sexta-feira, 2 de setembro de 2016

CONTOS DE LULU - O DIA EM QUE LULU FOI ABUSADO PELO VÔVÔ BENTO



Foi difícil para me levantar da cama depois da noite anterior, onde fui usado e abusado por meu primo e seus primos peões, meu corpo estava dolorido, minhas pernas não me obedecia, com dificuldade fui ao banheiro afim de me assear, ao despir minha cueca pude perceber marcas de sangue e esperma nela, toquei em meu cu e senti  um inchaço ao seu redor, estava dolorido, não era pra menos, três rolas enormes haviam entrado ali, me rasgando, ganhando espaço dentro de mim, só tinha doze anos e já suportava tamanha invasão no cu.
Caio, meu primo não se encontrava em casa, soube por sua avó que ele havia saído e não sabia dizer para onde, o cretino ainda iria me pagar por ter me feito passar por aquilo, por me fazer de brinquedo sexual pros outros.
Após tomar um anti-inflamatório, meu tio sempre fazia eu tomar um após me fuder, não seria bobo de sair de casa sem um e a pomada que usava na minha bundinha para aliviar os efeitos das penetrações. Permaneci deitado a manhã quase toda, o dolorido do corpo e o inchaço do meu cuzinho já não incomodava mais, embora um leve ardor ainda me fazia lembrar do dia de ontem.
- O menino está doente? – perguntou Vô Bento ao entrar no quarto
- Não Vô...estou bem! – respondi ao me sentar na cama e me cobrir rapidamente ao perceber que estava pelado sob o lençol.
Vô Bento sorriu com meu constrangimento, se aproximou e me entregou minha cueca que estava próximo a mim.
- Isso deve ser sua! – disse ele ao olhar pra mim e sorrir – Não precisa ter vergonha.....afinal somos homens.....
Rapidamente me vesti e ao fazer isso percebi o olhar do Vô Bento em meu bumbum, conhecia muito bem aquela reação, seus olhos brilhavam feito um lobo velho.
Vô Bento era um senhor maduro, mas bem robusto, parecia um coronel, andava sempre de chapéu e mantinha um enorme bigode, Caio sempre me falava sobre ele, e ao vê-lo pela a primeira vez, parecia que eu já o conhecia, gostei dele assim que nos encontramos.
Sempre atencioso, Vô Bento fez questão de me mostrar cada canto do seu sítio e demonstrava muito carinho comigo, mas bobo como eu era na época, não percebia a intenção por trás daqueles carinhos, Vô Bento seria o próximo a abusar de mim.
Vim passar um final de semana em Ilhéus antes de voltar para casa em fortaleza, mas se soubesse o que eu iria passar nesses dias não teria aceitado o convite do meu primo. 
Caio, o cretino do meu primo acabou confessando que tudo o que aconteceu foi premeditado, minha presença no sítio tinha essa finalidade, de ser usado por seus primos peões,  disse  que num dia de bebedeira deles, falavam sobre putaria e no meio dessas conversas  falaram sobre  fuder garotos, claro que os peões declararam que jamais fariam isso, Caio então, segundo ele, acabou falando que conhecia um moleque que caso eles conhecessem mudariam de idéia e acabou confessando que também havia mudado de idéia, deixando claro que havia feito sexo comigo, claro que o moleque da conversa seria eu, seu priminho querido.
Após esse dia, os peões  começaram a perturbar Caio, zombando da sua revelação, chateado com suas brincadeiras, resolveu me trazer até o sítio, e me disse  que de alguma forma eu iria também seduzi-los, não gostei de saber de ser usado por meu primo, no momento que ouvi toda aquela explicação dele, comecei a bater nele com raiva, mas era como bater em um muro de pedra, Caio já era um negão forte, ele só fazia rir diante da minha tentativa de bater nele, só parei com a intervenção da Vó Irene que não entendeu porque eu estava chorando.
- O que você fez a esse menino ? – perguntou Vó Irene ao me acalmar – Não tem vergonha de perturbar essa criança?
- Não fiz nada vovó! – respondeu Caio - Ele é muito mimado, cheio de frescura.....
