quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

CONTOS DE LULU - PEDREIROS ESFOLAM O CUZINHO DE LULU.


Na noite que César comeu meu cu, meu tio quis me fuder, estremeci, o negrão destruiu meu cu, e meu tio iria perceber o estrago que ficou, mas o convenci que estava febril e com dor de cabeça, ele recuou e adormeceu em seguida, fiquei aliviado.
O segurança César passou a me assediar, sempre acariciava minha cabeça ao me cumprimentar, ele sempre fazia questão de se apresentar ao serviço para meu tio e sem que ele percebesse ele piscava o olho para mim, confesso que meu cuzinho piscava só em lembrar da rola do negão me rasgando, mas estava difícil fuder com ele novamente, meu tio não saía do meu pé, sempre controlando meus passos, uma vez ouvi ele comentar com meu primo Caio que já pegou um dos garçons comentando sobre minha bundinha.  
Mas meu tio não podia estar 24 horas no meu pé e me defender dos ataques dos lobos maus.
Estava brincando de bola com meus amigos na praia, como eu fazia todo dia, quando avistei Pedro numa barraca tomando cerveja, fazia tempo que não via o morenão que me fudeu quando consertava os encanamentos lá de casa. 
Meu cuzinho logo começou a piscar com a possibilidade de ter aquela rola comprida dentro do meu rabinho novamente. Não consegui mais me concentrar no jogo, tinha que dar um jeito de fazer Pedro me ver, então joguei a bola em direção a barraca e infelizmente a bola causou estragos, derrubando a garrafa de cerveja do moreno.
-  Porra muleque! - esbravejou o dono da barraca ao pegar minha bola.
- Por favor moço! - falei ao me aproximar - Devolva minha bola.....foi sem querer....
Pedro me reconheceu e logo se aproximou e tomou a bola do barraqueiro.
- Tome sua bola Lulu - disse ele ao me entregar  a bola e acariciar meus cabelos - Não grite com o moreninho de olhos verdes mais bonito da praia!!!
Os amigos de Pedro riram com a declaração, enquanto isso Pedro me colocou nos braços e me deu um forte beijo no rosto. Confesso que fiquei envergonhado com aquela atitude, Pedro estava embriagado, havia muitas cervejas consumidas na sua mesa.
Aquele beijo me deixou mais excitado, não voltei para o jogo, deixei minha bola com meus amigos, Pedro insistiu para eu ficar com ele, meu plano deu certo. Quando voltei, Pedro me esperava em frente de uma casa próxima a barraca.
- Venha! - disse ele ao segurar minha mão e me conduzir para dentro.
Ao entrar percebi que a casa estava sendo pintada, era uma bela casa de praia, mas estava toda bagunçada, havia latas e latas de tinta ao redor. Pedro me conduziu até a piscina  me apresentou aos seus dois amigos, eles também pareciam embriagados, eles me ofereceram uma água de coco, aceitei e aproveitei para atiçar Pedro ao colocar levemente o canudinho na boca, Pedro ajeitou sua rola, um volume começava despontar sob seu calção e em seguida ele coloca o dedo na cerveja e me oferece para chupá-lo, dizendo que gostava muito de mim e que eu era um garoto muito especial.
Ele piscar os olhos para os amigos, os dois sorriram como se entendesse o que Pedro quis dizer, meu coração acelerou, eu não consegui disfarçar meu constrangimento diante daquilo, mas não iria perder a oportunidade e chupei o dedo impregnado de cerveja.
A minha atitude foi uma abertura para o que estava para acontecer naquela manhã de sábado, de repente estava ali, junto a três rapazes embriagados preste a me fazerem de putinha deles, mas apesar do tesão que aquela situação me proporcionava, um arrependimento tomou conta de mim, fiquei com medo.
Além de Pedro, na casa se encontrava Kiko, um cafuçu feioso, devia ter uns trinta anos, ele era bem forte e Neto, esse devia ter a mesma idade de Pedro, um pouco mais de vinte anos, em comparação a Pedro que era um mulato forte e musculoso, Neto era o mais magro deles.
 Enquanto os dois pedreiros foram até a barraca comprar mais cerveja, Pedro me abraça forte por trás.
- O que foi Luluzinho? - perguntou Pedro ao me fazer sentar em seu colo - Já quer ir embora?
Tentei me levantar daquele abraço, mas Pedro me segurou com força, pude sentir o cheiro de cerveja exalando do seu corpo suado, além de sentir seu cacete pulsando em minha bundinha sob  seu calção.
- Cuidado! - falei ao olhar temeroso em direção a praia - Seus amigos podem chegar.
Não precisa ter medo, vamos brincar como fizemos naqueles dia em sua casa. Ao dizer aquilo, Pedro puxa sua rola para fora do calção e me faz sentar sobre ela, para facilitar a “brincadeira”também puxa meu short, lambuza meu cuzinho com saliva encaixa a pica no meu anelzinho que piscava de tesão.
Aquela situação esta gostosa demais, mas percebemos que Kiko e Neto estavam voltando, para disfarçar mergulhei na piscina, enquanto Pedro tentava disfarçar sua ereção.
- Atrapalhamos alguma coisa? - perguntou Kiko ao entregar uma garrafa de cerveja para Pedro - Acho que......
-  Você não acha nada! - interrompeu Pedro com raiva.
