CD LULU, A VADIA

CD LULU, A VADIA

sábado, 2 de dezembro de 2017

CONTOS DE LULU (Capitulo 22) - O DIA EM QUE LULU SENTIU A ROLA DO ANGOLANO FRED NO CU


No capítulo anterior dei minha bundinha para o pedreiro Kiko e dois foliões que curtia o carnaval na praia, após essa pequena aventura, voltei para casa preocupado, pois meu tio já havia percebido minha falta.
- Onde você estava seu pestinha?- perguntou meu tio ao me ver.
- Estava passeando na praia! – respondi
- Não acredito que você estava no meio daquela confusão toda! – exclamou meu tio aborrecido – Você é louco guri....você podia se perder no meio daquela gente toda.
Ouvi calado a bronca do meu tio, imagine se ele soubesse o que me aconteceu, meu cuzinho ainda ardia, mas o pior não foi a bronca do meu tio e sim aturar meu primo Caio zoando de mim.
- Meu priminho Lulu querendo cair na gandaia! – disse ele ao me aperta em seus braços – Já imaginou meu anjinho cair nas mãos de algum abutre....
Tentei me soltar das garras do meu primo, mas ele me apertava ainda mais contra seu corpo, podia sentir seu forte cheiro de bebida. Meu tio reclamou da atitude de Caio, ele então me soltou, aproveitei e corri para o quarto. Rapidamente tomei o banho, fiz meu asseio, ainda havia esperma dentro do meu cuzinho, coloquei uma pomada para aliviar a ardência e voltei para a sala, Meu primo e seus amigos se preparavam para mais um dia de folia, era uma algazarra toda.
- Tô louco por uma buceta hoje! – falou Caio ao trocar de roupa.
- Filho, olha o Lulu! – reclamou meu tio, preocupado com minha presença – Não fique falando de sexo na frente do menino.
- Bobagem meu pai, Lulu já deve saber o que é uma buceta! – disse Caio.
Na verdade eu não fazia a menor ideia do que era uma buceta e fiquei curioso em saber do que se tratava.
- Tio o que é uma buceta? – perguntei – E o que é sexo?
Todos se entreolharam e caíram na gargalhada diante da minha pergunta.
- O Tio no momento não tem tempo! – respondeu ao acariciar minha cabeça – Mas lhe responderei quando voltar mais tarde.
Ao dizer isso, meu tio nos deixou, enquanto isso, Caio segurou meu braço e me conduz até seu quarto e mostra uma revista com uma mulher nua com as pernas bem aberta, olhei espantado diante da figura, o que eles chamam de buceta, eu conhecia com o nome de  vagina, eu já havia visto uma mulher nua (Capítulo 18) agora só faltava saber o que era sexo.
- Cara, não faz isso! – reclamou Tom ao ver a atitude de Caio em me mostrar a revista.
- Tom tem razão! – concordou o ruivo Jean – Lulu ainda é uma criança, tudo tem o seu tempo....
Caio tomou a revista da minha mão, pois eu continuava a folhear o conteúdo da revista, havia várias mulheres nuas, muito bonitas por sinal.
Fred, o angolano mais novo ficou olhando a revista e percebi um volume se formando sob sua bermuda, aquela visão me excitou.
- Eita, moleque! – brincou Caio ao perceber a excitação do amigo – Hoje a noite promete.
Constrangido, Fred joga a revista em cima do meu primo, e sai para se arrumar junto aos outros amigos, pois o carnaval estava muito animado lá fora.
Enquanto isso, Caio me leva até o banheiro e me faz engolir sua rola, ainda mole, não foi difícil fazê-la ficar em ereção, rapidamente chupo aquele pedaço de carne.   Enquanto chupava Caio, percebi que estávamos sendo observado, Fred nos espiava na porta que não havia ficado devidamente fechada, confesso que aquilo me excitou ainda mais e continuei fazendo o boquete no meu primo até jorrar um leitinho caudaloso que escorregou pela a garganta adentro, o angolano arregalou os olhos surpreso e se retirou. Satisfeito, meu primo Caio se junta aos seus amigos que o esperavam na sala e vão se divertir.
Ainda com o gosto do gozo do meu primo na boca, fui até a cozinha beber um pouco d’água, não saia da minha cabeça a expressão do angolano nos observando, será que ele vai contar pros outros amigos o que viu? Me perguntava enquanto bebia minha água. Fred era o único que não havia tentado me seduzir, Jean o francês ruivo até já me fudeu, Tom tentou mas não conseguiu, sua rola era muito grossa para mim, como será a rola do Fred?.
