CD LULU, A VADIA

CD LULU, A VADIA

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ - LULU FUDENDO COM O SEGURANÇA DA POUSADA_PARTE 03

MAIS UM TRECHO DA FODA QUE TIVE COM CESÁR, O SEGURANÇA PAUZUDO, SEU CARALHÃO ENTRA PROFUNDO DENTRO DE MIM.....UMA DELICIA.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ - LULU FUDENDO COM O SEGURANÇA DA POUSADA_PARTE 02

MAIS UMA CENA DA FODA QUE TIVE COM CESÁR, O SEGURANÇA DA POUSADA DO MEU TIO....EU BEM NOVINHO JÁ ERA UMA PUTINHA .....

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ - LULU FUDENDO COM O SEGURANÇA DA POUSADA_PARTE 01

ESSE NEGÃO DO VÍDEO É O CÉSAR, O SEGURANÇA FORTÃO QUE ME FUDEU NO ESTACIONAMENTO DA POUSADA DO MEU TIO, FALEI DELE NO MEU ÚLTIMO CONTO, NESSE VÍDEO ESTOU MAIS CRESCIDINHO E JÁ GOSTAVA DE REGISTRAR MINHAS FODAS, O NEGÃO SOCOU ROLA NO MEU CU SEM DÓ.....FOI UMA DELICIA.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

LULU EM AÇÃO - FUDENDO NO MATO COM UM GAROTÃO TARADO

VAGABUNDA QUE SE PREZA NÃO RESISTE UMA ROLA....FUDI COM ESSE CARINHA  NUM TERRENO ABANDONADO....ENCONTREI ELE ENQUANTO FAZIA CAMINHADA.....O CARA COMEU MEU CUZINHO COM GOSTO...FOI UMA DELICIA.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

LULU EM AÇÃO - LEVANDO ROLA DE UM NEGÃO NO BANHEIRO DO SHOPPING

QUEM É VADIA COMO EU NÃO DISPENSA UMA ROLA.....FOI UMA FODA RAPIDINHA DENTRO DE UM SHOPPING NUMA TARDE MUITO PROVEITOSA.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CONTOS DE LULU (Capítulo 13) O DIA EM QUE LULU DEU O CU PARA O SEGURANÇA PAUZUDO