- Cara, de onde tu conhece aquele moleque? - perguntou Neto ao apontar pra mim - Você parece gostar muito desse pivete..... Se eu não te conhecesse acharia que tu.....
- Abusar de criança é crime! - comentou Kiko ao perceber a ereção de Pedro sob o calção - Tá maluco cara!
- Fala sério rapaz! - disse Pedro ao olhar para o amigo - Eu gosto é de mulher....... mas por Lulu  vale a pena correr o risco.......
Ao ouvir aquilo os pedreiro sorriram como se concordassem com Pedro. Fiz de conta que não estava ouvindo aquela discussão continuei nadando na piscina ao longe, ouvi Kiko pedindo para falarem mais baixo, por causa da minha presença.
- Besteira! - disse Neto - Ele é apenas uma criança.....não sabe do que estamos falando....
- Pode ser ainda uma criança.....mas é muito gostosinho! - disse Pedro ao apertar sua rola - Podem apostar nisso.......eu sei!
- Puta que pariu! - exclamou Kiko ao ouvir aquela confissão - Não acredito que você comeu aquele menino.
- Eu quero também - disso Neto ao dar um gole em sua cerveja.
Era hora de enfrentar aquela batalha, pensei ao sair da piscina e me aproximar dos três, não pude deixar de notar os olhares em minha direção, peguei meu short, pois entrei na piscina somente de cueca, sabia que a visão da minha bunda arrebitada iria provocá-los ainda mais.
- Fica somente de cuequinha Lulu! - pediu Pedro ao tomar o short da minha mão - Você fica uma delicia assim!
- Também achamos! - disse Kiko ao me observar e dar uma palmada em minha bunda.
 Pedro se desfaz do seu calção, ficando pelado e mergulha na piscina, seus amigos se divertem diante da minha reação de surpresa.
- Preciso ir embora! - falei tentado disfarçar que não estava interessado em ficar ali - Meu tio vai brigar comigo....
- Não! - disse Pedro ao sair da piscina,  me agarra pela a cintura e me fazer sentar em cima  em seu colo nu - Quero brincar com você.
Olhei para seus amigos, que ficaram nos observando, já exibindo um volume enorme sob seus calções, seus olhos brilhavam de excitação. Não dava mais para me fazer de criancinha inocente, me desfiz da cueca e sentei sobre a rola do Pedro.
- Que muleque mais safado! - exclamou Kiko admirado - Também quero brincar disso.......
- Caralho! - falou Neto ao se despir.
Me assustei com o tamanho das rolas na minha frente, Kiko, o mais parrudo tinha uma jeba roxa e muito peluda, já Neto era uma rola grande e comprida, muito parecida com a do Pedro, só que menos peluda, pelos que na minha idade ainda não apareceram, eu ainda era bem lisinho.
- Calma ai você dois! - disse Pedro cortando a animação dos amigos, percebendo minha reação.
- O que foi, cara? - perguntou Neto excitado - Queremos brincar também com o muleque...
Pedro me chama para um canto longe dos dois e pergunta se eu me importaria de “brincar” também com seus amigos, confesso que quase ria com aquela conversa de “brincar”, eles ainda acreditam que eu encarava aquelas safadezas como brincadeiras, eles eram muito bobo pensei ao aceitar o pedido de Pedro, não via a hora de ter aquelas rolas dentro do meu cu me rasgando.
Pedro me coloca nos braços e me leva para dentro da casa, os dois pedreiro nos acompanhou ansiosos, um cheiro de suor misturado com o da bebida exalava daqueles corpos de adulto. Fui colocado sobre uma mesa de bruços, com a bunda exposta aquelas mãos cheias de calos, Kiko e Neto me acariciavam com avidez, tocando punheta enquanto Pedro permanecia com sua rola dentro da minha boca, se deliciando com minha boca sugando-o com vontade, nunca chupei uma rola com tanta vontade, Pedro soltava cerveja sobre a rola para chupá-lo, era uma delicia.
- Vou rasgar esse putinho! - disse Kiko ao abrir minha bunda e examinar meu cuzinho liso - Que delicia......
- Que delicia! - concordou Neto ao também apreciar meu cu - Está piscando pedindo rola.
Pedro me coloca de quatro sob a mesa, abre minhas nádegas e chupa meu cuzinho por alguns minutos, os dois pedreiros se masturbavam ao ver a cena, Pedro abre ainda mais minhas nádegas, oferece para seus comparsas, eles obedeceram e arrancavam suspiro de prazer de mim, adoro uma língua no cu.
- Tragam ele aqui! - pediu Pedro ao sentar numa poltrona com a rola ereta.
Kiko me carrega em seus braços e me coloca sentado sobre a jeba preta de Pedro me arrancando um grito de dor, pois a cabeça da rola não conseguiu entrar em mim, Pedro me pedia calma, relaxa meu amorzinho! - dizia ele ao me beijar a nuca, ele estava embriagado, sua voz estava pastosa, seus amigos também davam sinais de embriagues, aquela constatação me causou um temor, se forem como meu primo Caio, que ficava com o pau duro mesmo depois de gozar, estava ferrado, pensei ao forçar o cu sobre a rola dura feito aço de Pedro.
Os Pedreiros estavam tão excitado que se masturbavam com vigor na minha frente ao ver meu cu recebendo a rola do Pedro profundamente.