A resposta não demoraria para mim, pois o angolano chegou em casa de repente. Perguntei surpreso o porquê da sua presença ali, ele me disse que havia esquecido seus documentos.
- Você não quer me ajudar a procurar? – pediu ele ao tocar em sua rola.
Aquele gesto foi o suficiente para entender a real intensão do angolano, o que ele viu no banheiro certamente ele queria também.
Acompanhei Fred até o quarto, o lugar estava uma bagunça, tinha roupa para tudo o que era canto. Encontrei uns envelopes pequenos e perguntei o que seria aquilo.
- É preservativo! – respondeu Fred
- Pra que serve isso? – insisti.
Fred sorriu da minha curiosidade e explicou para que servia o preservativo e perguntou se eu gostaria de vê-lo usar, balancei a cabeça recusando e continuei a procurar a carteira de documento dele, mas o safado do africano finalmente revelou a sua real intenção da sua presença ali em casa, ele disse que me viu chupando a rola do meu primo e queria o mesmo pra ele. Mesmo morrendo de vontade de chupá-lo, fingi recusar o o pedido e sai do quarto rapidamente, Fred correu  e me abraçou por trás, pude sentir o volume do seu cacete roçando em mim.
- Não posso fazer isso! – falei ao me afastar – Só posso brincar disso com o Caio.
Fred sorriu ou ouvir aquilo e pediu para “brincar” com ele também, que seria nosso segredinho. Ao dizer aquilo, o angolano botou pra fora sua rola, me assustei, ela era  comprida e fina, nunca tinha visto uma rola daquele jeito, parecia uma cobra.
 A visão daquela cobra negra ereta na minha frente me encantou, na perdi tempo, me ajoelhei na frente de Fred e chupei com vontade sua jeba, o angolano estremeceu de prazer com a minha boquinha sugando seu pau, enquanto eu chupava ele, senti seu dedo cutucar meu cuzinho, aquilo me fez dar uma piscadinha no cu, minha reação estimulou ainda mas o africano dedando meu cu, seu dedo deslizava para dentro do meu cu com facilidade.
- Caio também “brinca” em colocar o pinto dentro de você? – perguntou ele ao acariciar minha bunda
Confirmei que sim, Fred retirou um preservativo do bolso, disse que iria me mostrar como usá-lo, colocou na rola dura, observei atento o que ele fazia, sorri ao ver a rola toda vestida com aquela borracha, coloquei na boca e senti um gosto esquisito, fui colocado de quatro sobre o sofá.
- Que bundinha mais deliciosa! – exclamou Fred ao se posicionar atrás de mim – Nunca “brinquei” com um menino, você será o primeiro.
Ao dizer aquilo, Fred esfrega sua rola em meu cuzinho e força a entrada, recuou com a tentativa, meu anelzinho ainda ardia das fodas recentes, mas a camisinha era lubrificada e na segunda tentativa a jeba negra do angolano ganhou espaço dentro de mim, pude sentir cada centímetro entrando dentro de mim, Fred movimenta seus quadris contra da minha bunda e vai acelerando aos poucos, seu pau era muito comprido, não havia espaço dentro de mim, ao insistir em me penetrar mais profundamente Fred me fez chorar de dor.
- Desculpa! – pediu ele.
Com mais cuidado, Fred continuou a me fuder, o negão estava admirado com a minha reação em receber suas roladas. Após meia hora de muita foda, Fred gozou dentro de mim, o angolano caiu sobre mim exausto, após alguns minutos sinto sua rola amolecer dentro de mim e com cuidado, Fred retira a camisinha contendo seu esperma, achei muito interessante o uso do preservativo, mas sentir a rola no pelo é bem melhor, pensei ao ver Fred jogando a camisinha no vaso.
Ao voltar do banheiro, Fred exibia a rola novamente ereta, e queria mais, desta vez ele me colocou de frango assado e socou sua rola no meu cuzinho, pedi para ele ser mais cuidado, o negão disse que meu cuzinho parecia um forninho de tão quente. A segunda foda foi mais rápida, pois Fred tinha que voltar para seus amigos na folia do carnaval.
Com as pernas bambas e com o cu cheio de porra, fui para o banheiro me assear, meu anelzinho estava inchado, coloquei pomada e tomei um analgésico para aliviar as dores no cu.

