. Fiz de conta que não percebi e seguimos para casa.
- Vejo que meu priminho já fez amizade! – disse Caio ao se aproximar de nós – Olá Bastião, o moleque te deu trabalho?
- Claro que não, primo! – respondeu Bastião ao me ajudar a descer do jumentinho – Adorei conhecer o Luluzinho.....
- Também adoro meu priminho! – disse Caio ao me puxar de perto do peão e me abraçou carinhosamente pelas costas e me deu um beijo em meu rosto - Você nem imagina o quanto gosto desse moleque!
- Estou vendo o quanto! – disse Bira ao se aproximar e ver a atitude de Caio ao me fazer sentar em seu colo.
Fiquei constrangido diante dos dois irmãos que nos olhavam curiosos, percebi um brilho estranho em seus olhares, olhei para a mala de ambos e vi que eles estavam excitados ao ver a nossa intimidade.
Caio caiu na gargalhada ao ver os primos peões se afastarem excitados, o cretino havia feito de propósito aquela cena para sacanear com os dois.
- Seu pestinha, está seduzindo meus primos caipiras? – disse Caio ao apalpar meu bumbum – Viu como eles olhavam pra você?
Passei o resto do dia pensando no que meu primo falou, será verdade? naquela época nem sabia o significado daquela palavra sedução, ainda era muito bobo, para mim se agrado alguém é porque sou um bom menino,mas com o tempo compreendi realmente o que é ser sedutor e isso hoje em dia eu dou razão ao meu primo Caio, tenho esse dom de seduzir.
Quando a noite chegou, fui com Caio até um  boteco que havia próximo ao nosso sítio, lá havia uma sinuca e uns homens jogando, percebi que Bastão e Bira estavam presente e me cumprimentaram ao me verem.          
Enquanto aqueles homens jogavam sinuca e outros jogavam cartas, eu fiquei observando, tive vontade de participar, mas  como era ainda uma criança, não permitiram, tive que me contentar somente em observá-lo e confesso gostei desse opção, era cada homens interessantes.  Havia um cheiro no ar de cigarro e cachaça no local e eu no meio daqueles adultos sendo paparicado por todos, virei o centro de atenção do lugar, ficaram admirados com meus olhos verdes e certamente com o formato da minha bunda, pois percebi alguns olhares indiscretos nela e aquilo me deixou excitado.
Com o passar do tempo, só restou eu, Caio e os irmãos peões.
- Quer brincar um pouco? – perguntou Bastião ao me entregar o taco.
Fiquei com aquele troço na mão sem saber o que fazer, na verdade sabia jogar cartas. Caio segurou em meu braço e me levou até a sinuca, senti um cheiro forte de bebida nele e isso me estremeceu, sabia que ele não reagia bem ao beber.
- É assim que se faz priminho! – disse Caio ao se posicionar atrás de mim e  encoxar em  meu bumbum – Tem que segurar firme no taco e procurar acerta as bolinhas na caçapa.....
Os irmãos ficaram observando a cena, se olharam e se aproximaram de nós, mas antes Bastião fechou o boteco, ficando somente nós dentro daquele recinto, afinal o lugar pertencia a ele. O que iria acontecer dali em diante jamais esqueci, estava preste a ser devorado por aqueles tarados.
- Posso dar uma aulinha também ao menino? – perguntou Bastião ao piscar os olhos para Caio.
- Também quero! – exclamou Bira ao apalpar a rola.
Cuidado primos, lembrem-se, Lulu ainda é uma criança.
- Não quero mais brincar disso! – falei ao perceber o que estava para acontecer - Quero ir dormir.
Caio balançou a cabeça negativamente e insistiu para eu continuar e me entregou para Bastião.
- O que é isso Lulu?  - disse Caio ao apalpar meu bumbum – Sei que você adorar brincar disso também.....não vai me decepcionar com meus primos aqui.
Percebi que aquilo estava combinado, os três tinha intenção de me fuder naquela noite, aquela constatação me estremeceu, um misto de medo e tesão tomou conta de mim e paguei pra ver no que aquilo iria dar.
