sexta-feira, 7 de outubro de 2016

CONTOS DE LULU - MUITA ROLA NA DESPEDIDA DE LULU NO SITIO DO VÔVÔ BENTO


Mais um para me fuder,  pensei ao me afastar  com o cu cheio de porra do vovó Bento, não conseguia acreditar no que havia acabado de acontecer,  rapidamente fui para o banheiro me assear.
Ao tomar banho sinto um leve ardor no cu, a rola do velho era muito grossa e me deixou com o cu dolorido.  Estava saindo do banheiro quando meu primo Caio aparece na porta  e já com a rola na mão me oferece para chupá-lo.
- Vamos brincar um pouquinho priminho! – disse ele ao me impedir de sair do banheiro – Estou cheio de tesão.
- Não quero! – falei ao tentar me soltar – Não quero mais brincar com você disso.
- Que é isso pirralho! – disse Caio ao me abraçar com carinho – Eu sei que você gosta da nossa brincadeira....sei que você adora dar essa bundinha  pro primo.
Ao dizer isso Caio retirou a tolha que estava na minha cintura me deixando pelado e me forçou a deitar de bruços sobre a cama com a bundinha empinada, pronta para ser fudida.
Antes de meter sua rolona dentro de mim, Caio fechou a porta do quarto e cobriu meu corpo com o seu, antes lambuzou meu rabinho com saliva, encaixou sua pika na portinha do meu cu e meteu com força, me arrancando um grito de dor, mas prontamente abafado por Caio, receoso que alguém me escutasse. Com a mão na minha boca, Caio continuou metendo sua rola dentro do meu cu com força, lágrimas tomaram conta dos meus olhos, mas isso não importava para meu primo,  seu tesão aumentava com a quantidade de lágrimas que escorriam pelo meu rosto, era sempre assim, ele gostava de me castigar com sua rolona negra no meu cuzinho de criança.
- Está doendo, priminho? – perguntou Caio ao me beijar no rosto – Isso é pra você deixar de fazer doce comigo e liberar esse cuzinho gostoso pra mim quando eu pedir seu viadinho.
Ao ouvir aquilo, dei uma mordida na mão do Caio, fazendo ele urrar de dor, aproveitei  a ocasião e corri para fora do quarto, esbarrando em Bastião.
- O que aconteceu, Luluzinho? – perguntou o peão ao me segurar .
- Esse merdinha me mordeu! – vociferou Caio ao se aproximar de mim com raiva – Vou te encher de porrada seu viadinho...
Diante da fúria de Caio ao se aproximar de mim, Bastião se coloca na minha frente me protegendo.
- Sai da frente! – disse Caio ao me pegar – Vou dar uma lição nesse pirralho é agora!
Ao dizer isso, Caio me dar duas palmadas forte na minha bunda desnuda, pois quando fugi dele esqueci de colocar a tolha em meu corpo. Diante da atitude de Caio, Bastião dar um empurrão nele, fazendo meu primo se afastar de mim.
-  Está maluco, cara! – exclamou o peão ao olhar para Caio – Nele você não encosta mais a mão.
- O que está acontecendo aqui? – perguntou Vô Bento ao se aproximar
Caio tenta se explicar para Vô Bento o que havia acontecido, reclamou que eu havia mordido ele só por causa de uma brincadeira, Bastião sorriu, certamente imaginava  o tipo de brincadeira que o primo estava falando e tocou discretamente em meu bumbum. Depois da bronca do avô, Caio e Bastião se retiraram.
- Olha só o que aquele malvado fez com o menino! – disse vô Bento ao observar minha bundinha marcada com as palmadas – Está doendo?
Nada respondi, limitei a enxugar minhas lágrimas e fui para o quarto me vestir. Percebi que Vô Bento estava excitado, ele carinhosamente me abraçou pelas as costa roçando seu volume na minha bunda.
Ao longe ouvimos a voz de Vó Irene nos chamando para almoçar, suspirei aliviado, não estava afim de “brincar” com ninguém  naquele momento. Me vesti rapidamente e acompanhei Vô Bento para o almoço.
Após o almoço procurei dormir um pouco, estava chateado demais,  ainda podia sentir a mão pesado do Caio batendo em minha bunda, as marcas ainda permaneciam não me deixando esquecer.
Despertei com meu primo Caio acomodando-se ao meu lado, me acariciando, me pedindo desculpa pelas palmadas, nada respondi  apenas acariciei sua rola, foi minha maneira de aceitar suas desculpas.
- Safadinho! – murmurou Caio ao meu ouvido – Você sabe me deixar louco.
Caio colocar sua rola para fora e pedi para eu chupá-lo, obedeço e faço aquele pedaço de carne negra ganhar forma, a rola do meu primo endurece feito pedra, ele geme se deliciando com minha boca sugando-o seu cacete, faço isso por alguns minutos,  sou colocado de quatro na cama e logo meu cuzinho é preenchido com a pica dura de Caio que deslizou para dentro de mim, me arrancando um gemido de dor.
