terça-feira, 24 de maio de 2016

CONTOS DE LULU - LULU ENCARANDO A ROLA DO SERVENTE DE OBRA

Meu vicio por rola estava me deixando inquieto, comecei a prestar atenção nos homens que passavam por mim, até meu tio e meu primo comecei a vê-los com outros olhos, com interesse, eu já não recusava o assédio deles comigo, eu já até esperava vestidinho, como eles gostam de me fuder, de calcinha.  Os dois gostam de me comer juntos, ficam revezando meu cuzinho, só tenho que me posicionar de bruços e com a bundinha empinada com um travesseiro abaixo e esperar as roladas dentro do meu rabinho.
Mas após experimentar a rola do pedreiro Edson, pensei na possibilidade de conhecer novas experiências, e com esses pensamentos comecei a ter sensações estranhas em meu corpo, meu pintinho sempre dava sinais quando me deparava com homens passando por mim, gostava de ficar na piscina da pousada e ficar observando as malas dos caras e tentando imaginá-las o tamanho e a grossuras de suas rolas.
Meu tio não era bobo, ele começou a perceber meus olhares e um momentos desses ele se aproximou de mim com um copo de suco.
- Vá pra casa! – disse meu tio ao me puxar pelo o braço – Já pegou sol demais.
Não adiantou eu reclamar,  meu tio apontou em direção a nossa casa, que ficava ao lado da pousada, não tive outra coisa a fazer senão a obedecer.
Ao voltar para casa, encontro Dona Josefa, a senhora que fazia faxina na casa, e junto dela um rapaz enorme, um morenão só de bermuda, todo suado, mexendo na encanação da cozinha.
- Já de volta meu filho? – perguntou Dona Josefa ao me ver – Meu lindo quer alguma coisa?
Na verdade não pretendia querer nada, mas meu cu piscou ao ver aquele moreno agachado mexendo na encanação da pia da cozinha e pensamentos estranhos começaram a inundar minha mente e resolvi permanecer ali, sentei na mesa e fiquei observando o rapaz a trabalhar, pensando numa maneira dele prestar atenção em mim e ver se meu primo tinha razão em afirmar que eu chamava atenção dos homens, uma vez ouvi ele comentando com meu tio que havia percebido os  olhares dos homens quando eu ia na pousada e que também seus amigos já comentaram do formato da minha bunda redondinha.
Dona Josefa nos deixou sozinhos, Pedro,  era o nome do moreno, ele era filho do pedreiro Edson, o negão que me fudeu enquanto trabalhava em casa.
Pedro era jovem como meu primo Caio, mas era bem mais alto, enquanto ele trabalhava de vez enquanto olhava pra mim e esboçava um sorriso.eu permaneci ao lado dele me fazendo de interessado pelo seu serviço.
- Está difícil? – perguntei ao me agachar ao seu lado, me fazendo de interessado em seu serviço.
- Não! – disse ele ao passar a mão em minha cabeça – Já terminei.
Ao dizer isso ele colocou suas ferramentas dentro da sua maleta e me disse que só faltava ligar a chave geral para ver se o vazamento havia sumido. Eu sabia que ficava na área de serviço e me dirigi até onde ficava e só ai percebi que estava somente de sunga e percebi seu olhar em minha bunda, aquilo me deixou excitado e segui meu caminho, ele ficou na cozinha, tentei girar a chave, mas era muito apertada e pedi sua ajuda, mas antes disso, puxei minha sunga um pouco, revelando meu cofrinho e me agachei, o truque deu certo, Pedro sem cerimônia se agachou atrás de mim, me encaixando entre suas pernas enormes, e segurando minhas mãos me ajudou a rolar a chave geral, pude sentir seu coração bater em minhas costas, permaneci imóvel com aquele contato por alguns segundos, ao me levantar fiz questão roçar minha bundinha roliça em seu membro estufado dentro da bermuda.
Dona Josefa atrapalhou o momento e Pedro deu um ajeitada na rola que parecia querer fugir  de dentro da bermuda e seguiu até a faxineira.
Eu quase não consegui sair dali, meu coração pulsava forte, entrei dentro de casa e fui tomar um banho. Tomei um susto ao sair do banheiro, Pedro estava parado na porta me observando tomar banho.
- Garoto você é muito gostosinho! – disse ele ao apertar a rola sob a bermuda – Se você não fosse uma criança.....
- Não sou criança!
Ao dizer isso, me aproximei dele e apertei sua rola sob a bermuda. Pedro suspirou com meu toque e continuei a acaricia aquele volume que aumentava a cada toque.
- Que safadinho! – balbuciou Pedro ao olhar pra mim – Que delicia!
Novamente Dona Josefa nos atrapalhou, Pedro estava sendo solicitado por seu pai para continuar  ajudá-lo numa obra na pousada.
Pedro deu uma palmada em minha bundinha desnuda e seguiu para o encontro do seu pai, mas me fez prometer a encontrá-lo mas tarde.
Fiquei na expectativa de me encontrar com Pedro, só não sabia como iria acontecer, afinal meu tio de vez enquanto vem em casa me ver, pelo menos a faxineira já havia ido embora, e me encontrava sozinho em casa, quando Pedro apareceu, ele logo me acalmou, dizendo que meu tio havia dado uma saída da pousada e que poderíamos ficar tranquilo.
Ele foi logo tirando a bermuda e mostrando sua rola enorme, tão grande quanto a do meu primo Caio, não perdi tempo e cai de boca naquele pedaço de carne pulsante na minha frente, Pedro olhava para mim admirado com minha habilidade com a língua.
- Onde você aprendeu a fazer isso, garoto? – perguntou ele ao forçar minha cabeça ao encontro do seu pau.
Nada respondi, apenas continuei a sugar a rola do moreno com fome, eu não estava me reconhecendo, parecia uma putinha faminta.
Pedro me colocou numa posição afim de dedilhar meu cuzinho, recuei ao sentir seu dedo forçar meu anelzinho, mas procurei relaxar e deixei ele brincar com meu cuzinho, ele passava sua língua em meu cu, aquilo me deixava bem excitado, não via a hora de sentir a tora que iria alargar meu cu.
Como não tínhamos muito tempo, e com medo de meu tio nos flagrar fomos até o fundo do quintal e Pedro não perdeu tempo, me colocou contra o muro e lascou sua rola dentro do meu cu, me penetrou com vontade, eu apenas permaneci quieto, apreciando suas roladas,  era um misto de dor e prazer, mas resisti até o fim.
Pedro inundou meu cu de porra, minhas pernas ficaram bambas, mas satisfeito por mais uma conquista. Nos despedimos e repetimos umas duas vezes antes do fim das minhas férias.

Antes de Pedro aparecer para me fuder, eu deixei uma pequena câmara ligada, estrategicamente afim de registrar a foda.


Continua nos próximos capítulos.......


Nenhum comentário:

Postar um comentário