Depois dessa conversa, sai para passear pelo o sítio, avistei ao longe os irmãos peões, eles estavam banhando os cavalos, sem eles me verem fiquei observando-os, lembrei da noite de ontem, do jeito que eles me usaram do jeito que quiseram, mas não conseguia ter raiva deles, Caio tinha razão, eles não conseguiram me rejeitar, pude perceber com a voracidade que eles me pegaram, meu cuzinho não me deixava esquecer.
- Está com saudade dos meus primos? – disse Caio ao me colocar nos braços e me levar até próximo os peões – Olha gente, acabei de encontrar esse bezerrinho fofinho!
- Me solta! – gritei ao tentar me livrar dos braços do meu primo.
- Fofinho e muito gostoso! – disse Bira ao olhar pra mim e tocar na rola – Que cuzinho mais gostoso esse moleque tem, já estou de pau duro!
- Solta o moleque! – pediu Bastião ao olhar para Caio – Ele deve está machucado.....
- Que nada, Bastão! – sorrir Caio ao me colocar no chão – Esse pirralho é muito valente, imagine quando esse porcaria crescer?...
Meu primo Caio tinha razão, eu só tinha doze anos, 1.50cm e 40kg na época, e já passava por isso tudo, e confesso que aprendi a gostar de dar o cu, mas só para Caio e meu tio, agora que começava a ter coragem de conhecer rolas de outros adultos.
Ao me soltar dos braços do meu primo Caio, tentei correr, mas escorreguei e cai de bunda na lama da lavagem dos cavalos, Caio e seus primos peões caíram na gargalhas e comecei a chorar de raiva.
- Vocês deviam ter vergonha! – reclamou Vô Bento ao se aproximar e me levantar -  Tão grandes e fazendo raiva a criança!
- Não fizemos nada a ele Vô! – disse Caio ao continuar sorrindo – Esse bostinha é muito molenga...
Vô Bento ao me levar de volta para casa, me fez subir em seu cavalo, fui colocado sentado á sua frente, no caminho percebi um volume duro sob a calça do velho roçando em minha bunda, recuei do contato, para despistar disse que temia sujar sua calça, afinal estava todo enlameado, mas Vô Bento nada respondeu, apenas me acomodou novamente entre suas pernas sobre o cavalo e continuou a roçar sua rola em mim, aquilo me excitou, e assim permaneci durante o trajeto até a casa, o cavalo trotava e cada movimento minha bundinha pressionava a rola do velho, que parecia dura feito uma pedra.
Ao me retirar do cavalo, Vô Bento estava excitado,  fingi não perceber e seguimos para dentro de casa, meu calção estava muito sujo de lama, e a calça do Vô Bento também.
Enquanto Vô Bento foi trocar de roupa, fui para o banheiro afim de me limpar da lama do corpo, me despi e fui para baixo do chuveiro e tomei  banho, mas a lembrança do ocorrido no caminho de volta para casa me deixou excitado, Vô Bento  de pau duro roçando em minha bunda, se isso tivesse acontecido há algumas semanas atrás eu certamente teria estranhado, mas isso para mim estava se tornando natural. 
Ao me secar após o banho percebo que Vô Bento me espiava pela a porta entreaberta do banheiro, fingi não vê-lo e deixei ele me observar, acariciei meu bumbum levemente, e ao passar a mão, senti um ardor em meu cuzinho e gemi de dor, estava dolorido mesmo.
Coloquei a toalha sobre minha cintura e voltei para o quarto, Vô Bento já havia se retirado da porta ao perceber minha aproximação.  Estava procurando minha pomada para passar no meu cuzinho, quando Vô Bento se aproxima de mim.
- Está machucado? – perguntou ele ao olhar a pomada em minha mão.
Fiquei em silêncio olhando para Vô, a presença do velho a minha frente me deixou sem ação, Vô Bento estava apenas de calça, revelando um peitoral forte e muito peludo, seus pêlos eram  grisalhos, igual a seu cabelo.
-  Eu estou com dor aqui! – respondi ao retirar a toalha da cintura e exibir meu bumbum – Acho que fiquei assado ao andar de cavalo.
Eu sabia da intenção do Vô Bento ao me cercar, e aquilo estava começando a ficar interessante, se ele pensa que sou um menino bobinho, ele está muito enganado, mas não iria estragar o tesão do velho.