- Caralhoooooo! - gritou Neto ao esporrar seu leito sobre mim - Esse menino é demais.....aguenta rola mesmo!!!!
- Nunca vi uma coisa dessa! - exclamou Kiko ao colocar sua rola imensa dentro da minha boca e derramar seu leite viscoso na minha goela abaixo, me sufocando - Nunca pensei ver uma coisa assim, o garotinho é muito valente para suportar uma rola dessa no cu.
Aquela situação me excitou ainda mais, me movimentei com mais vigor sobre a rola dura de Pedro fazendo-o gozar dentro de mim, ele pediu para mostrar meu cu e ouvi seus amigos admirados com a abertura do meu cuzinho, deixando o leitinho escorrer.
- Pisca o cuzinho pro tio, vai Lulu! - pediu Kiko ao colocar seu dedo em minha abertura e assim fiz, apertei seu dedo com meu rabinho ainda faminto, Neto também quis a “brincadeira” e obedeci, os três se revezavam com seus dedos em meu rabo, tentado dilatar ainda mais meu buraco.
Kiko e Neto como eu imaginava, ainda exibia as rolonas eretas, Pedro me fez deitar sobre uma mesa de frango assado, com as pernas bem abertas pra cima, deixando meu cu para o deleite dos seus amigos. Kiko colocou sua rolana grossa na entrada do meu cu, mas apesar dele está arrombadinho, não conseguia me penetrar, era grossa demais sua jeba, cada tentativa me arrancava grito de dor, cheguei até a chorar, Pedro procurou me consolar colocando a rola em minha boca, Neto assume o lugar de Kiko e com um movimento brusco enterra sua rola quase toda em meu cuzinho, diferente dos outros, ele tinha uma pica fina e comprida, mas também me arrancou um grito de dor, ao fazer isso quase mordi a rola do Pedro.
- Calma porra! - reclamou Pedro com Neto - Tu não está comendo tuas vadias.....Lulu ainda é uma criança......tem que ter cuidado!
- Desculpa, pivete! - pediu Neto ao retirar a rola de dentro de mim - Eu nunca fudi com meninos......me empolguei......
Em resposta, seguro a rola do Neto e a coloca dentro do meu cu ainda faminto, o pedreiro magrelo volta a me penetrar com mais suavidade, eu gemia a cada estocada no fundo das minhas entranhas, Neto se estremeceu ao deixar seu leite dentro de mim.
Pedro era o mais embriagado dos dois, cambaleando, o morenão se acomodou na poltrona e pediu para eu chupá-lo novamente, Kiko reclamou que também queria comer meu cu, tenta novamente cara, disse Neto, deixei o cu do muleque bem esfoladinho. Pedro pediu para eu empinar minha bunda enquanto o chupava, facilitando assim para Kiko me fuder, obedeci como uma cadela, mas novamente a cabeça da rola do feioso teimava em não entrar.
Pedro chama Neto para arreganhar meu cu, enquanto chupava sua rola, Kiko ficou me forçando e cada tentativa era um tormento, senti isso ao receber a rola do segurança César, mas a dificuldade de Kiko era a bebida, o cara estava bêbado demais e muito afoito para me fuder.
Pedro me deixa chupando seus amigos e vai até a cozinha e volta com um pepino e uma vasilha de manteiga, estremeci ao perceber sua intenção, mas confesso que também me deixou com tesão, ele me afastou dos pedreiro me posicionou de quatro, lambuzou meu cu e o pepino com manteiga e me fez sentar em cima, acho que ali foi minha estreia, até hoje gosto de me exibir para os outros brincando com meu cuzinho. Os três ficaram me incentivando para eu descer ainda mais o cu sobre o pepino, meu cu se abria feito uma flor, aquela manhã estava maravilhosa, pensei ao ver os olhos brilhando dos pedreiros me vendo. Pedro pediu para cada um meter o pepino em meu cu, recuei, pois temi deles me machucarem. Pedro me reprimiu diante da minha reação, me chamando de porra, que eu tinha que obedecer, adorei aquela atitude, obedeci me posicionado novamente de bunda arrebitada enquanto todos dilatavam meu rabinho, ciente do estrago que ficou meu cu, Pedro mandou Kiko tentar novamente, e este substituiu o pepino pela sua rolona grossa, a cabeça deslizou buraco adentro me arrancando um gemido de dor e prazer, o pedação de carne do Pedreiro alargou meu cu, o cara metia com força, um barulho de plop plop fazia a cada metida.
Pedro e seus amigos, começaram a se reversa nas metidas em meu cuzinho, eu comecei a me sentir desconfortável com aquelas invasão e pedi para parar, mas eles não ligavam e continuaram a meter em meu rabo, após chorar muito e implorar eles pararam, lambuzando meu corpo de porra, os três caem no sofá exaustos, com as pernas bambas e com o cu ardendo, procuro por minhas roupas, ao andar percebi respingo de sangue misturado com esperma saindo de dentro de mim, o chão da sala ficou todo melecado, fui até o banheiro para me assear ao voltar  avisto Pedro adormecido na sofá, enquanto Kiko e Neto estavam na piscina bebendo, os dois ainda me chamam para “brincar” de chupar rola, foi assim que eles falaram para mim, mas recusei e corri para minha casa, ao chegar encontro Dona Josefa aflita, pois eu havia demorado demais, para minha sorte, meu tio não se encontravam, havia saído para resolver problemas da pousada.


