CD LULU, A VADIA

CD LULU, A VADIA

quinta-feira, 20 de julho de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - DANDO PRO MORADOR DE RUA

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TEM DIAS QUE O MEU CUZINHO IMPLORA POR ROLA E NÃO DEU PARA RECUSAR A ROLA DO CAFUÇU MORADOR DE RUA BÊBADO. MAS VADIA IMPOSSÍVEL.

terça-feira, 18 de julho de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - ENCARANDO O NEGÃO GOSTOSO

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DELICIOSO ESSE SEGURANÇA NOVATO DO MEU CONDOMÍNIO, DEMOROU, MAS CONSEGUI FUDER COM ELE.

terça-feira, 4 de julho de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 19) O DIA EM QUE LULU FOI EMPALADO PELO O GRINGO FRANCÊS



No conto anterior relatei a minha frustração de não ter encarado a rola monstra do amigo africano do meu primo, que no meio da madrugada foi abusar de mim na minha cama. 
Após me recompor da investida do Tom, voltei para a cama, meu cuzinho ardia feito brasa, não era pra menos, a rola do angolano era muito grossa, quase me rasgou, ainda bem que não deixei ele continuar a me penetrar, apesar disso não podia deixar de esquecer o fato de ter de alguma forma seduzido aquele negro imenso.
Já estava amanhecendo quando sinto meu tio se aconchegando perto de mim e acariciando meu bumbum.
- Saudades dessa bundinha deliciosa! – disse meu tio ao chupar meu cuzinho, eu adorava aquilo e me posicionei para receber aquele carinho.
A língua do meu tio deslizava sobre meu cu e aquilo me arrancava suspiros de prazer, nem a dorzinha incômoda que a rola de Tom me deixou no cu, foi capaz de atrapalhar minha excitação, sinto meu tio me lambuzando com sua pomada mágica, era assim que ele falava ao preparar meu rabinho para recebê-lo, aquela pomada dava um calor em minhas entranhas, me deixando louco de tesão.
Meu tio me fudeu feito louco, estava mesmo com saudade, logo após gozar e encher meu cuzinho de leite, ele cai exausto e adormece ao meu lado. Mais uma vez me encontrava no banheiro fazendo asseio no meu bumbum sujo de esperma, aproveitei e tomei um banho e quando fazia isso Jean entra no banheiro excitado, sua rola estava ereta sob a cueca.
- Desculpa, Luluzinho! – disse ele ao urinar no sanitário – Mas estou muito apertado e o outro banheiro está ocupado.
Nada falei, apenas me enrolei na toalha rapidamente, envergonhado com a presença do francês no banheiro urinando na minha frente, não pude deixar de notar seus pentelhos ruivos, sua rola tinha um bom tamanho, e tinha uma cor estranha entre o rosa e o amarelo, na verdade parecia uma cenoura, nunca tinha visto uma rola daquele jeito, fiquei observando enquanto ele balançava a rola após urinar.
- Não precisa ter vergonha de mim! – disse ele com seu sotaque francês bem evidente – Você é apenas um garotinho ainda, mas vai ficar igualzinho a mim quando crescer....só com pelinhos negros na piroquinha!
Ao dizer isso Jean se desfaz da cueca, entra debaixo do chuveiro e toma  banho, termino de me secar com a toalha, mas percebo que Jean ficou me observando, ele me pede uma toalha antes deu sair do banheiro, pego no armário ao meu lado e entrego a ele e nesse instante escorrego no molhado vindo do Box e pra evitar minha queda, Jean me segura pelas costas, sinto sua rola roçando em mim.
- Cuidado! – disse o francês ao me abraçar – Desculpa...a culpa foi minha, devia ter deixado o Box fechado.
O gringo ainda me segurando, me ergueu nos braços, o safado me posicionou bem colado em sua rola, que naquele momento já exibia uma ereção, o ruivo posicionou sua rola bem na entrada do meu cuzinho e me abraçou, eu podia sentir a pressão do seu pau tentando entrar em mim.
Ouvimos vozes do lado de fora, rapidamente me enrolo na toalha e saio do banheiro, deixando Jean com sua rola apontada para o teto.
Ao sair do banheiro avisto meu tio ainda dormindo na cama, fiquei aliviado, imagine se ele entrasse no banheiro naquela hora. Caio e seus amigos tomam café da manhã na cozinha, ouço Tom e Fred comentando sobre o que havia acontecido ontem, das atitudes de Caio comigo, que havia me deixado assustado e constrangido.
- Puxa! – lamenta Caio – Não lembro de nada....
- Cara, tu quase estuprou o moleque! – lembrou Tom ao sorrir para o amigo - Estava descontrolado....
- Convenhamos....mas seu priminho é um tesão! – disse Fred ao apalpar a rola – Se fosse meu priminho já tinha dado um trato naquela bundinha....
- Sério cara? – perguntou Caio ao ouvir aquele comentário – Não sabia esse seu lado gay!