Voltar para junto do meu tio de alguma forma foi um alivio, minha estadia no sitio dos avôs do meu primo Caio foi uma loucura, no caminho de volta para a pousada, Caio pediu para eu não contar para seu pai o que havia acontecido, da noite em que fui abusado por ele e seus primos, minha vontade era de contar tudo para meu tio, mas minha raiva já havia passado e também não podia negar que foi gostoso ter conhecido outras rolas e de ter sido tão desejado, era uma sensação que nunca havia experimentado e nem podia, na época eu era apenas uma criança que ainda estava aprendendo a lidar com sentimentos e sensações nunca antes vividas.
Fui recebido por meu tio com muito carinho.
- Eita! Moleque senti sua falta! – disse meu tio ao me abraçar e beijar meu rosto – Foi bom o final de semana na roça?
- Lulu andou até de cavalo! – falou Caio ao se jogar na cama exausto – O moleque só não gostou dos grilos e dos mosquitos....
- E dos sapos – falei ao lembrar dos bichos pulando na minha frente – Tio lá tem sapos enormes.....feios....muito nojentos!
Meu tio não esperou nem a noite chegar, foi logo me levando pro quarto e me fudeu com vontade, sua rola dura e grossa me rasgava sem dó, fazia tempo que ele não agia assim comigo, cheguei a pedir para ele parar, mas não me atendeu continuou a me penetrar com força, nem adiantou a pomada com efeito anestésico que costumava passar em mim para aliviar minhas dores, senti cada centímetro dos 20cm de sua rola ganhar espaço dentro de mim.
- Que delicia meu amor! – balbuciava ele ao gozar dentro de mim – Que cuzinho delicioso!
Após matar seu desejo, meu tio liberou meu cuzinho parar meu primo que esperava ansioso batendo punheta ao observar o pai me fudendo, permaneci deitado de bruços com a bunda empinada esperando a rola de Caio entrar em mim, e assim ele fez ao me segurar pela a cintura e cravar sua jeba no meu rabinho amaciado pelas roladas do meu tio, já acostumado com a dor, empinei ainda mas minha bunda e recebi feito uma putinha a pika dura do Caio que estremeceu ao gozar dentro do meu anelzinho rasgado.
A minha volta para a pousada não mudou nada, a mesma rotina de sempre, praia na parte da manhã, jogar videogame na tarde e transar a noite com meu tio. Estava jantando com meu tio na pousada quando apareceu César o segurança da pousada, ele cumprimentou meu tio e passou a mão na minha cabeça ao se retirar.
- Que homem grande tio! – falei ao continuar meu jantar – Parece o incrível Hulk.
Meu tio sorriu com a minha observação.
Após aquela noite, César não saía da minha cabeça, devia ter uns trinta anos, era fortão, parecia um armário ambulante, e não posso negar que fiquei curioso com o tamanho de sua rola, devia ser monstruosa. Estava tomando um banho na praia quando avisto César, ele se aproxima de mim e senta ao meu lado.
- Tomando um bronze patrãozinho! – disse ele ao olhar para mim – Porquê você não está na piscina da pousada....você é muito pequeno para andar sozinho na praia....
- Não sou mais criança! – respondi aborrecido, me irritava quando me tratavam como tal – Já tenho doze anos, sei me cuidar, que perigo passaria aqui nessa praia tão tranquila?
César soltou uma gargalhada e acariciou minha cabeça.
- Menino, você ainda é muito inocente, não imagina o perigo a sua volta.
Ao dizer aquilo, César vai dar um mergulho e fico observando-o, o segurança era musculoso e impressionante além de bonito, não pude deixar de notar o volume de sua mala ao se aproximar de mim, ele deu um ajeitada na rola ao sentar ao meu lado, eu bobo nem nada me deitei de bruços para bronzear minhas costas, já havia percebido as olhadas dele na minha bunda quando o avistava na pousada e ali seria uma ótima oportunidade de matar a curiosidade dele.
- Você poderia passar o protetor na minhas costas! – pedi ao ajeitar minha sunga – O sol está muito quente.
Não pude deixar de ver o brilhos nos olhos do segurança ao ouvir meu pedido, sem demora César untou minhas costas com o líquido do frasco e começou a passar as mãos em meu corpo.
- Não abusa garoto! – disse César ao dar uma palmada em meu bumbum – Não costumo fazer isso em marmanjos!
Recuei com o toque de suas mãos em minha bunda, aquilo me excitou e não foi só eu que senti isso, pois César exibia um volume grande sob sua sunga.
- Obrigado! – agradeci ao voltar a ficar de bruços, puxei levemente minha sunga e revelei a marquinha do bronzeado no meu bumbum.
De inocente não tinha nada, hoje vejo o quanto eu havia me tornado uma putinha, graças ao meu tio. O segurança parrudo parecia incomodado com a visão do meu bumbum.
 - Acho melhor passar um pouco na sua bundinha, está muito queimada de sol! – disse César ao tocar em sua rola endurecida.
Nada respondi, apenas me posicionei afim de facilitar a ação de César, antes ele olhou a nosso redor e percebemos que estávamos sozinhos naquela parte da praia, ele se colocou entre minhas pernas e puxou minha sunga, revelando minha bundinha morena e com leves toques ele passou o protetor sobre minha bunda desnuda, de propósito ou não, um pouco do líquido escorreu para dentro das minhas nádegas e pude sentir seu dedo áspero tocar em meu anelzinho melado, uma leve contração do meu cuzinho sinalizou o quanto aquilo estava ficando gostoso pra mim.