Continua nos próximos capítulos.....

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - LEVANDO ROLA NO MATO.

 
Duas sequências de uma foda gostosa no meio do mato com um cafuçu sedento por um cu,
não tem jeito, sou uma vadia, amei a sensação de ser possuído no meio do mato.
 

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - LULU DANDO GOSTOSO PRO VIZINHO

Vídeo antigo feito quanto era ainda uma putinha recém descoberta pelos vizinhos, aqui sentando gostoso na rola de um vizinho...foi uma delicia.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - LULU FUDENDO COM O VIZINHO AO VIVO NO CAM4.

TEM DIA QUE AMANHEÇO MUITO VADIA,ACEITEI A PROPOSTA DESSE VIZINHO EM FUDER COM ELE PARA O CAM4, ADOREI.....FOI UMA DELICIA.

sábado, 30 de setembro de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 21) - O DIA EM QUE LULU DEU O CUZINHO NO MATAGAL PARA TRÊS TARADOS.


No capítulo anterior, relatei que dei meu cuzinho para três japoneses, hóspedes da pousada, após voltar para casa tratei logo de tomar um banho e expulsar de dentro de mim a porra dos japas que escorriam entre minhas pernas.
Após o banho, tratei logo de tomar um analgésico para aliviar o desconforto que sentia no cu, além de untar meu buraquinho dilatado com uma pomada para garantir o meu conforto.
Meu tio passou rapidamente em casa afim de pegar uns documentos, suspirei aliviado, temi que ele quisesse me comer, sempre fazia isso durante o dia. A pousada estava lotada e isso deixava meu tio atarefado. A casa do meu tio ficava ao lado da pousada e o barulho dos hóspedes na piscina  atrapalhava meu jogo de videogame.
Meu último dia de férias com meu tio na Bahia havia chegado, pensei ao passear entediado entre os hóspedes que se divertiam com o som de Axé vindo do lado de fora, pois o carnaval rolava solto na praia, meu primo e seus amigos haviam voltado para casa exaustos de tanta folia, havia deixados eles descansando, Caio, meu primo ficava muito chato quando estava bêbado.
Aproveitei para dar uma volta na praia, mas me arrependi, havia muita gente transitando, a maioria bêbados, alucinados com o som dos trios elétricos parados na beira da praia. Meu tio tinha razão pensei ao tentar voltar para a pousada, de repente fui arrastado por uma turma de foliões, quando eu percebi estava bem longe da pousada e isso me deixou aflito.
Procurei me acalmar, pois tinha que voltar para a pousada antes que percebam minha ausência , meu tio vai ficar muito bravo comigo.No caminho de volta, esbarrei em muitos homens suados e cheirando a bebida, alguns acariciavam minha cabeça, outros brincavam comigo, teve um que me ergueu nos braços e ao me colocar no chão, o cretino apalpou minha bunda e ficou colado em mim, seu pau esfregava em minhas costa enquanto caminhávamos em direção oposta da multidão.  O cara me ergueu em seus braços novamente e me tirou do meio da multidão, me levando para um muro próximo a um matagal.
- Moço me solta! – falei ao espernear nos braços do homem
- Calma bonitinho! – disse ele ao me colocar no chão – Não lembra de mim?
Parei por alguns instantes e olhei para o homem á minha frente, ele estava apenas de short de nylon preto, ostentando um enorme volume dentro dele, mas a tatuagem em seu braço me fez lembrar, era o Kiko, um dos pedreiros que me fudeu há uns dias atrás (Capítulo 14).
- Você é amigo do Pedro.....
- Sim!!! – respondeu ele ao acariciar minha cabeça – O que você fazia no meio daquela multidão?
Mais aliviado, contei para ele o que havia acontecido, e pedi a ele que me levasse para casa, pois estava ficando com medo de está sozinho ali. Kiko prometeu que me levaria para casa, mas antes queria “brincar” comigo novamente.  Ao ouvir aquilo confesso que estremeci, não de medo e sim de excitação. Sem resistência, me deixei levar por Kiko á um canto mais reservado, longe da multidão e lá ele colocou para fora sua rola, era um pedaço de carne negra e pulsante que logo cai de boca, o cafuço gemia de prazer com minha boquinha  quente sugando seu pau com vontade, enquanto eu fazia isso, ele abaixou meu calçãozinho e atolou seu dedo grosso em meu cuzinho untado de pomada.
- Que delicia, o cuzinho do bonitinho já veio preparado.....está todo meladinho!!!!
Ao dizer isso, Kiko se posicionou atrás de mim e ficou roçando se cacete em meu cu, recuei temeroso, mas o cafuçu me puxou  e socou sem pena sua rola em meu cu, soltei um grito de dor, seu pau entrou em mim me rasgando, era muito grossa a rola do cafuçu e além do mais meu rabinho já havia sido fudido por Jean e os três Japoneses antes.
Kiko para facilitar sua penetração me fez ficar de quatro em um morrinho, eu era muito pequeno para ele, e daquela maneira facilitava nossa foda, sua rola cutucava fundo meu cuzinho me arrancando altos gemidos.  Pedi para ele parar pois percebi que nós não estávamos sozinhos, dois caras nos observava. Kiko não se importou com a presença dos rapazes.
- Eita, que a festinha está boa aqui! – disse um ao se aproximar de nós.
- Puta que pariu, cara! – exclamou o outro – Tú tá fudendo um menino....uma criança!
Kiko indiferente a presença dos caras, continuo a enfiar sua rola em meu rabo, não vou mentir, mas o brilho dos olhos dos caras nos observando me excitou ainda mais e deixei Kiko me fuder.
- Vamos rapazes, o menino gosta disso! – falou Kiko ao tirar seu pau do meu cu.
Os dois morenos se aproximam de mim e observam minha bundinha carnuda, um deles atola o dedo em mim e eu com aquele toque aperto seu dedo com meu cu, deixando o cara alucinado.
- Caralho, o moleque é um verdadeiro viadinho, o pivete piscou o cuzinho com meu dedo atolado em seu rabinho.
- Eu não disse? – sorriu Kiko ao colocar a sua rola em minha boca – Esse apesar de ser ainda uma criança, foi feito para levar rola rapazes.
Aquelas palavras me deixava cada vez mais excitado e com isso apalpei a rola de um dos morenos, sem demora Kiko vendo minha intenção, dá seu lugar pro cara e assim abocanhei aquele nervo de carne, chupei com gosto, o cara se contorcia de prazer, o outro moreno se posicionou atrás de mim e socou a rola em meu cu, pude sentir seus pentelhos roçar em minha bundinha infantil, e assim  ele me fudeu por alguns minutos até encher meu rabinho de leite, o outro com a rola toda babada por mim também me penetrou feito um cavalo, eu já não estava mais gostando daquela “brincadeira” falei para Kiko, este sorriu ao ouvir minha reclamação.
- Calma, bonitinho! – disse ele ao piscar o olho para os rapazes –  Nossos amigos já estão acabando a “brincadeira”
Com um urro de prazer, sinto que o moreno que me fudia, depositou seu leite dentro de mim, Kiko que ainda não havia gozado, tomou o lugar do cara e voltou a me penetrar, eu já não sentiu mais dor, apenas a pressão da rola entrando em mim, seu saco batia em mim ao me penetrar, fazendo barulho, os dois rapazes que pareciam bêbados saíram cambaleando nos deixando sozinhos.
Kiko gozou em seguida, caindo por cima de mim, e assim ficamos deitados por alguns minutos, sua rola ainda demorou a amolecer, com receio que aparecesse mais gente, pedi para ele me levar para casa.  Kiko me ergueu até seus ombros e me levou para a pousada, meu cuzinho ardia, mas a visão daqueles homens pulando ao meu redor, certamente me deixava com mais vontade de rola.
Ao chegar na pousada, Kiko me desce do seu ombro e César, o segurança se aproxima de mim preocupado, dizendo que meu tio estava á minha procura.
- Calma, primo, encontrei o menino aqui perto! – disse Kiko.
Mundo pequeno, pensei ao saber que o segurança César era parente do pedreiro Kiko. Deixei os dois conversando e voltei para casa.