Fred sorriu com aquele comentário, negando seu lado gay, dizendo que jamais seria um, mas que a minha bundinha era deliciosa não poderia negar.
- Que conversa besta! – reclamou Tom ao ouvir o amigo – Lulu é apenas uma criança inocente....
Percebendo a aproximação de Jean, me junto aos outros na cozinha, todos riam descontraídos.
- Qual a piada? – perguntou Jean ao sentar na mesa.
- Bom dia priminho! – disse Caio ao  me ver – Dormiu bem?
Nada respondi, apenas tomei um copo d’água, ignorando sua presença, resolvi voltar para o quarto, mas Caio me deteve, puxando a toalha que envolvia minha cintura, me deixando pelado na frente dos amigos. Não tive outra reação senão chorar envergonhado, tentei tomar a toalha das mão do meu primo, mas meu esforço era em vão, os gringos sorriam ao me ver pulando ao redor do Caio tentando pegar a toalha.
- O que está acontecendo aqui? – perguntou meu Tio ao se aproximar
Corri para meu tio chorando, estava muito envergonhado por está totalmente pelado na frente de todos. Ciente do que tinha acontecido, meu tio deu uma bronca em Caio por ter me causado tanta vergonha na frente dos seus amigos, mas também não escapei da bronca, que não precisava daquele chororô, ali só tinha homens, que eu não deveria ter vergonha, éramos todos iguais.
Depois desse incidente na manhã, mais uma vez fiquei sozinho em casa, como sempre. Caio e seus amigos saíram, foram a praia, pensei em ir com eles, mas preferi jogar videogame, confesso que era viciado nisso.
- Está sozinho em casa? – perguntou Jean
Me virei assustado, não havia percebido a entrada do francês.
- Sim! – respondi ao continuar jogando. – Cadê os outros....a praia não está boa?
O ruivo respondeu que o sol lhe incomodava, sua pele era muito branca não combinava com o sol, meu primo Caio e os outros ficaram jogando bola na praia.
O cenário para mais um aventura sexual estava começando a se formar, de repente estava ali sozinho com o gringo, que algumas horas atrás havia me espetado com sua rola da cor de cenoura. Meu coração acelerou e com isso uma forte excitação tomou conta do meu corpo.
Jean também parecia excitado, pude perceber pelo o volume da sua sunga, ele nem disfarçava, procurei não olhar para seu volume, mas aquela visão me hipnotizava.
- Você sabe jogar? – perguntei ao desviar o olhar.
- Não! – respondeu Jean ao ajeitar a rola na sunga, ela parecia querer saltar de lá – Você me ensina?
Acenei com a cabeça positivamente, o ruivo sentou ao meu lado, entreguei o controle em suas mãos e fui dando coordenadas, o gringo devia está mentindo para mim, pois ele fazia direitinho tudo o que eu ensinava, ele me pediu para sentar em seu colo segundo ele era melhor daquela maneira dele aprender, me fazendo de inocente, obedeci e me ajeitei sobre seu colo, meu cuzinho piscava, parecia que o ruivo estava sentindo, pois ele movia-se lentamente para cima, seu peito roçava em minhas costa, seu coração batia acelerado.  
Temeroso que alguém entrasse, resolvi sair de cima do seu colo, Jean me deteve, fazendo ainda mais pressão na minha bundinha.
- Não precisa ter medo! – sussurrou ele em meu ouvido. Jean receoso da minha reação, não imaginava que eu já tinha uma vida sexual bem ativa, temia me assustar.
Meu medo não era da rola que estava preste a conhecer e sim de sermos flagrados, naquele momento era o que mais me preocupava. Fui até a porta e tranquei, os olhos azuis do ruivo brilharam com minha atitude e  logo se aproximou me erguendo da mesma maneira que fez no  banheiro, abaixa a sunga fazendo sua pica pular pra fora e me espetar, fica roçando aquela rola em minha bundinha por alguns minutos. Meu shortinho é retirado junto com minha cueca, revelando meu bumbum carnudo. Jean cospe em sua mão e lambuza meu cuzinho com sua saliva e volta a me erguer sobre sua rola, encaixando-o em meu buraquinho,  meu anelzinho de couro engoliu sem resistência aquela rola comprida da cor de cenoura.
Engatado em mim, Jean me leva até a cozinha e me posiciona sobre a mesa e me fode com vontade, eu apenas gemia de dor e prazer, sentia ao fundo aquela rola bater em minhas entranhas juvenil, após uns dez minutos Jean estremece, soltando fartos jatos de gozo dentro de mim.
O francês, me enche de beijos, agradecendo pelo o momento e me fazendo prometer a não contar pra ninguém, mas era claro que manteria aquilo em segredo, pensei ao tomarmos banho depois da foda. O ruivo me fez chupá-lo e desta vez engulo seu leitinho desta vez pela a boca, o gringo ficou alucinado com minha desenvoltura.
Depois do que tinha acontecido, eu e Jean fomos para a piscina da pousada.