- O que você está fazendo? – perguntei ao recuar com a pressão do seu dedo em meu cu, tinha que fingir inocência, não poderia dar bandeira e deixar ele perceber o quanto estava acostumado com aquilo.
- Você não está gostando? – perguntou César ao recuar com seu toques em minha bunda – Estou apenas fazendo um carinho em você....se quiser eu paro..
Voltei ao ficar com a bunda empinada e deixei o segurança explorar meu cuzinho, que piscava a cada toque daquele dedo forçando a entrada, o que não demorou muito para aquele dedo grosso entrar dentro de mim, recuei com aquela invasão e segurei a mão de César afim de interromper aquela invasão, o cara atolou todo seu dedo em meu cuzinho e começou a tentar colocar outro dedo gritei de dor ao ter alojado dois enormes dedo dentro de mim.
César começa a abaixar sua sunga, ouvimos vozes se aproximando, eram meus amiguinhos da praia, o segurança sentou ao meu lado disfarçando e fiz o mesmo, aproveitei a passagem dos meninos e os acompanhei e voltei para a pousada. Passei a tarde pensando no ocorrido além de sentir o cu ardendo com a invasão dos dedos do segurança.
Mas eu queria mesmo era sentir outro tipo de ardência no cu, uma provocada por uma rola dura e grossa, pois era assim que imaginava a rola do segurança César. Após jantar com meu tio, disse que voltaria para casa afim de brincar de videogame, no caminho me deparei com César, ele piscou o olho para mim e tocou em sua rola, apontou o dedo em direção ao estacionamento, nessa hora senti uma excitação pelo o corpo, olhei em direção do meu tio, ele atendia os clientes atentamente, César já se encontrava dentro da cabine do estacionamento, depois soube que ele pediu o responsável do local um tempinho, tinha uma mina para traçar naquela noite, a mina na estória era eu, não pude deixar de rir com aquela revelação.
Com um misto de excitação e medo, entrei no lugar, não havia muita luz, mas dava para ver que o gigante estava completamente pelado, César me abraçou carinhosamente, meu coração acelerou e ele percebeu minha reação.
- Calma meu pequeno! – sussurrou ele ao apalpar meu bumbum – Pode confiar em mim, você vai gostar do que vamos fazer.
Era claro que iria gostar, mas ao tocar naquela anaconda ereta na minha frente, quase desisti, era uma rola grande e grossa, César me fez ajoelhar na sua frente e ofereceu sua pica para chupá-lo, e assim fiz, coloquei aquele pedaço de carne na minha boca e tentei abocanhar completamente a jeba negra, mas era grossa demais e minha boquinha não dava conta.
- Que delicia! – dizia César ao sentir minha boca em sua rola – Vai meu menininho....chupa gostoso essa rola.
Após alguns minutos, o segurança César me levou até uma mesa e me colocou deitado de costa, me deixou pelado, e brincou com o tamanho do meu pintinho ereto, agachou entre minhas pernas e chupou meu cuzinho com avidez, meu ponto fraco era sentir uma língua quente em meu cu, era gostoso demais, mas estremeci ao sentir o contato da cabeça da rolona do César forçando meu cu, ele colocava mais pressão, mas não conseguia entrar, eu não conseguia relaxar, o negão parrudo com a pica na entrada do meu cu, começou a mordiscar meus mamilos e assim fui relaxando, e com isso meu anelzinho foi se abrindo e aceitando a invasão daquele enorme pedaço de carne dentro de mim.
- Porra!!! – exclamou César ao ver meu cu dilatado com sua rola alojada – Que menininho mais gostoso....que cuzinho mais quentinho....delicia.
César forçava ainda mais a penetração de sua rola dentro de mim, queria ver até quando eu poderia suportar, aos doze anos certamente não daria conta de 23cms de rola no cu, mas ele parecia não se importar com aquele detalhe e continuou a bombar ainda mais forte, dava para ouvir o barulho do meu cuzinho dilatado absorvendo a jeba preta.
- Caramba, você é demais garoto! – dizia ele ao enfiar a rola dentro de mim – Estou apaixonado por esse cuzinho...
Fui colocado de bruços sobre a mesa e com o bumbum empinado enfrentei alguns minutos de roladas no cu, em algum momento César forçou sua rola dentro de mim com força e não pude deixar de chorar de dor, uma dor aguda no canal retal,o negão havia enterrado completamente sua rola dentro de mim, pude sentir seus pentelhos roçando na entradinha do meu cu, ele permaneceu atracado em mim por alguns minutos maravilhado com a visão da sua rola completamente dentro de mim, eu mesmo não acreditava no que havia acontecido, pois até agora não havia recebido uma rola tão grande dentro do meu rabo, 25cms era rola demais para um garoto receber dentro do cu. César segurando em minha mão, colocou ela até a entrada do meu cu e pude comprovar que só faltava entrar o saco dentro de mim, César preocupado com meu choro, procurou me acalmar e continuou a me penetrar com movimentos leves, e ao se aproximar do gozo, o segurança voltou a me penetrar com vigor, seu pau começou a pulsar dentro de mim e despejou seu esperma lá no fundo do meu cu, ele deitou-se sobre mim, seu coração batia forte, permanecemos assim por alguns instantes e nos despedimos, corri com as penas bambas para casa, procurei me assear ao fazer isso percebi meu cu com uma dilatação enorme e de dentro dele escorria uma mistura de sangue e esperma.