CONTINUA NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS......

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

LULU EM AÇÃO - UMA RAPIDINHA COM O SEGURANÇA DO SHOPPING

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FAZIA TEMPO QUE ESSE NEGÃO ESTAVA NA MINHA LISTA DE SONHO DE CONSUMO, APROVEITANDO O INTERVALO DA ALMOÇO DELE, DEI MEU CUZINHO PARA ELE DENTRO DO BANHEIRO DO SHOPPING ONDE ELE TRABALHAVA, DEPOIS DESSA FODA RÁPIDA MARCAMOS NOS ENCONTRAR NOUTRO DIA COM MAIS CALMA....FOI UMA DELICIA.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - LULU FUDENDO COM O SEGURANÇA DA POUSADA_PARTE 04

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CÉSAR, O SEGURANÇA PAUZUDO LITERALMENTE ARREGAÇA MEU CUZINHO, OUÇAM O BARULHO DA SUA ROLONA ENTRANDO NO MEU RABINHO FAMINTO....UMA DELICIA.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ - LULU FUDENDO COM O SEGURANÇA DA POUSADA_PARTE 03

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MAIS UM TRECHO DA FODA QUE TIVE COM CESÁR, O SEGURANÇA PAUZUDO, SEU CARALHÃO ENTRA PROFUNDO DENTRO DE MIM.....UMA DELICIA.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ - LULU FUDENDO COM O SEGURANÇA DA POUSADA_PARTE 02

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MAIS UMA CENA DA FODA QUE TIVE COM CESÁR, O SEGURANÇA DA POUSADA DO MEU TIO....EU BEM NOVINHO JÁ ERA UMA PUTINHA .....