Continua nos próximos capítulos.....

terça-feira, 26 de setembro de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - LULU LEVANDO ROLADA DO PRIMO TARADO

MEU PRIMO NÃO DAVA UMA FOLGA AO MEU CUZINHO....EU ADORAVA ISSO, SEMPRE ESTAVA DISPOSTO A SATISFAZER SEUS DESEJOS.....UMA DELICIA ESSA FODA....FEITA ASSIM QUE EU CHEGUEI PARA PASSAR UM FERIADO NA CASA DO MEU TIO.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - LULU BRINCANDO COM A ROLA DO TIO

 
NESSE VIDEO ESTOU RELAXANDO MEU TIO BRINCANDO COM SUA ROLA, ADORA FAZSER ISSO QUANDO ERA MAIS NOVINHO.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

LULU COM FOGO NO RABO

ADORO BRINCAR COM MEU RABINHO GULOSO NA CAM
MEUS ADMIRADORES ADORAM GOZAR VENDO....UMA DELICIA.

sábado, 2 de setembro de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - LULU LEVANDO UM ROLÃO NO CU

 
Vídeo antigo infelizmente sem som, dando meu rabinho novinho e suculento para um vizinho tarado que me fudeu com sua rolona toda atolada no meu cu....já era uma putinha guerreira encarava sem medo um pauzão no rabo.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

LULU AINDA BEM NOVINHO LEVANDO VARA DO PRIMO.

PENA QUE ESSE VÍDEO FICOU SEM SOM, MAS CONSEGUI RECUPERAR UM POUCO DELE, MEU PRIMO CAIO ATOLA SUA ROLONA EM MIM SEM DÓ.
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - DANDO O RABÃO DE CALCINHA.

ESSE VÍDEO É ANTIGO, NELE ESTOU REALIZANDO O DESEJO DESSE VIZINHO EM ME FUDER DE CALCINHA ENQUANTO O AMIGO ME FILMAVA....UMA DELICIA.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 20) LULU ABUSADO POR TRÊS JAPONESES TARADOS.

No relato anterior, cai nas garras no gringo ruivo, Jean aproveitou que eu estava sozinho em casa, me fudeu gostoso.
Ao chegar na pousada eu e Jean nos afastamos, o gringo ficou na piscina enquanto fui dar um alô para meu Tio. Após falar com meu tio resolvi dar um mergulho na piscina, mas estremeci ao ver o japonês que abusou de mim o cretino ao me ver tocou seu pau sob a sunga e se aproximou de mim, mergulhei na piscina e nadei para longe dele.
O japonês percebendo minha atitude se afastou e foi ao encontro de dois japonês, que estavam se bronzeando, percebi que eles olharam para mim. Certamente o cretino devia ter contado para os amigos o que tinha feito comigo.  
Olhei ao meu redor e percebi que havia pouca gente na piscina, além dos três japoneses, o ruivo Jean que conversava animado com uma moça, a pousada estava lotada, mas os hóspedes preferiam a praia que ficava há poucos metros dali. Permaneci nadando de um lado pro outro na piscina, aproveitando para relaxar um pouco, não dei importância para os japoneses, teve um que exibiu um sorvete para mim, pedindo para eu pegar onde eles estavam, olhei ao redor, temi que meu tio estivesse por perto, olhei para Jean, o ruivo estava se dando bem, o francês estava beijando a moça na boca. 
O japonês que me comeu, aproximou de mim e entregou o sorvete, pensei em recusar, mas aceitei, afinal adoro sorvetes. Mas sabia que aquela atitude do japa tinha uma intenção, meu cuzinho apesar de dolorido das roladas do francês, deu uma piscadinha, quando isso acontecia ficava difícil me controlar. O Japonês balbuciou algumas frases, mas como eu não falava japonês e nem ele português ficou difícil para nos entender, mas ao olhar o volume sob sua sunga percebi que conhecia muito bem aquele sinal, meu coração acelerou.
Os outros dois japoneses gesticulavam nos chamando, olhei ao redor e nem percebi que Jean havia saído, eu estava sozinho com aqueles três japoneses tarados. Sai da piscina e me deitei de bruços na cadeira afim de me bronzear, empinei bastante meu bumbum moreno para o deleite dos japas.
Os três japoneses trocaram de lugar e ficaram mais próximo de mim, eles se insinuavam para mim, tocando em seus pênis, aquilo era muito tentador, pensei ao observar seus gestos libidinosos para comigo. O japonês que me fudeu, entregou para mim um papel com o numero do seu quarto e saiu junto com seus amigos.
Fiquei com aquele papel em minha mão por alguns minutos, meu cuzinho não parava de piscar em imaginar a rola daquele japonês dentro de mim novamente, os japas eram bem atraentes, pensei ao lembrar deles, deviam ter no máximo trinta anos.
Não dava para resistir, resolvi dar uma passada no quarto do japa, mas tive que me esconder do meu tio, ainda bem que ele parecia muito atribulado dando ordens para os garçons, aproveitei e segui para o corredor onde ficavam os quartos, com o coração aos pulos  bati na porta.
O japonês abriu a porta e com um brilho nos olhos me puxou para dentro e sem demora colocou sua rola para fora e me fez chupá-lo, e assim fiz com gosto, o japa se contorcia de prazer com a minha boquinha sugando seu pedacinho de carne rosa. Seu dedo cutucava meu cuzinho, senti um pouco incomodado com aquilo, mas resisti com seus avanços.  Gemi ao sentir seu dedo ganhar espaço dentro de mim, ele atolou dois dedos facilmente dentro de mim, e logo em seguida colocou a rola dentro do meu rabinho, ele me levou até a cama e continuou a me penetrar com força, eu apenas gemia ao sentir sua rola entrar e sair dentro de mim.
Alguns minutos depois, sinto ele jorrar seu leite dentro de mim, sua rola pulsava dentro de mim, ficamos abraçados na cama, até que alguém bate na porta, eram os outros dois japoneses, me assustei ao vê-los, mas com gestos eles procuraram me acalmar, mas não tinha remédio melhor do que eles em seguida me deram, três rolas para mim chupar.
Um dos japoneses, o mais novinho se colocou entre minhas nádegas e começou a chupar meu rabinho, aquilo era covardia, adoro uma língua no meu cu, enquanto ele fazia isso, eu chupava as rolas dos outros dois.
Após lambuzar muito meu cuzinho com saliva, o japa mais novinho entrou com tudo dentro do meu rabinho, quase mordi a rola de um dos japas, pois gritei de dor, rapidamente um deles tampou minha boca, abafando meu gemidos, me levaram para a cama, me posicionaram de quatro e com o bunda empinada e se reversaram no meu cuzinho me penetrando com força,  minha sorte era que a rola deles não eram avantajadas como as que eu já havia conhecido, para facilitar mais suas metidas me posicionei melhor para recebê-los.
Os três japoneses me comeram com vigor, os três conversavam animados enquanto me fundiam, eu não entendia nada, mas pela expressão deles eu devia estar agradando.
Depois de quase uma hora de muita rola, deixei os gringos japoneses exaustos no quarto, com as pernas bambas e com o cuzinho cheio de porra, corri para casa.