 Continua nos próximos capítulos.......
  

sábado, 12 de novembro de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO DANDO O CUZINHO DE CALCINHA

MATEI O DESEJO DESSE CARA...QUERIA ME FUDER DE CALCINHA..FOI UMA DELICIA.

domingo, 6 de novembro de 2016

CD LULU EM AÇÃO - DANDO GOSTOSO PARA TRÊS IRMÃOS LOUCOS POR CÚ

 
ENCONTREI ESSES IRMÃOS ATRAVÉS DO SKYPE, NÃO SE CONTENTARAM EM SÓ GOZAREM ME VENDO NA WEBCAM, ACEITEI O CONVITE DELES PARA ME FUDEREM.....E ASSIM FUI, OS TARADOS ME FUDERAM GOSTOSO......FOI UMA DELICIA.

sábado, 29 de outubro de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO - TENDO O CU DESTRUIDO PELO O SEGURANÇA

ADORO SER PUTINHA DE SEGURANÇAS, CONHECI ESSA NEGÃO NUMA BOATE, APÓS O FIM DA BALADA, ELE ME FUDEU GOSTOSO NUMA CABINE PRIVADA, GENTE O CARA ESTAVA COM MUITO TESÃO....TEMI QUE ALGUÉM OUVISSE O SOM DAS ROLADAS NO MEU RABO....PLOC...PLOC.....UMA DELICIA.

domingo, 23 de outubro de 2016

CD LULU EM AÇÃO - ENCARANDO O ROLÃO DO VIGILANTE GOSTOSÃO


HAVIA ALGUM TEMPO QUE ESSE VIGILANTE VIVIA ME PERSEGUINDO, POIS UM DOS PORTEIROS QUE ME FODEM POR AI, FALOU DE MIM.....O TARADO QUERIA ME FUDER TODO MONTADINHO DE LULU, A VADIA....NÃO PODIA NEGAR ESSE PEDIDO A ELE,  FIZ O QUE ELE ME PEDIU E DEI MEU CUZINHO PRA ELE.....VEJAM COMO O TARADO ESTAVA APRESSADO....POIS ESTAVA NA HORA DO SEU EXPEDIENTE DE TRABALHO....ME FUDEU NO QUARTINHO DO PORTEIRO DO CONDOMÍNIO.....UMA DELICIA.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO - FUDENDO COM O AMIGO DO PRIMO

MEU PRIMO CAIO TEM AMIGOS BEM GOSTOSOS E MUITOS SACANAS....DEI GOSTOSO PRA ESSE QUE VIVIA ME CONVIDADO PARA FUDER...FOI UMA DELICIA.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