Bastião tomou o lugar de Caio e ficou atrás de mim, como eu era pequeno, ele se inclinou sobre mim e colou seu corpo sobre o meu, podia sentir sua rola pulsando ao tocar em minha bunda. Bira também teve seus minutos de roçar sua rola em mim, os peões pareciam alucinados, já não se continham de tesão.
- Puta que pariu primo! – exclamou Bira ao me dar uma palmada – Que moleque mais gostoso!
Caio e Bastião caíram numa gargalhada com o entusiasmo de Bira ao olhar pra mim.
− Quanto tempo você não tem uma mulher? – perguntou Caio
- Que é isso primo! – respondeu Bira ao sorrir – Mulher pra mim não é problema.....mas cuzinho de menino nunca comi......
- Nem eu! – Completou Bastião ao olhar pra mim com interesse.
- Eita priminho! – brincou Caio ao alisar minha bunda – Esse cuzinho vai conhecer meu primo Bastião, o alargador de cu!
Os três se divertiam com aquelas conversas, parecia que eu nem estava presente, permaneci tentando jogar sinuca. Também Bastião nunca comeu um cu de homem, eu seria o primeiro cu masculino dele.
- Então priminho.....vamos brincar um pouquinho? – perguntou Caio ao se despir e mostrar sua rolona preta para mim.
- Quero ir embora! – falei temeroso com aquela situação – Não quero brincar disso......
Mentira, estava louco de tesão na expectativa se ser fudido por aqueles negões, mas tinha que me comportar como um menininho inocente, cheio de medo, para os adultos que me fuderam até aquele momento, eles acreditavam que eu encarava aquilo como uma brincadeira.
-  Cala a boca seu putinho.....chupa a rola deles vai!
Fiquei, meio sem graça, com o pedido de Caio, mas os peões já estavam alisando seus paus que estavam estufados em suas calças. Sem me dar tempo, Bastião segurou minha cabeça e com brutalidade esfregou meu rosto em seu pau duro, enquanto dizia:
- Chupa viadinho, chupa ele logo. Desde que soube que você vinha pra cá que tô sonhando em comer esse cuzinho.
Nunca ninguém havia me chamado de viado, aquilo me irritou e tentei sair daquela situação, mas Caio me segurou e me forçou a obedecer Bastião.
- Não quero mais brincar disso! – disse ao começar a chorar – Não sou viado!!!.....
- Deixa de bobagem moleque! – disse Caio ao me dar uma palmada na bunda – Volta já para lá e faça o que você sabe fazer muito bem.....que é ser viadinho.....
Ser viadinho, aquela  frase ainda ecoa na minha cabeça até hoje,  nunca esqueci  daquele situação e comecei a compreender que minha reação foi uma bobagem.....coisa de menino, hoje encaro com mais naturalidade  isso, homem que dá o cu é viado....foi com essa afirmação que cresci e aprendi, mas rótulos não me importa, nunca me importou.
Me aproximei de Bastião, senti o cheiro de sexo que exalava daquele cacetão. Eu estava explodindo de excitação. Meu coração batia forte. Abri suas calças, ajoelhei-me entre suas pernas e acariciei aquele pau monstruosamente grande e duro. Bastião, ávido de desejo desvencilhou-se das roupas, ficando nu. Comecei a beijar-lhe as coxas, rijas e lisas, as virilhas, o cacetão, a barriga, os peitos e mamei em seus bagos imensos. Fora os fartos cabelos e os pentelhos, Bastião era liso, desprovido de pêlos. Até a barba era fina e rala.Ele mandava impaciente, que o chupasse. Gemia e se contorcia à medida que eu evoluía em minhas carícias. Seu pau latejava em minha boca, ele estremeceu e gozou. Bira assistiu admirado com minha agilidade e logo se aproximou com sua rola para mim também, era uma tora negra que mau coube em minha boca e com a mesma maestria fiz o peão novinho gozar feito um louco, forçando minha garganta, quase me sufocando.