Continua nos próximos capítulos.



quinta-feira, 20 de julho de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - DANDO PRO MORADOR DE RUA

TEM DIAS QUE O MEU CUZINHO IMPLORA POR ROLA E NÃO DEU PARA RECUSAR A ROLA DO CAFUÇU MORADOR DE RUA BÊBADO. MAS VADIA IMPOSSÍVEL.

terça-feira, 18 de julho de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - ENCARANDO O NEGÃO GOSTOSO

DELICIOSO ESSE SEGURANÇA NOVATO DO MEU CONDOMÍNIO, DEMOROU, MAS CONSEGUI FUDER COM ELE.

terça-feira, 4 de julho de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 19) O DIA EM QUE LULU FOI EMPALADO PELO O GRINGO FRANCÊS



No conto anterior relatei a minha frustração de não ter encarado a rola monstra do amigo africano do meu primo, que no meio da madrugada foi abusar de mim na minha cama. 
Após me recompor da investida do Tom, voltei para a cama, meu cuzinho ardia feito brasa, não era pra menos, a rola do angolano era muito grossa, quase me rasgou, ainda bem que não deixei ele continuar a me penetrar, apesar disso não podia deixar de esquecer o fato de ter de alguma forma seduzido aquele negro imenso.
Já estava amanhecendo quando sinto meu tio se aconchegando perto de mim e acariciando meu bumbum.
- Saudades dessa bundinha deliciosa! – disse meu tio ao chupar meu cuzinho, eu adorava aquilo e me posicionei para receber aquele carinho.
A língua do meu tio deslizava sobre meu cu e aquilo me arrancava suspiros de prazer, nem a dorzinha incômoda que a rola de Tom me deixou no cu, foi capaz de atrapalhar minha excitação, sinto meu tio me lambuzando com sua pomada mágica, era assim que ele falava ao preparar meu rabinho para recebê-lo, aquela pomada dava um calor em minhas entranhas, me deixando louco de tesão.
Meu tio me fudeu feito louco, estava mesmo com saudade, logo após gozar e encher meu cuzinho de leite, ele cai exausto e adormece ao meu lado. Mais uma vez me encontrava no banheiro fazendo asseio no meu bumbum sujo de esperma, aproveitei e tomei um banho e quando fazia isso Jean entra no banheiro excitado, sua rola estava ereta sob a cueca.
- Desculpa, Luluzinho! – disse ele ao urinar no sanitário – Mas estou muito apertado e o outro banheiro está ocupado.
Nada falei, apenas me enrolei na toalha rapidamente, envergonhado com a presença do francês no banheiro urinando na minha frente, não pude deixar de notar seus pentelhos ruivos, sua rola tinha um bom tamanho, e tinha uma cor estranha entre o rosa e o amarelo, na verdade parecia uma cenoura, nunca tinha visto uma rola daquele jeito, fiquei observando enquanto ele balançava a rola após urinar.
- Não precisa ter vergonha de mim! – disse ele com seu sotaque francês bem evidente – Você é apenas um garotinho ainda, mas vai ficar igualzinho a mim quando crescer....só com pelinhos negros na piroquinha!
Ao dizer isso Jean se desfaz da cueca, entra debaixo do chuveiro e toma  banho, termino de me secar com a toalha, mas percebo que Jean ficou me observando, ele me pede uma toalha antes deu sair do banheiro, pego no armário ao meu lado e entrego a ele e nesse instante escorrego no molhado vindo do Box e pra evitar minha queda, Jean me segura pelas costas, sinto sua rola roçando em mim.
- Cuidado! – disse o francês ao me abraçar – Desculpa...a culpa foi minha, devia ter deixado o Box fechado.
O gringo ainda me segurando, me ergueu nos braços, o safado me posicionou bem colado em sua rola, que naquele momento já exibia uma ereção, o ruivo posicionou sua rola bem na entrada do meu cuzinho e me abraçou, eu podia sentir a pressão do seu pau tentando entrar em mim.
Ouvimos vozes do lado de fora, rapidamente me enrolo na toalha e saio do banheiro, deixando Jean com sua rola apontada para o teto.
Ao sair do banheiro avisto meu tio ainda dormindo na cama, fiquei aliviado, imagine se ele entrasse no banheiro naquela hora. Caio e seus amigos tomam café da manhã na cozinha, ouço Tom e Fred comentando sobre o que havia acontecido ontem, das atitudes de Caio comigo, que havia me deixado assustado e constrangido.
- Puxa! – lamenta Caio – Não lembro de nada....
- Cara, tu quase estuprou o moleque! – lembrou Tom ao sorrir para o amigo - Estava descontrolado....
- Convenhamos....mas seu priminho é um tesão! – disse Fred ao apalpar a rola – Se fosse meu priminho já tinha dado um trato naquela bundinha....
- Sério cara? – perguntou Caio ao ouvir aquele comentário – Não sabia esse seu lado gay!
Fred sorriu com aquele comentário, negando seu lado gay, dizendo que jamais seria um, mas que a minha bundinha era deliciosa não poderia negar.
- Que conversa besta! – reclamou Tom ao ouvir o amigo – Lulu é apenas uma criança inocente....
Percebendo a aproximação de Jean, me junto aos outros na cozinha, todos riam descontraídos.
- Qual a piada? – perguntou Jean ao sentar na mesa.
- Bom dia priminho! – disse Caio ao  me ver – Dormiu bem?