CONTOS DE LULU (Capítulo 12) MUITA ROLA NA DESPEDIDA DE LULU NO SITIO DO VÔVÔ BENTO


Mais um para me fuder,  pensei ao me afastar  com o cu cheio de porra do vovó Bento, não conseguia acreditar no que havia acabado de acontecer,  rapidamente fui para o banheiro me assear.
Ao tomar banho sinto um leve ardor no cu, a rola do velho era muito grossa e me deixou com o cu dolorido.  Estava saindo do banheiro quando meu primo Caio aparece na porta  e já com a rola na mão me oferece para chupá-lo.
- Vamos brincar um pouquinho priminho! – disse ele ao me impedir de sair do banheiro – Estou cheio de tesão.
- Não quero! – falei ao tentar me soltar – Não quero mais brincar com você disso.
- Que é isso pirralho! – disse Caio ao me abraçar com carinho – Eu sei que você gosta da nossa brincadeira....sei que você adora dar essa bundinha  pro primo.
Ao dizer isso Caio retirou a tolha que estava na minha cintura me deixando pelado e me forçou a deitar de bruços sobre a cama com a bundinha empinada, pronta para ser fudida.
Antes de meter sua rolona dentro de mim, Caio fechou a porta do quarto e cobriu meu corpo com o seu, antes lambuzou meu rabinho com saliva, encaixou sua pika na portinha do meu cu e meteu com força, me arrancando um grito de dor, mas prontamente abafado por Caio, receoso que alguém me escutasse. Com a mão na minha boca, Caio continuou metendo sua rola dentro do meu cu com força, lágrimas tomaram conta dos meus olhos, mas isso não importava para meu primo,  seu tesão aumentava com a quantidade de lágrimas que escorriam pelo meu rosto, era sempre assim, ele gostava de me castigar com sua rolona negra no meu cuzinho de criança.
- Está doendo, priminho? – perguntou Caio ao me beijar no rosto – Isso é pra você deixar de fazer doce comigo e liberar esse cuzinho gostoso pra mim quando eu pedir seu viadinho.
Ao ouvir aquilo, dei uma mordida na mão do Caio, fazendo ele urrar de dor, aproveitei  a ocasião e corri para fora do quarto, esbarrando em Bastião.
- O que aconteceu, Luluzinho? – perguntou o peão ao me segurar .
- Esse merdinha me mordeu! – vociferou Caio ao se aproximar de mim com raiva – Vou te encher de porrada seu viadinho...
Diante da fúria de Caio ao se aproximar de mim, Bastião se coloca na minha frente me protegendo.
- Sai da frente! – disse Caio ao me pegar – Vou dar uma lição nesse pirralho é agora!
Ao dizer isso, Caio me dar duas palmadas forte na minha bunda desnuda, pois quando fugi dele esqueci de colocar a tolha em meu corpo. Diante da atitude de Caio, Bastião dar um empurrão nele, fazendo meu primo se afastar de mim.
-  Está maluco, cara! – exclamou o peão ao olhar para Caio – Nele você não encosta mais a mão.
- O que está acontecendo aqui? – perguntou Vô Bento ao se aproximar
Caio tenta se explicar para Vô Bento o que havia acontecido, reclamou que eu havia mordido ele só por causa de uma brincadeira, Bastião sorriu, certamente imaginava  o tipo de brincadeira que o primo estava falando e tocou discretamente em meu bumbum. Depois da bronca do avô, Caio e Bastião se retiraram.
- Olha só o que aquele malvado fez com o menino! – disse vô Bento ao observar minha bundinha marcada com as palmadas – Está doendo?
Nada respondi, limitei a enxugar minhas lágrimas e fui para o quarto me vestir. Percebi que Vô Bento estava excitado, ele carinhosamente me abraçou pelas as costa roçando seu volume na minha bunda.
Ao longe ouvimos a voz de Vó Irene nos chamando para almoçar, suspirei aliviado, não estava afim de “brincar” com ninguém  naquele momento. Me vesti rapidamente e acompanhei Vô Bento para o almoço.
Após o almoço procurei dormir um pouco, estava chateado demais,  ainda podia sentir a mão pesado do Caio batendo em minha bunda, as marcas ainda permaneciam não me deixando esquecer.
Despertei com meu primo Caio acomodando-se ao meu lado, me acariciando, me pedindo desculpa pelas palmadas, nada respondi  apenas acariciei sua rola, foi minha maneira de aceitar suas desculpas.
- Safadinho! – murmurou Caio ao meu ouvido – Você sabe me deixar louco.
Caio colocar sua rola para fora e pedi para eu chupá-lo, obedeço e faço aquele pedaço de carne negra ganhar forma, a rola do meu primo endurece feito pedra, ele geme se deliciando com minha boca sugando-o seu cacete, faço isso por alguns minutos,  sou colocado de quatro na cama e logo meu cuzinho é preenchido com a pica dura de Caio que deslizou para dentro de mim, me arrancando um gemido de dor.
Deixo meu primo bombar a vontade para dentro de mim, sua rola ainda não cabia totalmente dentro de mim devido sua extensão, meu cuzinho ainda não estava pronto para seus 22cms de rola.
Após gozar fartamente dentro do meu cu, Caio se retira, me deixando na cama me recuperando.
Mas o dia prometia mais ação,  depois de descansar um pouco após fuder com meu primo Caio,  resolvi dar um passeio no sítio e uma excitação  tomou conta do meu corpo ao avistar os peões Bastião e Bira no estábulo tratando dos cavalos, lembrei de suas rolas deliciosas.
- Veja só, o Luluzinho veio nos visitar! – disse Bira ao me ver .
Bastião se aproxima de mim e acaricia minha cabeça.
- Cadê o valentão? – perguntou ele ao olhar pra mim – O que você fez para ele ficar tão furioso daquele o jeito?
- Ele queria “brincar”! – falei ao acaricia o cavalo – E mordi sua mão.
Os peões se olharam e caíram na gargalhada, eles entenderam o tipo de brincadeira que eu estava falando, para eles eu não passava de um menininho inocente sem malicia, mas estavam enganados, começava a entender o que estava acontecendo, havia descoberto o prazer do sexo e era isso que eu vim buscar naquele momento.
- Veja como ele me deixou! – falei ao abaixar meu short e mostrar minha bundinha marcada.
- Puta que pariu! – exclamou Bira ao observar minha bunda – Que cara cretino.....a bundinha do garoto está toda marcada!
- Ele só não bateu mais porque eu não deixei! – disse Bastião ao me fazer sentar em seu colo – Mas o tio Bastião te protegeu não foi meu amiguinho?
O clima estava ficando do jeito que eu queria, pensei ao me acomodar sobre o volume da rola do negão Bastião, tentei levantar novamente meu short mas fui impedido por Bastião, o tarado colocou sua rola para fora e posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho.
- Você não vai negar uma brincadeira com seu amigão, vai? – falou Bastião ao meu ouvido.
Acenei com a cabeça concordando,  meu cuzinho piscava de tanto tesão, me despi, e continuei sobre a rola imensa do negão, que estava ereta pronta para me invadir.
