sexta-feira, 29 de abril de 2016

CONTOS DE LULU - O DIA EM QUE LULU DEU O CU PARA O PEDREIRO



   Depois da noite em que meu primo Caio me fudeu a força, ele me pediu desculpa pelo o ocorrido, na verdade ele só fez isso porque meu tio o obrigou, eu fiquei doente, com muitas dores, meu cu ficou inchado, permaneci dois dias cama, sem poder andar direito.
- Seu inconseqüente! – gritou meu tio para Caio – Você arrebentou o menino, ele é ainda uma criança.....não precisava ser tão bruto!
   Depois dessa bronca, Caio deu um tempo e não tentou mais me comer, inclusive meu tio que cuidou de mim, passando pomadas afim de cicatrizar meu cuzinho arrebentado.
    Tive uns dias de trégua, e confesso, senti falta, meu tio tinha razão, que um dia eu iria implorar por rola no meu cú e era isso que estava acontecendo.
    Nesses dias, meu tio contratou um pedreiro para fazer uns reparos em casa, seu nome era Edson, era um negro simpático, muito forte, devia ter uns 40 anos, embora minha percepção de idade naquela época não deva ser muito confiável.
    Nesses dias, só eu e meu estava em casa, meu primo Caio viajou, então com a pousada para cuidar, me deixava sozinho em casa, na verdade me pediu para prestar atenção no serviço de Edson, como se eu entendesse de construção.
     Enquanto Edson fazia seu serviço eu permanecia brincando com meu videogame, de vez enquanto eu ia até ele e ficava observando ele trabalhar. Logo fizemos amizade,  ele era muito simpático comigo, e confesso que nem passava pela minha cabeça que ele seria o primeiro cara a me fuder, depois do meu tio e do meu primo.
    Edson por causa do calor trabalhava somente de calças, sem camisa, exibindo um torax forte e peludo, aquilo me despertou sensações estranhas, Edson parecia perceber meus olhares e de vez enquanto tocava em seu cacete.
- Quantos anos você tem, meu amiguinho? – perguntou Edson ao afagar meus cabelos carinhosamente – Você é tão sozinho, não vejo você brincando com mais nenhum amigo!
- Tenho doze anos!
   Expliquei a ele que não conhecia ninguém na cidade, pois estava passando as férias com meu tio e que ele não o deixava sair por ai, no máximo podia tomar um banho na praia ou na piscina da pousada.
    Um dia, estava voltando de um mergulho na praia encontrei meu tio me esperando na sala.
- Edson, faz um favor pra mim! – falou ele ao olhar para o pedreiro – Cuida do Lulu enquanto faço umas compras.....só volto mais tarde.
- Claro! – respondeu Edson ao piscar os olhos pra mim – Pode ir sossegado, tomo conto do moleque.
- Besteira tio, não sou mais criança para ter bábá – reclamei - Sei me cuidar sozinho.
    Ao levar mais água pra ele, percebi que Edson estava somente de calção largo de futebol, sem camisa. Aquela visão me fez parar no caminho, foi um misto de medo e tesão, estava ali sozinho com aquele  negão, senti que algo estava para acontecer.
  Ao chegar no local, avistei Edson em cima de uma escada, estava pintando o muro, ao se abaixar para pegar a garrafinha dágua, sua pika escorregou pela a perna do calção, já que estava sem cueca, ele ficou constrangido e tentava se equilibrar para esconder aquele pedaço de carne preta, quando olhou para mim e me viu hipnotizado pelo que via.
- A cobra está querendo fugir – disse com naturalidade – Já viu uma cobra assim?
  Respondi que não, é claro que já havia visto uma rola adulta, mas procurei fingir inocência, queria ver até onde aquilo iria chegar. Ele me perguntou o que eu faria se encontrasse uma na minha frente. Eu disse que capturaria.
   Edson olhou ao redor e puxou seu pinto pela a perna do calção, sua pika estava maior e mais dura, disse então que duvidava da minha coragem e que eu fugiria da cobra. Neguei indignado e ele desafiou-me.
- Pega então que eu quero ver! – disse Edson ao olhar pra mim.
    Fiquei trêmulo de tesão, eu não estava acreditando que aquilo estava acontecendo, pensei em resistir e correr dali, mas a excitação tomava conta do meu corpo, mas não podia mostrar o meu conhecimento no assunto e procurei agir como um garotinho inocente preste a ser molestado.
    Caminhei até em sua direção e peguei na pika que cada vez crescia mais. Senti a carne quente e dura, meu coração estava aos pulos. A pika ficou completamente dura, grande e grossa, parecia a rola do meu tio, Edson disse que era um pirulitão, e que eu podia chupá-lo. O pedreiro pensava que era bobo, com aquela conversa, mas continuei fingindo inocência, continuei segurando aquele picão. Não havia gostado de chupar rola, mas aquela na minha frente me deixou de água na boca. Edson sentou-se num banco e deixou a rola na altura do meu rosto, foi trazendo-me pela nuca com calma e delicadeza até encontrar a rola na minha lingua, senti uma gota de líquido salgado. Lambi o cabeção e, seguindo as orientações do pedreiro, pus uma parte da pika na boca e comecei mamá-lo.
    Edson ensinava e acariciava meus cabelos. Depois de poucos minutos, Edson começou a gemer e estremecer,  continua Luluzinho, continua pra tomar leitinho, logo senti o jorro do esperma em minha boca... Edson segurou minha cabeça com força e jeito, e disse:
- Toma teu leite, Luluzinho, toma tudinho pra ficar forte! – disse Edson ao segurar a minha cabeça com força.
   Não deu nem tempo de resistir aquilo, seu esperma deslizou pela minha garganta, era horrível o gosto, tossi um pouco, enquanto Edson me explicava que aquilo devia ser um
segredo nosso, de amigos.
   Concordei com Edson e voltei para dentro de casa, pois meu tio estava   chegando para almoçar-mos, Edson nos acompanhou até a pousada, era lá que nós faziamos a nossa refeição diária.
    Passei a chupar Edson todos os dias, mantendo o cuidado de não chamar a atenção do meu tio,  este ainda não me tocava, pois meu cuzinho estava ainda se recuperando. 
   Edson começou a demonstrar que queria algo além das minhas mamadas, ele começou a alisar minha bunda enquanto eu chupava sua rola, meteu a mão por dentro do short e ficou alisando meu reguinho, ele molhou o dedo com saliva e meteu no meu cuzinho. Recuei com aquele dedo me forçando, temi que ele percebesse que meu cu já era bem larguinho.
- Quer que eu pare de brincar com você? – perguntou o pedreiro
    Fiz que não com a cabeça encostada na sua rola e, aproveitando o momento, Edson  meteu todo o dedo, sublimei a dorzinha com o gosto da rola em minha boca. Ele percebeu minha reação, abaixou meu short expondo minha bunda e começou a lamber meu cu, aquilo me deixou amolecido de tesão. Edson se despiu completamente e começou a pincelar o cacete no meu rego, eu gemia de prazer, meu cu se retraia com o toque.
- Espere um pouco – Disse Edson ao se retirar e ir até a cozinha, não entendi, mas logo, ele voltou com um pote de manteiga, pôs a manteiga ao lado e me chamou para chupá-lo, balançando a pika, enquanto eu chupava ele espalhou manteiga no meu rego e no meu cuzinho, enfiando o dedo, deslizou com facilidade, enfiou dois dedos, dilatando o meu cu, eu não reclamei, depois de alguns minutos me dilatando o cu, ele tirou a pica da minha boca e, levantando-me no ar como uma pluma, me debruçou numa mesa, passou mais manteiga e começou a fazer um vai-e-vem com os dedos no meu cu.
    Então Edson encaixou sua pica, duríssima na entradinha do meu cuzinho... agarrou minha boca com sua mão enorme e segurou firme na minha cintura. Não tive tempo de recuar, Edson  cravou a pica de uma só vez, impedindo-me de gritar e de fugir, com suas mãos fortes. Senti-me rasgado, sem dizer um ai. As lágrimas desciam sobre a mão grossa do pedreiro, a pica enorme alojava-se  inteira no  meu   cuzinho,
 abrindo caminho para fodas mais suaves. Depois de algum tempo, não sei se segundos ou minutos, comecei a me sentir anestesiado e uma sensação estranhamente gostosa tomou conta de mim. Edson  gozou enchendo-me de leite. Acho que ele foi rápido por preocupação com o retorno do meu tio, me levou ao banheiro e lavou meu cuzinho, que tinha um filete de sangue, com o maior carinho. Ele disse: 