Nada respondi, apenas tomei um copo d’água, ignorando sua presença, resolvi voltar para o quarto, mas Caio me deteve, puxando a toalha que envolvia minha cintura, me deixando pelado na frente dos amigos. Não tive outra reação senão chorar envergonhado, tentei tomar a toalha das mão do meu primo, mas meu esforço era em vão, os gringos sorriam ao me ver pulando ao redor do Caio tentando pegar a toalha.
- O que está acontecendo aqui? – perguntou meu Tio ao se aproximar
Corri para meu tio chorando, estava muito envergonhado por está totalmente pelado na frente de todos. Ciente do que tinha acontecido, meu tio deu uma bronca em Caio por ter me causado tanta vergonha na frente dos seus amigos, mas também não escapei da bronca, que não precisava daquele chororô, ali só tinha homens, que eu não deveria ter vergonha, éramos todos iguais.
Depois desse incidente na manhã, mais uma vez fiquei sozinho em casa, como sempre. Caio e seus amigos saíram, foram a praia, pensei em ir com eles, mas preferi jogar videogame, confesso que era viciado nisso.
- Está sozinho em casa? – perguntou Jean
Me virei assustado, não havia percebido a entrada do francês.
- Sim! – respondi ao continuar jogando. – Cadê os outros....a praia não está boa?
O ruivo respondeu que o sol lhe incomodava, sua pele era muito branca não combinava com o sol, meu primo Caio e os outros ficaram jogando bola na praia.
O cenário para mais um aventura sexual estava começando a se formar, de repente estava ali sozinho com o gringo, que algumas horas atrás havia me espetado com sua rola da cor de cenoura. Meu coração acelerou e com isso uma forte excitação tomou conta do meu corpo.
Jean também parecia excitado, pude perceber pelo o volume da sua sunga, ele nem disfarçava, procurei não olhar para seu volume, mas aquela visão me hipnotizava.
- Você sabe jogar? – perguntei ao desviar o olhar.
- Não! – respondeu Jean ao ajeitar a rola na sunga, ela parecia querer saltar de lá – Você me ensina?
Acenei com a cabeça positivamente, o ruivo sentou ao meu lado, entreguei o controle em suas mãos e fui dando coordenadas, o gringo devia está mentindo para mim, pois ele fazia direitinho tudo o que eu ensinava, ele me pediu para sentar em seu colo segundo ele era melhor daquela maneira dele aprender, me fazendo de inocente, obedeci e me ajeitei sobre seu colo, meu cuzinho piscava, parecia que o ruivo estava sentindo, pois ele movia-se lentamente para cima, seu peito roçava em minhas costa, seu coração batia acelerado.  
Temeroso que alguém entrasse, resolvi sair de cima do seu colo, Jean me deteve, fazendo ainda mais pressão na minha bundinha.
- Não precisa ter medo! – sussurrou ele em meu ouvido. Jean receoso da minha reação, não imaginava que eu já tinha uma vida sexual bem ativa, temia me assustar.
Meu medo não era da rola que estava preste a conhecer e sim de sermos flagrados, naquele momento era o que mais me preocupava. Fui até a porta e tranquei, os olhos azuis do ruivo brilharam com minha atitude e  logo se aproximou me erguendo da mesma maneira que fez no  banheiro, abaixa a sunga fazendo sua pica pular pra fora e me espetar, fica roçando aquela rola em minha bundinha por alguns minutos. Meu shortinho é retirado junto com minha cueca, revelando meu bumbum carnudo. Jean cospe em sua mão e lambuza meu cuzinho com sua saliva e volta a me erguer sobre sua rola, encaixando-o em meu buraquinho,  meu anelzinho de couro engoliu sem resistência aquela rola comprida da cor de cenoura.
Engatado em mim, Jean me leva até a cozinha e me posiciona sobre a mesa e me fode com vontade, eu apenas gemia de dor e prazer, sentia ao fundo aquela rola bater em minhas entranhas juvenil, após uns dez minutos Jean estremece, soltando fartos jatos de gozo dentro de mim.
O francês, me enche de beijos, agradecendo pelo o momento e me fazendo prometer a não contar pra ninguém, mas era claro que manteria aquilo em segredo, pensei ao tomarmos banho depois da foda. O ruivo me fez chupá-lo e desta vez engulo seu leitinho desta vez pela a boca, o gringo ficou alucinado com minha desenvoltura.
Depois do que tinha acontecido, eu e Jean fomos para a piscina da pousada.

Continua nos próximos capítulos.....  

sábado, 24 de junho de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - LULU DANDO PRO AMIGO DA ESCOLA

ADORAVA FUDER COM MEUS AMIGOS DA ESCOLA......JÁ NOVINHO ERA 
UMA PUTINHA...ADORA GEMER NUMA VARA....UMA DELICIA.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

LULU O MORENINHO VADIO ENCARANDO UMA MEGA ROLA NO CU

.
FAZIA TEMPO QUE NÃO ENCARAVA UMA ROLA DESSE TAMANHO NO CU, SOFRI NAS MÃOS DESSE NEGÃO, CHEGUEI A FICAR ROUCO DE TANTO GRITAR COM AS ESTOCADAS DENTRO DO MEU CU....FOI UMA DELICIA.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 18) AFRICANO FAZ LULU CHORAR COM SUA ROLA MONSTRA.