- Caralho, que moleque mais safado! – exclamou Bira ao ver toda aquela situação, seu pau parecia querer rasgar sua calça de tão duro.
Bastião pediu o irmão mais novo prestar atenção no movimento ao redor, receoso que fossemos descoberto. Me acomodo entre as pernas do peão e abocanho a sua rola cabeçuda, mas era impossível, minha boca era muito pequena para isso, limitei apenas a sugar o melzinho que saia dela, o negão se contorcia de tesão, o cheiro de macho exalava de suas virilhas, aquilo me excitava ainda mais. Bira aproxima de mim e coloca também sua rola na minha boca, a dele eu conseguia abocanhar, pois era mais fina, mas bastante comprida.
Enquanto eu chapava Bira, o peão Bastião pediu para eu sentar em seu cacete e assim fiz, antes ele passou a língua em meu cuzinho me lambuzando de saliva afim de facilitar a penetração, coloquei-me sobre aquela anaconda e forcei meu buraquinho contra aquela cabeça enorme, forcei umas duas vezes e nada de entrar, imaginei  que meu cu estaria dilatado o suficiente, pois não fazia muito tempo que a rola do primo Caio havia entrado ali.
- Vamos lá seu safadinho! – disse Bira ao me forçar a sentar sobre a rola do irmão – Sei que você consegue....não é a primeira vez que essa rola entra nesse cuzinho.
Ele tinha razão, tentei novamente,  forcei com mais força e finalmente sinto uma enorme invasão no meu cu, a cabeçona da rola do negão Bastião ganhou espaço dentro de mim, permaneci imóvel em seu colo, com a rola alojada no cu enquanto ele movia-se para dentro de mim suavemente.
- Delicia da porra! – exclamou Bastião ao segurar na minha cintura e me levantar ainda alojado dentro do meu cu e começar a andar comigo feito um boneco preso ao seu corpo pelo o estábulo.
- Tá maluco irmão? – perguntou Bira preocupado – Pode aparecer alguém.
Também fiquei temeroso e pedi para parar, mas não fui atendido, Bastião me passou para Bira que estava sobre um cavalo, nu com a rola ereta e pediu para eu sentar com ele na cela, Fui colocado na frente do peão mais novo, com o cu devidamente alocado sobre a rola, aquilo estava ficando delicioso, enquanto o cavalo trotava eu podia sentir a rola me penetrando num vai e vem delicioso, estava entregue as taras daqueles irmãos deliciosos, logo Bira encheu meu cu de esperma, urrando de prazer, Bastião toma seu lugar no cavalo e me faz sentar em sua imensa rola, a gala do seu irmão no meu cu serviu de lubrificante, pois não tive dificuldade de engolir mais da metade daquela jeba no cu, cada movimento do cavalo me fazia gemer de dor, pois podia sentir que a rola de Bastião atingir os limites das minhas entranhas, era assustador a profundidade que aquela rola atingiu dentro de mim, dos 27cms que ele afirmava possuir, pelo menos 22cm dele estava dentro de mim.
- Caralho!!! – Exclamou Bastião ao ver seu pau atolado em mim – Que menino mais delicioso.....
- O carinha agüenta rola, mano! – Disse Bira ao me tirar de cima do cavalo – Quando ele crescer vai engolir facilmente um jumento....porra de menino safado.
Bastião ainda não havia gozado e pediu para eu sentar novamente em sua rolona e fazê-lo gozar, obedeci e me acomodei sobre ele e comecei a mover meu cuzinho em sua jeba, Bira colocou sua rola em minha boca e me fez chupá-lo fazendo ele ficar de pau duro novamente e se acomodou atrás de mim e forçou a entrada de sua rola também em mim, mas aquilo seria impossível, uma dupla penetração seria demais, ainda era uma criança. Bira permaneceu com sua rola na entradinha do meu cu ocupado com a rola do irmão e aproveitou os movimentos que eu fazia num vai-e-vem e combinando com o irmão, os dois gozaram, primeiro Bastião enchendo meu cu de porra e depois Bira que aproveitou a saída da rola do irmão do meu cu e depositou também seu leitinho nas profundezas do meu rabinho.
Voltei para casa com o cu cheio de porra, rapidamente fui até o banheiro  e coloquei pra fora toda a gala que podia está dentro de mim, meu cu estava muito dilatado podia entrar facilmente três dedinhos meus dentro dele, além do incomodo que sentia na barriga, era como se a rolona do Bastião tivesse tocado em meu intestino, certamente devia ter acontecido isso, pensei ao lembrar do tamanho da rola do negão Bastião.
Imaginei que minha cota de rola havia acabado com os irmãos peões, mas havia esquecido do Vô Bento, que no meio da noite, após todo mundo dormir, o velho veio no meu quarto afim de me fuder.
Caio dormia ao lado tranqüilamente, e Vô Irene também, acompanhei Vô Bento ainda sonolento até a cozinha, era o lugar mais distante da casa e podíamos “brincar” mais a vontade, segundo ele. Na verdade não estava muito afim,  mas quando Vô Bento colocou sua língua no meu cuzinho despertei  e uma excitação tomou conta do meu corpo, o velho passava sua língua áspera na borda do meu cuzinho, seu bigode arranhava minha bundinha lisa. Enquanto ele fazia isso, tocava em seu membro freneticamente, o velho me acomodou num banquinho alto, deixando meu bumbum empinado para o bel prazer do velho.
Vô Bento ficou pincelado sua rola ainda mole no meu cuzinho, o contato daquela rola me fez piscar o cu, o velho mais uma vez voltou a chupar meu cu e sua língua  forçava a entrada, me levando a loucura.
- Que molequinho mais safado! – murmurou Vô Bento a perceber meu cu piscando – O cuzinho está pedindo rola.
Segurei a rola do Vô Bento e abocanhei  aquela jeba grossa e peluda, o velho se contorceu de prazer e começou a dedilhar meu cuzinho enquanto eu chupava seu cacete. O velho me posicionou novamente com o bumbum empinado e foi até a geladeira e trouxe o vasilhame  de manteiga e um pepino bem grosso, gelei ao ver aquilo, meu temor se tornou realidade, após besuntar bastante o pepino, o velho tarado atolou  dentro do meu cu, reclamei da dor, mas ele pediu para eu relaxar e assim fim, empinei mais minha bunda e o legume ganhou mas espaço dentro de mim e com movimentos leves e compassados, Vô Bento se deliciava com a abertura que aquele pepino proporcionava ao meu cuzinho dilatado, nunca imaginaria que Vô Bento fosse tão tarado, após alguns minutos de pepinada no rabo, meu cu recebeu a rola dura do velho que deslizou facilmente para dentro de mim até o talo, apesar de muito grossa, a rolo do Vô bento não era muito grande, podia sentir seu saco tocando em minha bunda e seus pentelhos roçando em mim, pensei que o velho fosse ter um troço ao inundar meu cu de porra, o tarado estremeceu todo, me puxando contra seu corpo como quisesse enfiar também seu saco dentro. Com um beijo em meu rosto, Vô Bento volta pro seu quarto, enquanto isso também volto para o meu.





