quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CONTOS DE LULU - O DIA EM QUE LULU DEU O CU PARA O SEGURANÇA PAUZUDO


Voltar para junto do meu tio de alguma forma foi um alivio, minha estadia no sitio dos avôs do meu primo Caio foi uma loucura, no caminho de volta para a pousada, Caio pediu para eu não contar para seu pai o que havia acontecido, da noite em que fui abusado por ele e seus primos, minha vontade era de contar tudo para meu tio, mas minha raiva já havia passado e também não podia negar que foi gostoso ter conhecido outras rolas e de ter sido tão desejado, era uma sensação que nunca havia experimentado e nem podia, na época eu era apenas uma criança que ainda estava aprendendo a lidar com sentimentos e sensações nunca antes vividas.
Fui recebido por meu tio com muito carinho.
- Eita! Moleque senti sua falta! – disse meu tio ao me abraçar e beijar meu rosto – Foi bom o final de semana na roça?
- Lulu andou até de cavalo! – falou Caio ao se jogar na cama exausto – O moleque só não gostou dos grilos e dos mosquitos....
- E dos sapos – falei ao lembrar dos bichos pulando na minha frente – Tio lá tem sapos enormes.....feios....muito nojentos!
Meu tio não esperou nem a noite chegar, foi logo me levando pro quarto e me fudeu com vontade, sua rola dura e grossa me rasgava sem dó, fazia tempo que ele não agia assim comigo, cheguei a pedir para ele parar, mas não me atendeu continuou a me penetrar com força, nem adiantou a pomada com efeito anestésico que costumava passar em mim para aliviar minhas dores, senti cada centímetro dos 20cm de sua rola ganhar espaço dentro de mim.
- Que delicia meu amor! – balbuciava ele ao gozar dentro de mim – Que cuzinho delicioso!
Após matar seu desejo, meu tio liberou meu cuzinho parar meu primo que esperava ansioso batendo punheta ao observar o pai me fudendo, permaneci deitado de bruços com a bunda empinada esperando a rola de Caio entrar em mim, e assim ele fez ao me segurar pela a cintura e cravar sua jeba no meu rabinho amaciado pelas roladas do meu tio, já acostumado com a dor, empinei ainda mas minha bunda e recebi feito uma putinha a pika dura do Caio que estremeceu ao gozar dentro do meu anelzinho rasgado.
A minha volta para a pousada não mudou nada, a mesma rotina de sempre, praia na parte da manhã, jogar videogame na tarde e transar a noite com meu tio. Estava jantando com meu tio na pousada quando apareceu César o segurança da pousada, ele cumprimentou meu tio e passou a mão na minha cabeça ao se retirar.
- Que homem grande tio! – falei ao continuar meu jantar – Parece o incrível Hulk.
Meu tio sorriu com a minha observação.
Após aquela noite, César não saía da minha cabeça, devia ter uns trinta anos, era fortão, parecia um armário ambulante, e não posso negar que fiquei curioso com o tamanho de sua rola, devia ser monstruosa. Estava tomando um banho na praia quando avisto César, ele se aproxima de mim e senta ao meu lado.
- Tomando um bronze patrãozinho! – disse ele ao olhar para mim – Porquê você não está na piscina da pousada....você é muito pequeno para andar sozinho na praia....
- Não sou mais criança! – respondi aborrecido, me irritava quando me tratavam como tal – Já tenho doze anos, sei me cuidar, que perigo passaria aqui nessa praia tão tranquila?
César soltou uma gargalhada e acariciou minha cabeça.
- Menino, você ainda é muito inocente, não imagina o perigo a sua volta.
Ao dizer aquilo, César vai dar um mergulho e fico observando-o, o segurança era musculoso e impressionante além de bonito, não pude deixar de notar o volume de sua mala ao se aproximar de mim, ele deu um ajeitada na rola ao sentar ao meu lado, eu bobo nem nada me deitei de bruços para bronzear minhas costas, já havia percebido as olhadas dele na minha bunda quando o avistava na pousada e ali seria uma ótima oportunidade de matar a curiosidade dele.
- Você poderia passar o protetor na minhas costas! – pedi ao ajeitar minha sunga – O sol está muito quente.
Não pude deixar de ver o brilhos nos olhos do segurança ao ouvir meu pedido, sem demora César untou minhas costas com o líquido do frasco e começou a passar as mãos em meu corpo.
- Não abusa garoto! – disse César ao dar uma palmada em meu bumbum – Não costumo fazer isso em marmanjos!
Recuei com o toque de suas mãos em minha bunda, aquilo me excitou e não foi só eu que senti isso, pois César exibia um volume grande sob sua sunga.
- Obrigado! – agradeci ao voltar a ficar de bruços, puxei levemente minha sunga e revelei a marquinha do bronzeado no meu bumbum.
De inocente não tinha nada, hoje vejo o quanto eu havia me tornado uma putinha, graças ao meu tio. O segurança parrudo parecia incomodado com a visão do meu bumbum.
 - Acho melhor passar um pouco na sua bundinha, está muito queimada de sol! – disse César ao tocar em sua rola endurecida.
Nada respondi, apenas me posicionei afim de facilitar a ação de César, antes ele olhou a nosso redor e percebemos que estávamos sozinhos naquela parte da praia, ele se colocou entre minhas pernas e puxou minha sunga, revelando minha bundinha morena e com leves toques ele passou o protetor sobre minha bunda desnuda, de propósito ou não, um pouco do líquido escorreu para dentro das minhas nádegas e pude sentir seu dedo áspero tocar em meu anelzinho melado, uma leve contração do meu cuzinho sinalizou o quanto aquilo estava ficando gostoso pra mim.