No conto anterior relatei fatos que já demonstrava a puta que eu estava me transformando, abusei do africano amigo do meu primo, bolinei na sua imensa rola enquanto ele dormia e fui flagrado mamando a rola do segurança César e por causa disso tive que dar meu rabinho para um japonês hóspede da pousada do meu tio, a primeira rola gringa a entrar no meu cuzinho.
Mas outras três rolas gringas estavam preste a entrar no meu rabinho adolescente, havia voltado para casa, após deixar meu tio trabalhando. Tomei um banho afim de me deitar, meu cuzinho estava ardido, o japonês  me fudeu com gosto, lambuzei meu cuzinho com pomada, uma que meu tio passava em mim para aliviar nossas fodas, aliviava bastante o estrago no meu cuzinho.
Apesar do barulho lá fora causado pelo o som dos trios elétricos que passavam  em frente  de casa, eu acabei adormecendo, só fui despertar com umas risadas na sala de casa, fiquei assustado pois estava sozinho em casa, mas logo reconheci a voz do meu primo e fui ver o que estava acontecendo.
A cena que avistei na minha frente jamais esqueci, meu primo Caio e seus amigos estava acompanhados de duas moças nuas, uma delas com a boca na rola do meu primo, a outra deu um grito surpresa com a minha presença.
- Nossa, tem um menino aqui nos vendo!
Caio e seus amigos também se viram surpresos ao me ver parado com os olhos arregalados, eu nunca tinha visto uma mulher nua na minha frente. Caio me segura pelo o braço e me leva para o quarto.
- Volte já pro quarto! –  gritou Caio zangado.
- Eu quero beber água! – respondi sem deixar de olhar pras moças nuas.
Caio me segura pelo o braço e me arrasta para o quarto a força, fechando a porta em seguida. Mas minha presença melou a festinha deles, as moças se recusaram a continuar, ficaram constrangidas com a minha presença e deixaram os rapazes na mão.
Caio abriu a porta do quarto com um chute e bastante irritado se dirigiu pra mim.
- Cara você atrapalhou tudo! – disse ele ao segurar meu braço com força.
- Me solta! – gritei assustado.
Percebendo que meu primo estava bêbado, fiquei com medo, ele ficava muito estranho quando bebia, comecei a chorar, seus amigos logo entram no quarto preocupados e me afasta dele. Caio insistia em me confrontar, Tom o angolano se coloca em minha frente, pedindo calma ao amigo.
- Calma,cara! – disse ele com seu sotaque português – Você está assustando o miúdo!
Fred e Jean levam Caio para a sala e Tom me leva até a cama e me faz sentar em seu colo tentando me acalmar, pois eu continuava chorando assustado, o angolano carinhosamente me abraçou.
- Calma bonitinho! – dizia ele ao acariciar meus cabelos.
Mais calmo, percebi a situação em que me encontrava, estava somente de cueca, sentado sobre o colo do angolano, fiquei desconfiado com o carinho dele ao passar suas mãos sobre minhas coxas, senti que o volume sob a minha bundinha começava a crescer e levemente me acomodei, facilitando o encaixe de sua rolona entre minhas nádegas.
Fred o outro angolano entra no quarto e vai até o banheiro, assustado saio de cima do colo do Tom e me deito na cama, este ajeita sua rola no calção e me deixa, mas antes acaricia minha bundinha.
Alguns minutos depois, Fred sai do banheiro e se aproxima de mim, eu sabendo de sua presença me deito de bruços e finjo dormir.  Fred ao passar por mim, para por algum instante e admira minha bundinha carnuda, se aproxima e acaricia levemente meu bumbum, saindo logo em seguida.
Após alguns minutos, Caio entra no quarto e se deita ao meu lado, aquilo me deixou aflito, pois seus amigos poderiam nos ver.
- Desculpa! – balbuciou ele ao meu ouvido – Fui grosseiro com você....
- Me deixa em paz! – falei ao me afastar dele e correr para fora do quarto.
Caio correu atrás de mim, imitando minha voz infantil, “me deixa em paz”. seus amigos se divertiram com a cena, meu primo me alcança, me derruba no chão, e cai sobre mim.
Gritei pedindo que ele saísse de cima de mim, pois estava me sufocando, Caio apenas sorria divertido, ele estava muito embriagado.
- Seu pestinha gostoso! – disse ele ao abaixar minha cueca e apalpar meu bumbum.
Gelei com aquela sua atitude e tentei afastar sua mão da minha bunda, mas o cretino continuava a me apalpar.
Fred e Jean vendo minha situação, retira Caio de cima de mim e o coloca sobre o sofá.  Enquanto isso Tom me ajuda a levantar do chão, me ajuda a colocar minha cueca novamente.
- Calma! – disse Tom ao perceber meu constrangimento – Caio está muito bêbado, não sabe o que está fazendo.....não é mesmo rapazes?
Jean e Fred concordaram com o amigo, os dois também estavam embriagados, percebi quando se aproximaram de mim, cheiravam a bebida.  
- Pode ficar tranquilo, meu pequeno! – falou Jean ao se aproximar de mim e acariciar meu rosto – Seu primo apagou, acho que daquele sofá hoje ele não sai.
Mais tranquilo, voltei para meu quarto, deixando os rapazes na sala, meu tio estava demorando muito, resolvi ligar para ele, mas Fred lembrou que ele já tinha avisado ao Caio que não viria pra casa. Ao saber daquilo desejei boa noite para os rapazes e voltei para a cama.
Não lembro quanto tempo depois, mas já era de madrugada quanto sinto uma mão acariciar minha bunda, imaginei que fosse Caio novamente, recuei daquele toque, mas estava enganado,  mesmo diante da penumbra do quarto, reconheci que eraTom que me apalpava.
- O que você está fazendo? – perguntei ao olhar pra ele.
Tom apenas fez sinal de silêncio, se afastou de mim e foi até a porta do quarto e fechou, voltando em seguida para a cama. Naquele momento não consegui dizer nada, apenas obedeci o angolano, que se acomodou próximo de mim e me abraçou, ficamos abraçados de conchinha.
Tom coloca sua mão dentro da minha cueca e acaricia minha bundinha, eu apenas suspiro de prazer e aquilo foi o sinal que ele esperava, pois me despiu e ainda de cueca ele ficou roçando sua rola na minha bundinha, senti um pedaço de carne endurecida pressionando meu bumbum, eu apenas gemia com aquele contato, sinto Tom também se despindo e colocando sua pica entre minhas nádegas e com isso ele ficou forçando meu cuzinho, recuei temeroso com aquele contato.
Percebendo meu temor, Tom me posiciona de bruços, abre minha bundinha e cai de boca em meu cuzinho me arrancando um suspiro de prazer, a língua do africano forçava a entrado em meu cuzinho, era gostoso demais. Tom sentou na cama e pediu pra eu sentar no colo dele, pedi para acender a luz, mas ele achou melhor ficarmos daquela maneira, não insisti e obedeci, antes Tom lambuza meu cuzinho e enfia um dedo que entrou facilmente, gemi para disfarçar que não estava acostumado com aquilo, ele encaixou a cabeça da rola em meu buraquinho,  me acomodei em cima e forcei, mas não consegui, a cabeça da rola dele era grande demais, percebi ao apalpá-la. Tom pediu para me deitar de bruços, coloca um travesseiro sob minha bunda, deixando-a empinada, arreganha meu cuzinho com dois dedos enfiados, aquilo me causou desconforto, mas o pior estava por vim, o angolano deita sobre mim, encaixando a glande em forma de cogumelo de sua rola em meu buraquinho.
Tom calmamente forçou a entrada de sua rola em meu cu, recuei com a dor que aquilo proporcionou, ele me pediu para relaxar e tentou de novo, desta vez com mais pressão, senti meu cuzinho  estalar, a cabeça da rolona se alojou dentro de mim, a dor foi imensa, pedi para Tom tirar, ele percebendo meu sofrimento sai de cima de mim, mas pediu para eu permanecer de bruços e um jato quente de esperma cai sobre meu bumbum.
Tom se despediu de mim com um beijo no rosto, vou até o banheiro, limpo o esperma do meu bumbum e volto para a cama, fiquei frustrado por não ter dado conta daquela rola, era monstruosa.