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ - LULU FUDENDO COM O SEGURANÇA DA POUSADA_PARTE 01

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ESSE NEGÃO DO VÍDEO É O CÉSAR, O SEGURANÇA FORTÃO QUE ME FUDEU NO ESTACIONAMENTO DA POUSADA DO MEU TIO, FALEI DELE NO MEU ÚLTIMO CONTO, NESSE VÍDEO ESTOU MAIS CRESCIDINHO E JÁ GOSTAVA DE REGISTRAR MINHAS FODAS, O NEGÃO SOCOU ROLA NO MEU CU SEM DÓ.....FOI UMA DELICIA.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

LULU EM AÇÃO - FUDENDO NO MATO COM UM GAROTÃO TARADO

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VAGABUNDA QUE SE PREZA NÃO RESISTE UMA ROLA....FUDI COM ESSE CARINHA  NUM TERRENO ABANDONADO....ENCONTREI ELE ENQUANTO FAZIA CAMINHADA.....O CARA COMEU MEU CUZINHO COM GOSTO...FOI UMA DELICIA.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

LULU EM AÇÃO - LEVANDO ROLA DE UM NEGÃO NO BANHEIRO DO SHOPPING

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QUEM É VADIA COMO EU NÃO DISPENSA UMA ROLA.....FOI UMA FODA RAPIDINHA DENTRO DE UM SHOPPING NUMA TARDE MUITO PROVEITOSA.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CONTOS DE LULU - O DIA EM QUE LULU DEU O CU PARA O SEGURANÇA PAUZUDO