Continua nos próximos capítulos.......
  

sábado, 1 de outubro de 2016

LULU, O MORENINHO VADIO - MATANDO A SAUDADE DA ROLA DO PRIMÃO

FUDER COM MEU PRIMO É SEMPRE ASSIM, COM PEGADA  FORTE,  O NEGÃO ADORO ME VER GEMENDO COM SUA ROLONA ME RASGANDO.....UMA DELICIA.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

LULU EM AÇÃO - DANDO O RABINHO PRO MORENÃO

DELICIA ESSE MORENÃO, ME FUDEU GOSTOSO, TIVE APENAS DE DEITAR BRUÇOS E LEVAR MUITAS ROLADAS....UMA DELICIA.

sábado, 24 de setembro de 2016

LULU O MORENINHO VADIO - DANDO O CU PRO PEÃO

DEI GOSTOSO PARA ESSE PEÃO QUE CONHECI NUMA FEIRA AGRO-PECUARIA AQUI NA MINHA  CIDADE...FOI UMA DELICIA.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ - LULU AINDA NOVINHO TOMANDO NO CU COM UM AMIGO DO TIO


ESSE CARA ERA UM AMIGO DO MEU TIO....FUI FUDIDO COM O CONSENTIMENTO DELE QUE ADORAVA ME EMPRESTAR PARA SEUS AMIGOS

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

LULU O MORENINHO VADIO - DANDO O CU PRO ZELADOR DA CONSTRUÇÃO

VADIA QUE É VADIA NÃO RECUSA ROLA, DEI PRA ESSE COROA QUE TRABALHA NUMA OBRA PRÓXIMO A MINHA CASA.....UMA DELICIA

sábado, 10 de setembro de 2016

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

CONTOS DE LULU (Capítulo 11) O DIA EM QUE LULU FOI ABUSADO PELO VÔVÔ BENTO



Foi difícil para me levantar da cama depois da noite anterior, onde fui usado e abusado por meu primo e seus primos peões, meu corpo estava dolorido, minhas pernas não me obedecia, com dificuldade fui ao banheiro afim de me assear, ao despir minha cueca pude perceber marcas de sangue e esperma nela, toquei em meu cu e senti  um inchaço ao seu redor, estava dolorido, não era pra menos, três rolas enormes haviam entrado ali, me rasgando, ganhando espaço dentro de mim, só tinha doze anos e já suportava tamanha invasão no cu.
Caio, meu primo não se encontrava em casa, soube por sua avó que ele havia saído e não sabia dizer para onde, o cretino ainda iria me pagar por ter me feito passar por aquilo, por me fazer de brinquedo sexual pros outros.
Após tomar um anti-inflamatório, meu tio sempre fazia eu tomar um após me fuder, não seria bobo de sair de casa sem um e a pomada que usava na minha bundinha para aliviar os efeitos das penetrações. Permaneci deitado a manhã quase toda, o dolorido do corpo e o inchaço do meu cuzinho já não incomodava mais, embora um leve ardor ainda me fazia lembrar do dia de ontem.
- O menino está doente? – perguntou Vô Bento ao entrar no quarto
- Não Vô...estou bem! – respondi ao me sentar na cama e me cobrir rapidamente ao perceber que estava pelado sob o lençol.
Vô Bento sorriu com meu constrangimento, se aproximou e me entregou minha cueca que estava próximo a mim.
- Isso deve ser sua! – disse ele ao olhar pra mim e sorrir – Não precisa ter vergonha.....afinal somos homens.....
Rapidamente me vesti e ao fazer isso percebi o olhar do Vô Bento em meu bumbum, conhecia muito bem aquela reação, seus olhos brilhavam feito um lobo velho.
Vô Bento era um senhor maduro, mas bem robusto, parecia um coronel, andava sempre de chapéu e mantinha um enorme bigode, Caio sempre me falava sobre ele, e ao vê-lo pela a primeira vez, parecia que eu já o conhecia, gostei dele assim que nos encontramos.
Sempre atencioso, Vô Bento fez questão de me mostrar cada canto do seu sítio e demonstrava muito carinho comigo, mas bobo como eu era na época, não percebia a intenção por trás daqueles carinhos, Vô Bento seria o próximo a abusar de mim.
Vim passar um final de semana em Ilhéus antes de voltar para casa em fortaleza, mas se soubesse o que eu iria passar nesses dias não teria aceitado o convite do meu primo. 
Caio, o cretino do meu primo acabou confessando que tudo o que aconteceu foi premeditado, minha presença no sítio tinha essa finalidade, de ser usado por seus primos peões,  disse  que num dia de bebedeira deles, falavam sobre putaria e no meio dessas conversas  falaram sobre  fuder garotos, claro que os peões declararam que jamais fariam isso, Caio então, segundo ele, acabou falando que conhecia um moleque que caso eles conhecessem mudariam de idéia e acabou confessando que também havia mudado de idéia, deixando claro que havia feito sexo comigo, claro que o moleque da conversa seria eu, seu priminho querido.
Após esse dia, os peões  começaram a perturbar Caio, zombando da sua revelação, chateado com suas brincadeiras, resolveu me trazer até o sítio, e me disse  que de alguma forma eu iria também seduzi-los, não gostei de saber de ser usado por meu primo, no momento que ouvi toda aquela explicação dele, comecei a bater nele com raiva, mas era como bater em um muro de pedra, Caio já era um negão forte, ele só fazia rir diante da minha tentativa de bater nele, só parei com a intervenção da Vó Irene que não entendeu porque eu estava chorando.
- O que você fez a esse menino ? – perguntou Vó Irene ao me acalmar – Não tem vergonha de perturbar essa criança?
- Não fiz nada vovó! – respondeu Caio - Ele é muito mimado, cheio de frescura.....
Depois dessa conversa, sai para passear pelo o sítio, avistei ao longe os irmãos peões, eles estavam banhando os cavalos, sem eles me verem fiquei observando-os, lembrei da noite de ontem, do jeito que eles me usaram do jeito que quiseram, mas não conseguia ter raiva deles, Caio tinha razão, eles não conseguiram me rejeitar, pude perceber com a voracidade que eles me pegaram, meu cuzinho não me deixava esquecer.
- Está com saudade dos meus primos? – disse Caio ao me colocar nos braços e me levar até próximo os peões – Olha gente, acabei de encontrar esse bezerrinho fofinho!
- Me solta! – gritei ao tentar me livrar dos braços do meu primo.
- Fofinho e muito gostoso! – disse Bira ao olhar pra mim e tocar na rola – Que cuzinho mais gostoso esse moleque tem, já estou de pau duro!
- Solta o moleque! – pediu Bastião ao olhar para Caio – Ele deve está machucado.....
- Que nada, Bastão! – sorrir Caio ao me colocar no chão – Esse pirralho é muito valente, imagine quando esse porcaria crescer?...
Meu primo Caio tinha razão, eu só tinha doze anos, 1.50cm e 40kg na época, e já passava por isso tudo, e confesso que aprendi a gostar de dar o cu, mas só para Caio e meu tio, agora que começava a ter coragem de conhecer rolas de outros adultos.