- Puta que pariu......porra!!!!
Gritou Bira ao gozar, os peões não acreditavam que eu seria capaz de lhes proporcionar tamanho prazer.
- Eita primimho.....você foi foda! – disse Caio ao me colocar no braço e me por em cima da sinuca.
Agora veja que delicia temos aqui para nós, disse Caio ao me despir e me exibir para os irmãos peões, que se aproximaram ainda com os cacetes duros próximos a mim.
Envergonhado cobri meu pinto, minha atitude fizeram eles rirem, e perguntaram o que eu estava escondendo, pois não viam nada, alem de uma pequena minhoca, ainda carequinha.
- Que bundinha mais deliciosa! – exclamou Bastião ao acariciar meu bumbum .
- Deliciosa mesmo mano, olha só o cuzinho dele! – disse Bira ao abrir minhas nádegas e colocar seu dedo em meu buraquinho.
Caio assistia a tudo, parecia muito excitado, ao me expor para seus primos caipiras, ele apenas se masturbava ao ver tudo aquilo.
Fique de joelho e com o bumbum empinado pra cima, meu cuzinho ficou exposto ao exame dos tarados que se reversavam com seus dedos ásperos a me penetrar, tinha momentos que eles se empolgava e eu me afastava devido a dor que aquilo me causava, Caio tomou o lugar deles e começou a chupar meu cuzinho, não tinha jeito, aquilo me dava um tesão enorme e quando aquilo acontecia, era hora de uma rola entrar ali, sabendo disso, Caio me posicionou ainda mais com a bunda empinada.
-  Quem vai primeiro! – disse Caio ao dar um beijo na minha bunda
Bastião, subiu em cima da sinuca, estremeci ao ver aquele negão segurar sua rola monstruosa e se posicionar sobre mim. Caio entregou um creme hidratante para o primo, ele derramou sobre meu cuzinho que piscou com aquele dedão que deslizou para dentro de mim e em seguida forçou a cabeçona da rola em meu cu, recuei assustado, doeu bastante, era grossa demais, Bastião novamente se posicionou atrás de mim e tentou mais uma vez colocar sua piroca gigante dentro de mim, forçou, mas novamente recuei.
- Caio, quero ir embora! – pedi ao meu primo chorando assustado.
Caio pediu para Bastião se afastar, me tirou de cima da sinuca e me posicionou curvado sobre a sinuca e num gesto brusco, enfiou seu cacete dentro de mim, gritei de dor.
- Calma cara!
Disse Bastião preocupado comigo, que chorava a cada estocada de rola em meu cu, Caio me penetrava com força, podia sentir seus bagos roçando em minha bunda. Meu primo  estava bêbado e quando isso acontecia seu comportamento modificava, ficava grosseira comigo, nunca entendi o porquê disso.
Bira parecia não se importar com meu sofrimento, aproximou-se de mim e colocou novamente sua rola em minha boca, enquanto isso, Caio continuava a me penetrar e alguns minutos depois encheu meu rabinho de porra, podia sentir seu leitinho escorrer entre minhas pernas.
- Agora é minha vez, disse Bira ao tomar o lugar de Caio, não pude nem descansar, já outra rola tomava conta das minhas entranhas, o peão novinho me penetrava com força, um barulho de plop...plop tomava conta do lugar, meu cuzinho era castigado com estocadas fortes do peão que parecia descontrolado de tesão, eu apenas gemia, suportando a invasão daquela rolona grossa feito  pedra em meu cuzinho juvenil. Bira gozou fartamente dentro de mim, deu ainda duas estocas profunda em meu cu e se retirou, me deixando curvado sobre a sinuca, com dificuldade e com as pernas bambas me deitei sobre a sinuca.
− Porra Bira, tu rasgou o cuzinho dele. Tá saindo sangue.
− Só tirei umas duas ou três pregas, deixei o resto prá você. Se você não quiser, deixa que eu tiro.