Voltar para junto do meu tio de alguma forma foi um alivio, minha estadia no sitio dos avôs do meu primo Caio foi uma loucura, no caminho de volta para a pousada, Caio pediu para eu não contar para seu pai o que havia acontecido, da noite em que fui abusado por ele e seus primos, minha vontade era de contar tudo para meu tio, mas minha raiva já havia passado e também não podia negar que foi gostoso ter conhecido outras rolas e de ter sido tão desejado, era uma sensação que nunca havia experimentado e nem podia, na época eu era apenas uma criança que ainda estava aprendendo a lidar com sentimentos e sensações nunca antes vividas.
Fui recebido por meu tio com muito carinho.
- Eita! Moleque senti sua falta! – disse meu tio ao me abraçar e beijar meu rosto – Foi bom o final de semana na roça?
- Lulu andou até de cavalo! – falou Caio ao se jogar na cama exausto – O moleque só não gostou dos grilos e dos mosquitos....
- E dos sapos – falei ao lembrar dos bichos pulando na minha frente – Tio lá tem sapos enormes.....feios....muito nojentos!
Meu tio não esperou nem a noite chegar, foi logo me levando pro quarto e me fudeu com vontade, sua rola dura e grossa me rasgava sem dó, fazia tempo que ele não agia assim comigo, cheguei a pedir para ele parar, mas não me atendeu continuou a me penetrar com força, nem adiantou a pomada com efeito anestésico que costumava passar em mim para aliviar minhas dores, senti cada centímetro dos 20cm de sua rola ganhar espaço dentro de mim.
- Que delicia meu amor! – balbuciava ele ao gozar dentro de mim – Que cuzinho delicioso!
Após matar seu desejo, meu tio liberou meu cuzinho parar meu primo que esperava ansioso batendo punheta ao observar o pai me fudendo, permaneci deitado de bruços com a bunda empinada esperando a rola de Caio entrar em mim, e assim ele fez ao me segurar pela a cintura e cravar sua jeba no meu rabinho amaciado pelas roladas do meu tio, já acostumado com a dor, empinei ainda mas minha bunda e recebi feito uma putinha a pika dura do Caio que estremeceu ao gozar dentro do meu anelzinho rasgado.
A minha volta para a pousada não mudou nada, a mesma rotina de sempre, praia na parte da manhã, jogar videogame na tarde e transar a noite com meu tio. Estava jantando com meu tio na pousada quando apareceu César o segurança da pousada, ele cumprimentou meu tio e passou a mão na minha cabeça ao se retirar.
- Que homem grande tio! – falei ao continuar meu jantar – Parece o incrível Hulk.
Meu tio sorriu com a minha observação.
Após aquela noite, César não saía da minha cabeça, devia ter uns trinta anos, era fortão, parecia um armário ambulante, e não posso negar que fiquei curioso com o tamanho de sua rola, devia ser monstruosa. Estava tomando um banho na praia quando avisto César, ele se aproxima de mim e senta ao meu lado.
- Tomando um bronze patrãozinho! – disse ele ao olhar para mim – Porquê você não está na piscina da pousada....você é muito pequeno para andar sozinho na praia....
- Não sou mais criança! – respondi aborrecido, me irritava quando me tratavam como tal – Já tenho doze anos, sei me cuidar, que perigo passaria aqui nessa praia tão tranquila?
César soltou uma gargalhada e acariciou minha cabeça.
- Menino, você ainda é muito inocente, não imagina o perigo a sua volta.
Ao dizer aquilo, César vai dar um mergulho e fico observando-o, o segurança era musculoso e impressionante além de bonito, não pude deixar de notar o volume de sua mala ao se aproximar de mim, ele deu um ajeitada na rola ao sentar ao meu lado, eu bobo nem nada me deitei de bruços para bronzear minhas costas, já havia percebido as olhadas dele na minha bunda quando o avistava na pousada e ali seria uma ótima oportunidade de matar a curiosidade dele.
- Você poderia passar o protetor na minhas costas! – pedi ao ajeitar minha sunga – O sol está muito quente.
Não pude deixar de ver o brilhos nos olhos do segurança ao ouvir meu pedido, sem demora César untou minhas costas com o líquido do frasco e começou a passar as mãos em meu corpo.
- Não abusa garoto! – disse César ao dar uma palmada em meu bumbum – Não costumo fazer isso em marmanjos!
Recuei com o toque de suas mãos em minha bunda, aquilo me excitou e não foi só eu que senti isso, pois César exibia um volume grande sob sua sunga.
- Obrigado! – agradeci ao voltar a ficar de bruços, puxei levemente minha sunga e revelei a marquinha do bronzeado no meu bumbum.
De inocente não tinha nada, hoje vejo o quanto eu havia me tornado uma putinha, graças ao meu tio. O segurança parrudo parecia incomodado com a visão do meu bumbum.
 - Acho melhor passar um pouco na sua bundinha, está muito queimada de sol! – disse César ao tocar em sua rola endurecida.
Nada respondi, apenas me posicionei afim de facilitar a ação de César, antes ele olhou a nosso redor e percebemos que estávamos sozinhos naquela parte da praia, ele se colocou entre minhas pernas e puxou minha sunga, revelando minha bundinha morena e com leves toques ele passou o protetor sobre minha bunda desnuda, de propósito ou não, um pouco do líquido escorreu para dentro das minhas nádegas e pude sentir seu dedo áspero tocar em meu anelzinho melado, uma leve contração do meu cuzinho sinalizou o quanto aquilo estava ficando gostoso pra mim.
- O que você está fazendo? – perguntei ao recuar com a pressão do seu dedo em meu cu, tinha que fingir inocência, não poderia dar bandeira e deixar ele perceber o quanto estava acostumado com aquilo.