Continua nos próximos capítulos.....  

sábado, 24 de junho de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - LULU DANDO PRO AMIGO DA ESCOLA

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ADORAVA FUDER COM MEUS AMIGOS DA ESCOLA......JÁ NOVINHO ERA 
UMA PUTINHA...ADORA GEMER NUMA VARA....UMA DELICIA.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

LULU O MORENINHO VADIO ENCARANDO UMA MEGA ROLA NO CU

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FAZIA TEMPO QUE NÃO ENCARAVA UMA ROLA DESSE TAMANHO NO CU, SOFRI NAS MÃOS DESSE NEGÃO, CHEGUEI A FICAR ROUCO DE TANTO GRITAR COM AS ESTOCADAS DENTRO DO MEU CU....FOI UMA DELICIA.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 18) AFRICANO FAZ LULU CHORAR COM SUA ROLA MONSTRA.

No conto anterior relatei fatos que já demonstrava a puta que eu estava me transformando, abusei do africano amigo do meu primo, bolinei na sua imensa rola enquanto ele dormia e fui flagrado mamando a rola do segurança César e por causa disso tive que dar meu rabinho para um japonês hóspede da pousada do meu tio, a primeira rola gringa a entrar no meu cuzinho.
Mas outras três rolas gringas estavam preste a entrar no meu rabinho adolescente, havia voltado para casa, após deixar meu tio trabalhando. Tomei um banho afim de me deitar, meu cuzinho estava ardido, o japonês  me fudeu com gosto, lambuzei meu cuzinho com pomada, uma que meu tio passava em mim para aliviar nossas fodas, aliviava bastante o estrago no meu cuzinho.
Apesar do barulho lá fora causado pelo o som dos trios elétricos que passavam  em frente  de casa, eu acabei adormecendo, só fui despertar com umas risadas na sala de casa, fiquei assustado pois estava sozinho em casa, mas logo reconheci a voz do meu primo e fui ver o que estava acontecendo.
A cena que avistei na minha frente jamais esqueci, meu primo Caio e seus amigos estava acompanhados de duas moças nuas, uma delas com a boca na rola do meu primo, a outra deu um grito surpresa com a minha presença.
- Nossa, tem um menino aqui nos vendo!
Caio e seus amigos também se viram surpresos ao me ver parado com os olhos arregalados, eu nunca tinha visto uma mulher nua na minha frente. Caio me segura pelo o braço e me leva para o quarto.
- Volte já pro quarto! –  gritou Caio zangado.
- Eu quero beber água! – respondi sem deixar de olhar pras moças nuas.
Caio me segura pelo o braço e me arrasta para o quarto a força, fechando a porta em seguida. Mas minha presença melou a festinha deles, as moças se recusaram a continuar, ficaram constrangidas com a minha presença e deixaram os rapazes na mão.
Caio abriu a porta do quarto com um chute e bastante irritado se dirigiu pra mim.
- Cara você atrapalhou tudo! – disse ele ao segurar meu braço com força.
- Me solta! – gritei assustado.
Percebendo que meu primo estava bêbado, fiquei com medo, ele ficava muito estranho quando bebia, comecei a chorar, seus amigos logo entram no quarto preocupados e me afasta dele. Caio insistia em me confrontar, Tom o angolano se coloca em minha frente, pedindo calma ao amigo.