Deixo meu primo bombar a vontade para dentro de mim, sua rola ainda não cabia totalmente dentro de mim devido sua extensão, meu cuzinho ainda não estava pronto para seus 22cms de rola.
Após gozar fartamente dentro do meu cu, Caio se retira, me deixando na cama me recuperando.
Mas o dia prometia mais ação,  depois de descansar um pouco após fuder com meu primo Caio,  resolvi dar um passeio no sítio e uma excitação  tomou conta do meu corpo ao avistar os peões Bastião e Bira no estábulo tratando dos cavalos, lembrei de suas rolas deliciosas.
- Veja só, o Luluzinho veio nos visitar! – disse Bira ao me ver .
Bastião se aproxima de mim e acaricia minha cabeça.
- Cadê o valentão? – perguntou ele ao olhar pra mim – O que você fez para ele ficar tão furioso daquele o jeito?
- Ele queria “brincar”! – falei ao acaricia o cavalo – E mordi sua mão.
Os peões se olharam e caíram na gargalhada, eles entenderam o tipo de brincadeira que eu estava falando, para eles eu não passava de um menininho inocente sem malicia, mas estavam enganados, começava a entender o que estava acontecendo, havia descoberto o prazer do sexo e era isso que eu vim buscar naquele momento.
- Veja como ele me deixou! – falei ao abaixar meu short e mostrar minha bundinha marcada.
- Puta que pariu! – exclamou Bira ao observar minha bunda – Que cara cretino.....a bundinha do garoto está toda marcada!
- Ele só não bateu mais porque eu não deixei! – disse Bastião ao me fazer sentar em seu colo – Mas o tio Bastião te protegeu não foi meu amiguinho?
O clima estava ficando do jeito que eu queria, pensei ao me acomodar sobre o volume da rola do negão Bastião, tentei levantar novamente meu short mas fui impedido por Bastião, o tarado colocou sua rola para fora e posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho.
- Você não vai negar uma brincadeira com seu amigão, vai? – falou Bastião ao meu ouvido.
Acenei com a cabeça concordando,  meu cuzinho piscava de tanto tesão, me despi, e continuei sobre a rola imensa do negão, que estava ereta pronta para me invadir.
- Caralho, que moleque mais safado! – exclamou Bira ao ver toda aquela situação, seu pau parecia querer rasgar sua calça de tão duro.
Bastião pediu o irmão mais novo prestar atenção no movimento ao redor, receoso que fossemos descoberto. Me acomodo entre as pernas do peão e abocanho a sua rola cabeçuda, mas era impossível, minha boca era muito pequena para isso, limitei apenas a sugar o melzinho que saia dela, o negão se contorcia de tesão, o cheiro de macho exalava de suas virilhas, aquilo me excitava ainda mais. Bira aproxima de mim e coloca também sua rola na minha boca, a dele eu conseguia abocanhar, pois era mais fina, mas bastante comprida.
Enquanto eu chapava Bira, o peão Bastião pediu para eu sentar em seu cacete e assim fiz, antes ele passou a língua em meu cuzinho me lambuzando de saliva afim de facilitar a penetração, coloquei-me sobre aquela anaconda e forcei meu buraquinho contra aquela cabeça enorme, forcei umas duas vezes e nada de entrar, imaginei  que meu cu estaria dilatado o suficiente, pois não fazia muito tempo que a rola do primo Caio havia entrado ali.
- Vamos lá seu safadinho! – disse Bira ao me forçar a sentar sobre a rola do irmão – Sei que você consegue....não é a primeira vez que essa rola entra nesse cuzinho.
Ele tinha razão, tentei novamente,  forcei com mais força e finalmente sinto uma enorme invasão no meu cu, a cabeçona da rola do negão Bastião ganhou espaço dentro de mim, permaneci imóvel em seu colo, com a rola alojada no cu enquanto ele movia-se para dentro de mim suavemente.
- Delicia da porra! – exclamou Bastião ao segurar na minha cintura e me levantar ainda alojado dentro do meu cu e começar a andar comigo feito um boneco preso ao seu corpo pelo o estábulo.
- Tá maluco irmão? – perguntou Bira preocupado – Pode aparecer alguém.