- O que você está fazendo? – perguntei ao recuar com a pressão do seu dedo em meu cu, tinha que fingir inocência, não poderia dar bandeira e deixar ele perceber o quanto estava acostumado com aquilo.
- Você não está gostando? – perguntou César ao recuar com seu toques em minha bunda – Estou apenas fazendo um carinho em você....se quiser eu paro..
Voltei ao ficar com a bunda empinada e deixei o segurança explorar meu cuzinho, que piscava a cada toque daquele dedo forçando a entrada, o que não demorou muito para aquele dedo grosso entrar dentro de mim, recuei com aquela invasão e segurei a mão de César afim de interromper aquela invasão, o cara atolou todo seu dedo em meu cuzinho e começou a tentar colocar outro dedo gritei de dor ao ter alojado dois enormes dedo dentro de mim.
César começa a abaixar sua sunga, ouvimos vozes se aproximando, eram meus amiguinhos da praia, o segurança sentou ao meu lado disfarçando e fiz o mesmo, aproveitei a passagem dos meninos e os acompanhei e voltei para a pousada. Passei a tarde pensando no ocorrido além de sentir o cu ardendo com a invasão dos dedos do segurança.
Mas eu queria mesmo era sentir outro tipo de ardência no cu, uma provocada por uma rola dura e grossa, pois era assim que imaginava a rola do segurança César. Após jantar com meu tio, disse que voltaria para casa afim de brincar de videogame, no caminho me deparei com César, ele piscou o olho para mim e tocou em sua rola, apontou o dedo em direção ao estacionamento, nessa hora senti uma excitação pelo o corpo, olhei em direção do meu tio, ele atendia os clientes atentamente, César já se encontrava dentro da cabine do estacionamento, depois soube que ele pediu o responsável do local um tempinho, tinha uma mina para traçar naquela noite, a mina na estória era eu, não pude deixar de rir com aquela revelação.
Com um misto de excitação e medo, entrei no lugar, não havia muita luz, mas dava para ver que o gigante estava completamente pelado, César me abraçou carinhosamente, meu coração acelerou e ele percebeu minha reação.
- Calma meu pequeno! – sussurrou ele ao apalpar meu bumbum – Pode confiar em mim, você vai gostar do que vamos fazer.
Era claro que iria gostar, mas ao tocar naquela anaconda ereta na minha frente, quase desisti, era uma rola grande e grossa, César me fez ajoelhar na sua frente e ofereceu sua pica para chupá-lo, e assim fiz, coloquei aquele pedaço de carne na minha boca e tentei abocanhar completamente a jeba negra, mas era grossa demais e minha boquinha não dava conta.
- Que delicia! – dizia César ao sentir minha boca em sua rola – Vai meu menininho....chupa gostoso essa rola.
Após alguns minutos, o segurança César me levou até uma mesa e me colocou deitado de costa, me deixou pelado, e brincou com o tamanho do meu pintinho ereto, agachou entre minhas pernas e chupou meu cuzinho com avidez, meu ponto fraco era sentir uma língua quente em meu cu, era gostoso demais, mas estremeci ao sentir o contato da cabeça da rolona do César forçando meu cu, ele colocava mais pressão, mas não conseguia entrar, eu não conseguia relaxar, o negão parrudo com a pica na entrada do meu cu, começou a mordiscar meus mamilos e assim fui relaxando, e com isso meu anelzinho foi se abrindo e aceitando a invasão daquele enorme pedaço de carne dentro de mim.
- Porra!!! – exclamou César ao ver meu cu dilatado com sua rola alojada – Que menininho mais gostoso....que cuzinho mais quentinho....delicia.
César forçava ainda mais a penetração de sua rola dentro de mim, queria ver até quando eu poderia suportar, aos doze anos certamente não daria conta de 23cms de rola no cu, mas ele parecia não se importar com aquele detalhe e continuou a bombar ainda mais forte, dava para ouvir o barulho do meu cuzinho dilatado absorvendo a jeba preta.
- Caramba, você é demais garoto! – dizia ele ao enfiar a rola dentro de mim – Estou apaixonado por esse cuzinho...
Fui colocado de bruços sobre a mesa e com o bumbum empinado enfrentei alguns minutos de roladas no cu, em algum momento César forçou sua rola dentro de mim com força e não pude deixar de chorar de dor, uma dor aguda no canal retal,o negão havia enterrado completamente sua rola dentro de mim, pude sentir seus pentelhos roçando na entradinha do meu cu, ele permaneceu atracado em mim por alguns minutos maravilhado com a visão da sua rola completamente dentro de mim, eu mesmo não acreditava no que havia acontecido, pois até agora não havia recebido uma rola tão grande dentro do meu rabo, 25cms era rola demais para um garoto receber dentro do cu. César segurando em minha mão, colocou ela até a entrada do meu cu e pude comprovar que só faltava entrar o saco dentro de mim, César preocupado com meu choro, procurou me acalmar e continuou a me penetrar com movimentos leves, e ao se aproximar do gozo, o segurança voltou a me penetrar com vigor, seu pau começou a pulsar dentro de mim e despejou seu esperma lá no fundo do meu cu, ele deitou-se sobre mim, seu coração batia forte, permanecemos assim por alguns instantes e nos despedimos, corri com as penas bambas para casa, procurei me assear ao fazer isso percebi meu cu com uma dilatação enorme e de dentro dele escorria uma mistura de sangue e esperma.



 Continua nos próximos capítulos.......
  

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