- Calma,cara! – disse ele com seu sotaque português – Você está assustando o miúdo!
Fred e Jean levam Caio para a sala e Tom me leva até a cama e me faz sentar em seu colo tentando me acalmar, pois eu continuava chorando assustado, o angolano carinhosamente me abraçou.
- Calma bonitinho! – dizia ele ao acariciar meus cabelos.
Mais calmo, percebi a situação em que me encontrava, estava somente de cueca, sentado sobre o colo do angolano, fiquei desconfiado com o carinho dele ao passar suas mãos sobre minhas coxas, senti que o volume sob a minha bundinha começava a crescer e levemente me acomodei, facilitando o encaixe de sua rolona entre minhas nádegas.
Fred o outro angolano entra no quarto e vai até o banheiro, assustado saio de cima do colo do Tom e me deito na cama, este ajeita sua rola no calção e me deixa, mas antes acaricia minha bundinha.
Alguns minutos depois, Fred sai do banheiro e se aproxima de mim, eu sabendo de sua presença me deito de bruços e finjo dormir.  Fred ao passar por mim, para por algum instante e admira minha bundinha carnuda, se aproxima e acaricia levemente meu bumbum, saindo logo em seguida.
Após alguns minutos, Caio entra no quarto e se deita ao meu lado, aquilo me deixou aflito, pois seus amigos poderiam nos ver.
- Desculpa! – balbuciou ele ao meu ouvido – Fui grosseiro com você....
- Me deixa em paz! – falei ao me afastar dele e correr para fora do quarto.
Caio correu atrás de mim, imitando minha voz infantil, “me deixa em paz”. seus amigos se divertiram com a cena, meu primo me alcança, me derruba no chão, e cai sobre mim.
Gritei pedindo que ele saísse de cima de mim, pois estava me sufocando, Caio apenas sorria divertido, ele estava muito embriagado.
- Seu pestinha gostoso! – disse ele ao abaixar minha cueca e apalpar meu bumbum.
Gelei com aquela sua atitude e tentei afastar sua mão da minha bunda, mas o cretino continuava a me apalpar.
Fred e Jean vendo minha situação, retira Caio de cima de mim e o coloca sobre o sofá.  Enquanto isso Tom me ajuda a levantar do chão, me ajuda a colocar minha cueca novamente.
- Calma! – disse Tom ao perceber meu constrangimento – Caio está muito bêbado, não sabe o que está fazendo.....não é mesmo rapazes?
Jean e Fred concordaram com o amigo, os dois também estavam embriagados, percebi quando se aproximaram de mim, cheiravam a bebida.  
- Pode ficar tranquilo, meu pequeno! – falou Jean ao se aproximar de mim e acariciar meu rosto – Seu primo apagou, acho que daquele sofá hoje ele não sai.
Mais tranquilo, voltei para meu quarto, deixando os rapazes na sala, meu tio estava demorando muito, resolvi ligar para ele, mas Fred lembrou que ele já tinha avisado ao Caio que não viria pra casa. Ao saber daquilo desejei boa noite para os rapazes e voltei para a cama.
Não lembro quanto tempo depois, mas já era de madrugada quanto sinto uma mão acariciar minha bunda, imaginei que fosse Caio novamente, recuei daquele toque, mas estava enganado,  mesmo diante da penumbra do quarto, reconheci que eraTom que me apalpava.