Bastião se assustara com o sangue e perdeu a ereção. Acho que ficou com pena de mim. Deitou-se ao meu lado e carinhosamente me abraçou e perguntou se estava doendo. Respondi que doera muito no início mas que agora não tava doendo mais. Ele me acariciava as costas. Minha pele arrepiava ao toque de seus longos dedos. Acariciou minhas nádegas e começou a beijar minha nuca, meu pescoço. Passou sua língua gelada nas minhas costas e mordeu minha anca, causando-me estremecimento e arrepio. A posição me incomodava, por isso, me virei um pouco de lado para aliviar a pressão do seu peso sobre mim. Esse movimento, deixou meu corpo junto ao seu. Caio viu que eu estava de pau duro e comentou.
− Ah  sacaninha, você tá gostando né? Tá querendo mais né? Vai lá Bastião termina dde arromba o cuzinho desse putinho.
Bastião, não perdeu tempo, se aproximou mais de mim, senti sua picona negra ir tomando forma e projetando-se contra minhas coxas. Com delicadeza, colocou-me de quatro e untando sua manjuba novamente com o creme, encostou aquela chapeleta preta e quente no meu cu, que não era mais apertadinho e empurrou. Quis gritar, mas Bastião tapou-me a boca com força e colocou forte. Esperneei, me debati, tudo em vão. Quanto mais lutava e me debatia, meus movimentos o excitavam mais e ele empurrava cada vez mais fundo. Senti quando sua rola gigante empurrou minhas tripas para cima, forçando-as em direção ao umbigo. Ele se descontrolara e me estocava cada vez mais forte. Já não me debatia, apenas chorava. Quando senti seus pentelhos no meu Rêgo e seu saco batendo no meu a cada estocada, gozei, ele gozou com um urro longo e abafado. Caio e Bira voltaram do banho e assistia aquela batalha sob o furor do sexo. Caio muito excitado, esperou Bastião terminar de gozar mais umas duas vezes prá dizer:
− Bastião, por agora que alargou o cuzinho do meu priminho, chega, vamos dar um tempo prá ele se recuperar.
Finalmente, pensei. Só então me dei conta que também eu gozara. Permaneci ali mais uns três minutos. Parara de chorar. Bastião pegando-me no colo  me levou para o chuveiro. Ali, me lavou, nem parecia aquele gorilão ensandecido que praticamente me violentara. Foi carinhoso ao me ensaboar, lavou com cuidado meu cu que sangrava. Ao fazer aquilo ficou novamente de pau duro, pude ver com clareza o quanto era majestoso. E grosso se cacete, fartamente cortado por grossas veias que irrigavam. A cabeçona tinha o aspecto de cogumelo. Sem ele pedir acariciei aquela ferramenta bendita e espontaneamente a chupei. Suguei com força, cada vez mais forte até sentir sua porra inundar minha boca e garganta. Sorvi aquele leite quente, direto da fonte.
Em silencio, eu e meu primo Caio voltamos pra o sitio, deixamos os peões para trás satisfeitos. Como meu primo estava embriagado, não procurei perguntar a ele porque ele fez aquilo comigo, me entregando para aqueles caipiras. Exaustos, dormimos tranquilamente.

Continua nos próximos capítulos.......

domingo, 19 de junho de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO - LEVANDO ROLA DO NEGÃO TARADO

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DELICIA A ROLA DESSE NEGÃO.....DEI GOSTOSO PARA ELE.....FOI UMA DELICIA.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO - DANDO PARA O VIZINHO GOSTOSÃO

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DELICIOSA ESSA FODA, DEI MEU CUZINHO PARA ESSE VIZINHO, O CARA ME FUDEU GOSTOSO

sexta-feira, 10 de junho de 2016

LULU, O MORENHO VADIO EM AÇÃO - VADIANDO COM UM CAFUÇU


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MEU LADO VADIA SEMPRE FOI MAIS FORTE EM MIM, DEU SOPA DOU MEU CUZINHO
ENCONTREI ESSE CAFUÇU LIMPANDO O TERRENO DE UM VIZINHO,....NÃO PERDI TEMPO.....ACEITEI SEU PEDIDO E DEI MEU RABINHO PRA ELE....UMA DELICIA!!!!

segunda-feira, 6 de junho de 2016