Ao me soltar dos braços do meu primo Caio, tentei correr, mas escorreguei e cai de bunda na lama da lavagem dos cavalos, Caio e seus primos peões caíram na gargalhas e comecei a chorar de raiva.
- Vocês deviam ter vergonha! – reclamou Vô Bento ao se aproximar e me levantar -  Tão grandes e fazendo raiva a criança!
- Não fizemos nada a ele Vô! – disse Caio ao continuar sorrindo – Esse bostinha é muito molenga...
Vô Bento ao me levar de volta para casa, me fez subir em seu cavalo, fui colocado sentado á sua frente, no caminho percebi um volume duro sob a calça do velho roçando em minha bunda, recuei do contato, para despistar disse que temia sujar sua calça, afinal estava todo enlameado, mas Vô Bento nada respondeu, apenas me acomodou novamente entre suas pernas sobre o cavalo e continuou a roçar sua rola em mim, aquilo me excitou, e assim permaneci durante o trajeto até a casa, o cavalo trotava e cada movimento minha bundinha pressionava a rola do velho, que parecia dura feito uma pedra.
Ao me retirar do cavalo, Vô Bento estava excitado,  fingi não perceber e seguimos para dentro de casa, meu calção estava muito sujo de lama, e a calça do Vô Bento também.
Enquanto Vô Bento foi trocar de roupa, fui para o banheiro afim de me limpar da lama do corpo, me despi e fui para baixo do chuveiro e tomei  banho, mas a lembrança do ocorrido no caminho de volta para casa me deixou excitado, Vô Bento  de pau duro roçando em minha bunda, se isso tivesse acontecido há algumas semanas atrás eu certamente teria estranhado, mas isso para mim estava se tornando natural. 
Ao me secar após o banho percebo que Vô Bento me espiava pela a porta entreaberta do banheiro, fingi não vê-lo e deixei ele me observar, acariciei meu bumbum levemente, e ao passar a mão, senti um ardor em meu cuzinho e gemi de dor, estava dolorido mesmo.
Coloquei a toalha sobre minha cintura e voltei para o quarto, Vô Bento já havia se retirado da porta ao perceber minha aproximação.  Estava procurando minha pomada para passar no meu cuzinho, quando Vô Bento se aproxima de mim.
- Está machucado? – perguntou ele ao olhar a pomada em minha mão.
Fiquei em silêncio olhando para Vô, a presença do velho a minha frente me deixou sem ação, Vô Bento estava apenas de calça, revelando um peitoral forte e muito peludo, seus pêlos eram  grisalhos, igual a seu cabelo.
-  Eu estou com dor aqui! – respondi ao retirar a toalha da cintura e exibir meu bumbum – Acho que fiquei assado ao andar de cavalo.
Eu sabia da intenção do Vô Bento ao me cercar, e aquilo estava começando a ficar interessante, se ele pensa que sou um menino bobinho, ele está muito enganado, mas não iria estragar o tesão do velho.
Vô Bento, parecia babar ao olhar minha bunda moreninha, o velho olhou temeroso em direção á porta do quarto, com receio de que alguém  nos visse ali sozinhos.
- O menino deixa eu passar a pomadinha? – perguntou ele ao tocar levemente em minha bunda – O  vovô gostaria muito de ajudar você!
Aquele pedido me deixou excitado, sabia como aquilo iria terminar, pensei ao olhar para o volume que se pronunciava sob a calça do Vô Bento.
Sem esperar minha resposta,  Bento toma a tomada da minha mão me conduz até a porta e aponta para um compartimento ao longe. Perguntei ao velho porque teríamos que ir pra aquele lugar, ele explicou que lá era mais tranqüilo  e que ninguém iria nos perturbar.
Ele tinha razão, ao longe avistamos Vó Irene  preparando nosso almoço,  deixo Võ Bento seguir na frente, rapidamente visto um calção e entro no lugar indicado. Meu coração batia acelerado, um misto de medo e excitação.  Um forte cheiro exalava no lugar, era o depósito onde guardavam as frutas do sitio. Sem demora Vô Bento me conduz até uma pequena poltrona e me faz ajoelhar sobre ela, mas  tive que me despi antes. Percebendo meu temor, pois minhas pernas tremiam, ele carinhosamente beijou minha bundinha empinada, recuei com o contato do seu bigodão que espetou minha pele desnuda. 
- Seja um bom menino! – sussurrou  Vô Bento ao meu ouvido – O vovô agora vai aliviar sua dorzinha na bundinha.
Ao dizer aquilo Vô Bento abriu minha bundinha e pincelou com sua língua meu cuzinho,  o contato daquela língua áspera e molhada me fez gemer, não de dor e sim de prazer, permaneci imóvel, ajoelhado naquele sofá, com a bundinha empinada ao bel prazer do velho tarado. 
Vô Bento untou seu dedo com a pomada e passou no meu cu que piscou com aquele contato.
- Que maldade, o cuzinho do menino está tão vermelhinho! – disse o velho ao passar o dedo em meu orifício – Não se preocupe, o vovô aqui, vai cuidar de você.
Permaneci em silêncio, meu cu devia está mesmo vermelho,  Vô Bento certamente nem desconfiava que aquilo não devia ser só assaduras  e sim fruto de muitas roladas.
Recuei com a invasão do dedo grosso do velho entrando no meu cu, mas ele procurou me acalmar, dando beijos em minha bunda, pediu para eu fechar meus olhos e que permanecesse na mesma posição, com a bundinha empinada, obedeci suspirei aliviado com a retirada do dedo em meu cu, mas por pouco minutos, logo o velho voltou a dedar meu rabinho e colocou dois dedos, recuei novamente, Vô Bento pediu para eu relaxar e assim procurei fazer, e novamente senti uma dor grande no meu cu, Vô Bento havia atolado uma banana em meu rabinho, tentei retirar mas ele não permitiu, reclamei da dor, ele continuou um vai e vem da fruta para dentro do meu cu, antes de reclamar novamente, sinto outra invasão ainda mais grossa, era a rola do velho invadindo meu cu,  entrou de uma vez, pude sentir cada centímetro alargando meu esfíncter, o sacão do velho batia em minha bunda, seus vastos pentelhos grisalhos roçava na entradinha do meu cu. O  velho me penetrava com vontade, tentei me afastar, mas  cai sobre o sofá e Vô Bento deitou sobre mim e continuou atolando sua rola grossa, ela não era tão grande com as outras que conheci, mas sua grossura era considerável, cada  estocada do velho em meu cuzinho me arrancava gemidos de dor e prazer, procurei ficar quieto sob o velho esperando ele gozar, e assim aconteceu, senti sua rola pulsar dentro de mim, anunciando seu gozo, que ao tira sua pica do meu cu, senti um liquido entre minhas pernas.
Vô Bento se vestiu rapidamente e foi até a porta, verificar o movimento, como estava tudo tranqüilo, saímos do depósito de frutas, fui para meu quarto e Vô Bento apalpou minha bundinha e sumiu casa adentro.



Continua nos próximos capítulos.......