- O que você está fazendo? – perguntei ao olhar pra ele.
Tom apenas fez sinal de silêncio, se afastou de mim e foi até a porta do quarto e fechou, voltando em seguida para a cama. Naquele momento não consegui dizer nada, apenas obedeci o angolano, que se acomodou próximo de mim e me abraçou, ficamos abraçados de conchinha.
Tom coloca sua mão dentro da minha cueca e acaricia minha bundinha, eu apenas suspiro de prazer e aquilo foi o sinal que ele esperava, pois me despiu e ainda de cueca ele ficou roçando sua rola na minha bundinha, senti um pedaço de carne endurecida pressionando meu bumbum, eu apenas gemia com aquele contato, sinto Tom também se despindo e colocando sua pica entre minhas nádegas e com isso ele ficou forçando meu cuzinho, recuei temeroso com aquele contato.
Percebendo meu temor, Tom me posiciona de bruços, abre minha bundinha e cai de boca em meu cuzinho me arrancando um suspiro de prazer, a língua do africano forçava a entrado em meu cuzinho, era gostoso demais. Tom sentou na cama e pediu pra eu sentar no colo dele, pedi para acender a luz, mas ele achou melhor ficarmos daquela maneira, não insisti e obedeci, antes Tom lambuza meu cuzinho e enfia um dedo que entrou facilmente, gemi para disfarçar que não estava acostumado com aquilo, ele encaixou a cabeça da rola em meu buraquinho,  me acomodei em cima e forcei, mas não consegui, a cabeça da rola dele era grande demais, percebi ao apalpá-la. Tom pediu para me deitar de bruços, coloca um travesseiro sob minha bunda, deixando-a empinada, arreganha meu cuzinho com dois dedos enfiados, aquilo me causou desconforto, mas o pior estava por vim, o angolano deita sobre mim, encaixando a glande em forma de cogumelo de sua rola em meu buraquinho.
Tom calmamente forçou a entrada de sua rola em meu cu, recuei com a dor que aquilo proporcionou, ele me pediu para relaxar e tentou de novo, desta vez com mais pressão, senti meu cuzinho  estalar, a cabeça da rolona se alojou dentro de mim, a dor foi imensa, pedi para Tom tirar, ele percebendo meu sofrimento sai de cima de mim, mas pediu para eu permanecer de bruços e um jato quente de esperma cai sobre meu bumbum.
Tom se despediu de mim com um beijo no rosto, vou até o banheiro, limpo o esperma do meu bumbum e volto para a cama, fiquei frustrado por não ter dado conta daquela rola, era monstruosa.

Continua nos próximos capítulos.....

domingo, 21 de maio de 2017

LULU DE CALCINHA ENCARANDO UM SEGURANÇA ROLUDO

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ADORO SENTIR UMA ROLA ME RASGANDO.....DEI GOSTOSO PARA ESSE SEGURANÇA, GEMI FEITO UMA PUTINHA NO CIO.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO LEVANDO ROLA DO VIZINHO

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ESSE COROA MORAVA PRÓXIMO A MINHA CASA, NESSE PEQUENO TRECHO DO VIDEO, O TARADO ENFIA SEM DÓ SUA ROLA NO MEU CUZINHO, EU ERA MUITO NOVINHO NESSE VÍDEO. 

domingo, 14 de maio de 2017

FOTOS DE LULUZINHO DANDO O CU PRO TITIO

QUANDO ERA NOVINHO ADORAVA  
BRINCAR ASSIM COM MEU TIO.