- Você não está gostando? – perguntou César ao recuar com seu toques em minha bunda – Estou apenas fazendo um carinho em você....se quiser eu paro..
Voltei ao ficar com a bunda empinada e deixei o segurança explorar meu cuzinho, que piscava a cada toque daquele dedo forçando a entrada, o que não demorou muito para aquele dedo grosso entrar dentro de mim, recuei com aquela invasão e segurei a mão de César afim de interromper aquela invasão, o cara atolou todo seu dedo em meu cuzinho e começou a tentar colocar outro dedo gritei de dor ao ter alojado dois enormes dedo dentro de mim.
César começa a abaixar sua sunga, ouvimos vozes se aproximando, eram meus amiguinhos da praia, o segurança sentou ao meu lado disfarçando e fiz o mesmo, aproveitei a passagem dos meninos e os acompanhei e voltei para a pousada. Passei a tarde pensando no ocorrido além de sentir o cu ardendo com a invasão dos dedos do segurança.
Mas eu queria mesmo era sentir outro tipo de ardência no cu, uma provocada por uma rola dura e grossa, pois era assim que imaginava a rola do segurança César. Após jantar com meu tio, disse que voltaria para casa afim de brincar de videogame, no caminho me deparei com César, ele piscou o olho para mim e tocou em sua rola, apontou o dedo em direção ao estacionamento, nessa hora senti uma excitação pelo o corpo, olhei em direção do meu tio, ele atendia os clientes atentamente, César já se encontrava dentro da cabine do estacionamento, depois soube que ele pediu o responsável do local um tempinho, tinha uma mina para traçar naquela noite, a mina na estória era eu, não pude deixar de rir com aquela revelação.
Com um misto de excitação e medo, entrei no lugar, não havia muita luz, mas dava para ver que o gigante estava completamente pelado, César me abraçou carinhosamente, meu coração acelerou e ele percebeu minha reação.
- Calma meu pequeno! – sussurrou ele ao apalpar meu bumbum – Pode confiar em mim, você vai gostar do que vamos fazer.
Era claro que iria gostar, mas ao tocar naquela anaconda ereta na minha frente, quase desisti, era uma rola grande e grossa, César me fez ajoelhar na sua frente e ofereceu sua pica para chupá-lo, e assim fiz, coloquei aquele pedaço de carne na minha boca e tentei abocanhar completamente a jeba negra, mas era grossa demais e minha boquinha não dava conta.
- Que delicia! – dizia César ao sentir minha boca em sua rola – Vai meu menininho....chupa gostoso essa rola.
Após alguns minutos, o segurança César me levou até uma mesa e me colocou deitado de costa, me deixou pelado, e brincou com o tamanho do meu pintinho ereto, agachou entre minhas pernas e chupou meu cuzinho com avidez, meu ponto fraco era sentir uma língua quente em meu cu, era gostoso demais, mas estremeci ao sentir o contato da cabeça da rolona do César forçando meu cu, ele colocava mais pressão, mas não conseguia entrar, eu não conseguia relaxar, o negão parrudo com a pica na entrada do meu cu, começou a mordiscar meus mamilos e assim fui relaxando, e com isso meu anelzinho foi se abrindo e aceitando a invasão daquele enorme pedaço de carne dentro de mim.
- Porra!!! – exclamou César ao ver meu cu dilatado com sua rola alojada – Que menininho mais gostoso....que cuzinho mais quentinho....delicia.
César forçava ainda mais a penetração de sua rola dentro de mim, queria ver até quando eu poderia suportar, aos doze anos certamente não daria conta de 23cms de rola no cu, mas ele parecia não se importar com aquele detalhe e continuou a bombar ainda mais forte, dava para ouvir o barulho do meu cuzinho dilatado absorvendo a jeba preta.
- Caramba, você é demais garoto! – dizia ele ao enfiar a rola dentro de mim – Estou apaixonado por esse cuzinho...
Fui colocado de bruços sobre a mesa e com o bumbum empinado enfrentei alguns minutos de roladas no cu, em algum momento César forçou sua rola dentro de mim com força e não pude deixar de chorar de dor, uma dor aguda no canal retal,o negão havia enterrado completamente sua rola dentro de mim, pude sentir seus pentelhos roçando na entradinha do meu cu, ele permaneceu atracado em mim por alguns minutos maravilhado com a visão da sua rola completamente dentro de mim, eu mesmo não acreditava no que havia acontecido, pois até agora não havia recebido uma rola tão grande dentro do meu rabo, 25cms era rola demais para um garoto receber dentro do cu. César segurando em minha mão, colocou ela até a entrada do meu cu e pude comprovar que só faltava entrar o saco dentro de mim, César preocupado com meu choro, procurou me acalmar e continuou a me penetrar com movimentos leves, e ao se aproximar do gozo, o segurança voltou a me penetrar com vigor, seu pau começou a pulsar dentro de mim e despejou seu esperma lá no fundo do meu cu, ele deitou-se sobre mim, seu coração batia forte, permanecemos assim por alguns instantes e nos despedimos, corri com as penas bambas para casa, procurei me assear ao fazer isso percebi meu cu com uma dilatação enorme e de dentro dele escorria uma mistura de sangue e esperma.




 Continua nos próximos capítulos.......
  

sábado, 12 de novembro de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO DANDO O CUZINHO DE CALCINHA

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MATEI O DESEJO DESSE CARA...QUERIA ME FUDER DE CALCINHA..FOI UMA DELICIA.