- Te machuquei meu garotinho? Diante de minha cara chorosa, não era fingimento, meu cu estava ardendo, fazia uma semana que não via rola.
- Quer que eu pare de brincar com você? – perguntou o pedreiro
   Eu respondi  com a cabeça que não...e corri pro meu quarto, Edson continuou seu trabalho e logo no finalzinho do dia ele me chamou de novo, já que eu estava novamente sozinho em casa. Edson  perguntou se eu queria engolir a cobra novamente.
   Eu mesmo me debrucei na mesa da cozinha, estava com o cu limpinho de banho recém tomado e Edson lambeu minha olhotinha  por alguns minutos. Depois, lambrecou meu rabinho com manteiga  e ficou laceando com um, dois e, acho, até três dedos... Encaixou a pica e, desta vez, foi empurrando devagar... Doeu muito, mas o tesão que me dominava era mais forte, e a sensação da rola passando suavemente pelas pregas e paredes do cu era indescritível. Após alguns minutos, Edson me encheu de leite.
     Até o fim da obra, que no fim durou quase três semanas, mamei e dei o cuzinho para o pedreiro. Meu  tio  jamais suspeitou que estava dividindo meu cuzinho com seu pedreiro, de dia dava o cu para Edson e a noite pro meu tio.....finalmente comecei a gostar de dar meu cu,  na verdade estava ficando viciado em rola
.

Continua nos próximos capítulos.......

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