Também fiquei temeroso e pedi para parar, mas não fui atendido, Bastião me passou para Bira que estava sobre um cavalo, nu com a rola ereta e pediu para eu sentar com ele na cela, Fui colocado na frente do peão mais novo, com o cu devidamente alocado sobre a rola, aquilo estava ficando delicioso, enquanto o cavalo trotava eu podia sentir a rola me penetrando num vai e vem delicioso, estava entregue as taras daqueles irmãos deliciosos, logo Bira encheu meu cu de esperma, urrando de prazer, Bastião toma seu lugar no cavalo e me faz sentar em sua imensa rola, a gala do seu irmão no meu cu serviu de lubrificante, pois não tive dificuldade de engolir mais da metade daquela jeba no cu, cada movimento do cavalo me fazia gemer de dor, pois podia sentir que a rola de Bastião atingir os limites das minhas entranhas, era assustador a profundidade que aquela rola atingiu dentro de mim, dos 27cms que ele afirmava possuir, pelo menos 22cm dele estava dentro de mim.
- Caralho!!! – Exclamou Bastião ao ver seu pau atolado em mim – Que menino mais delicioso.....
- O carinha agüenta rola, mano! – Disse Bira ao me tirar de cima do cavalo – Quando ele crescer vai engolir facilmente um jumento....porra de menino safado.
Bastião ainda não havia gozado e pediu para eu sentar novamente em sua rolona e fazê-lo gozar, obedeci e me acomodei sobre ele e comecei a mover meu cuzinho em sua jeba, Bira colocou sua rola em minha boca e me fez chupá-lo fazendo ele ficar de pau duro novamente e se acomodou atrás de mim e forçou a entrada de sua rola também em mim, mas aquilo seria impossível, uma dupla penetração seria demais, ainda era uma criança. Bira permaneceu com sua rola na entradinha do meu cu ocupado com a rola do irmão e aproveitou os movimentos que eu fazia num vai-e-vem e combinando com o irmão, os dois gozaram, primeiro Bastião enchendo meu cu de porra e depois Bira que aproveitou a saída da rola do irmão do meu cu e depositou também seu leitinho nas profundezas do meu rabinho.
Voltei para casa com o cu cheio de porra, rapidamente fui até o banheiro  e coloquei pra fora toda a gala que podia está dentro de mim, meu cu estava muito dilatado podia entrar facilmente três dedinhos meus dentro dele, além do incomodo que sentia na barriga, era como se a rolona do Bastião tivesse tocado em meu intestino, certamente devia ter acontecido isso, pensei ao lembrar do tamanho da rola do negão Bastião.
Imaginei que minha cota de rola havia acabado com os irmãos peões, mas havia esquecido do Vô Bento, que no meio da noite, após todo mundo dormir, o velho veio no meu quarto afim de me fuder.
Caio dormia ao lado tranqüilamente, e Vô Irene também, acompanhei Vô Bento ainda sonolento até a cozinha, era o lugar mais distante da casa e podíamos “brincar” mais a vontade, segundo ele. Na verdade não estava muito afim,  mas quando Vô Bento colocou sua língua no meu cuzinho despertei  e uma excitação tomou conta do meu corpo, o velho passava sua língua áspera na borda do meu cuzinho, seu bigode arranhava minha bundinha lisa. Enquanto ele fazia isso, tocava em seu membro freneticamente, o velho me acomodou num banquinho alto, deixando meu bumbum empinado para o bel prazer do velho.
Vô Bento ficou pincelado sua rola ainda mole no meu cuzinho, o contato daquela rola me fez piscar o cu, o velho mais uma vez voltou a chupar meu cu e sua língua  forçava a entrada, me levando a loucura.
- Que molequinho mais safado! – murmurou Vô Bento a perceber meu cu piscando – O cuzinho está pedindo rola.
Segurei a rola do Vô Bento e abocanhei  aquela jeba grossa e peluda, o velho se contorceu de prazer e começou a dedilhar meu cuzinho enquanto eu chupava seu cacete. O velho me posicionou novamente com o bumbum empinado e foi até a geladeira e trouxe o vasilhame  de manteiga e um pepino bem grosso, gelei ao ver aquilo, meu temor se tornou realidade, após besuntar bastante o pepino, o velho tarado atolou  dentro do meu cu, reclamei da dor, mas ele pediu para eu relaxar e assim fim, empinei mais minha bunda e o legume ganhou mas espaço dentro de mim e com movimentos leves e compassados, Vô Bento se deliciava com a abertura que aquele pepino proporcionava ao meu cuzinho dilatado, nunca imaginaria que Vô Bento fosse tão tarado, após alguns minutos de pepinada no rabo, meu cu recebeu a rola dura do velho que deslizou facilmente para dentro de mim até o talo, apesar de muito grossa, a rolo do Vô bento não era muito grande, podia sentir seu saco tocando em minha bunda e seus pentelhos roçando em mim, pensei que o velho fosse ter um troço ao inundar meu cu de porra, o tarado estremeceu todo, me puxando contra seu corpo como quisesse enfiar também seu saco dentro. Com um beijo em meu rosto, Vô Bento volta pro seu quarto, enquanto isso também volto para o meu.





Continua nos próximos capítulos.......
  

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