Vô Bento, parecia babar ao olhar minha bunda moreninha, o velho olhou temeroso em direção á porta do quarto, com receio de que alguém  nos visse ali sozinhos.
- O menino deixa eu passar a pomadinha? – perguntou ele ao tocar levemente em minha bunda – O  vovô gostaria muito de ajudar você!
Aquele pedido me deixou excitado, sabia como aquilo iria terminar, pensei ao olhar para o volume que se pronunciava sob a calça do Vô Bento.
Sem esperar minha resposta,  Bento toma a tomada da minha mão me conduz até a porta e aponta para um compartimento ao longe. Perguntei ao velho porque teríamos que ir pra aquele lugar, ele explicou que lá era mais tranqüilo  e que ninguém iria nos perturbar.
Ele tinha razão, ao longe avistamos Vó Irene  preparando nosso almoço,  deixo Võ Bento seguir na frente, rapidamente visto um calção e entro no lugar indicado. Meu coração batia acelerado, um misto de medo e excitação.  Um forte cheiro exalava no lugar, era o depósito onde guardavam as frutas do sitio. Sem demora Vô Bento me conduz até uma pequena poltrona e me faz ajoelhar sobre ela, mas  tive que me despi antes. Percebendo meu temor, pois minhas pernas tremiam, ele carinhosamente beijou minha bundinha empinada, recuei com o contato do seu bigodão que espetou minha pele desnuda. 
- Seja um bom menino! – sussurrou  Vô Bento ao meu ouvido – O vovô agora vai aliviar sua dorzinha na bundinha.
Ao dizer aquilo Vô Bento abriu minha bundinha e pincelou com sua língua meu cuzinho,  o contato daquela língua áspera e molhada me fez gemer, não de dor e sim de prazer, permaneci imóvel, ajoelhado naquele sofá, com a bundinha empinada ao bel prazer do velho tarado. 
Vô Bento untou seu dedo com a pomada e passou no meu cu que piscou com aquele contato.
- Que maldade, o cuzinho do menino está tão vermelhinho! – disse o velho ao passar o dedo em meu orifício – Não se preocupe, o vovô aqui, vai cuidar de você.
Permaneci em silêncio, meu cu devia está mesmo vermelho,  Vô Bento certamente nem desconfiava que aquilo não devia ser só assaduras  e sim fruto de muitas roladas.
Recuei com a invasão do dedo grosso do velho entrando no meu cu, mas ele procurou me acalmar, dando beijos em minha bunda, pediu para eu fechar meus olhos e que permanecesse na mesma posição, com a bundinha empinada, obedeci suspirei aliviado com a retirada do dedo em meu cu, mas por pouco minutos, logo o velho voltou a dedar meu rabinho e colocou dois dedos, recuei novamente, Vô Bento pediu para eu relaxar e assim procurei fazer, e novamente senti uma dor grande no meu cu, Vô Bento havia atolado uma banana em meu rabinho, tentei retirar mas ele não permitiu, reclamei da dor, ele continuou um vai e vem da fruta para dentro do meu cu, antes de reclamar novamente, sinto outra invasão ainda mais grossa, era a rola do velho invadindo meu cu,  entrou de uma vez, pude sentir cada centímetro alargando meu esfíncter, o sacão do velho batia em minha bunda, seus vastos pentelhos grisalhos roçava na entradinha do meu cu. O  velho me penetrava com vontade, tentei me afastar, mas  cai sobre o sofá e Vô Bento deitou sobre mim e continuou atolando sua rola grossa, ela não era tão grande com as outras que conheci, mas sua grossura era considerável, cada  estocada do velho em meu cuzinho me arrancava gemidos de dor e prazer, procurei ficar quieto sob o velho esperando ele gozar, e assim aconteceu, senti sua rola pulsar dentro de mim, anunciando seu gozo, que ao tira sua pica do meu cu, senti um liquido entre minhas pernas.
Vô Bento se vestiu rapidamente e foi até a porta, verificar o movimento, como estava tudo tranqüilo, saímos do depósito de frutas, fui para meu quarto e Vô Bento apalpou minha bundinha e sumiu casa adentro.



Continua nos próximos capítulos.......






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