Continua nos próximos capítulos.....

domingo, 21 de maio de 2017

LULU DE CALCINHA ENCARANDO UM SEGURANÇA ROLUDO

ADORO SENTIR UMA ROLA ME RASGANDO.....DEI GOSTOSO PARA ESSE SEGURANÇA, GEMI FEITO UMA PUTINHA NO CIO.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO LEVANDO ROLA DO VIZINHO

ESSE COROA MORAVA PRÓXIMO A MINHA CASA, NESSE PEQUENO TRECHO DO VIDEO, O TARADO ENFIA SEM DÓ SUA ROLA NO MEU CUZINHO, EU ERA MUITO NOVINHO NESSE VÍDEO. 

domingo, 14 de maio de 2017

FOTOS DE LULUZINHO DANDO O CU PRO TITIO

QUANDO ERA NOVINHO ADORAVA  
BRINCAR ASSIM COM MEU TIO.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 17) - O DIA EM QUE LULU DEU O CUZINHO PARA UM JAPONÊS

Após terem me fudido, meu tio e meu primo Caio me deixam sozinho em casa.
- Não faça barulho, os amigos do Caio estão descansando! - disse meu tio ao deixar o quarto.
- Esses caras, estão muito bêbados, pode a casa cair e eles não despertaram, conheço muito bem quando ficam assim. - disse Caio ao sair do banheiro e se vestir - Eles apagam de verdade, ali só com um balde de água fria.....
Meu cuzinho estava todo melecado de porra, tomei banho e resolvi brincar de videogame, ao chegar na sala, avisto Tom esparramado no sofá, somente de toalha, dormindo profundamente, os outros estavam no quarto ao lado, o ruivo francês Jean e o outro angolano Fred.
Lembrei do que Caio disse, eles realmente estavam apagados e uma ideia maluca veio na minha cabeça, lembrei do tamanho da rola do negão e uma vontade louca me deu, quis conferi mas de perto aquela jeba preta e com cuidado afasto um pouco a toalha e para minha alegria o negão estava pelado e o pedaço de carne negra repousava entre suas pernas, levemente seguro sua rola em minha mão, era macia, um grande pedaço de chocolate, pensei ao balançá-la de um lado pro outro feito um grande pêndulo, Tom permanecia adormecido indiferente aos meus toques, meu cuzinho piscou ao imaginar aquela picona atolada no meu cu, mas pelo o tamanho dela, eu certamente não daria conta, era a maior rola que já vi, superava a do segurança César.
Permaneci por alguns momentos admirando a pica do africano e resolvi colocá-la na boca, não consegui abocanhar, era grossa demais, passei minha língua sobre sua glande roxa, e tomei um susto ela cresceu em minhas mãos, rapidamente soltei, meu coração quase parou ao ver aquilo, mas Tom  permaneceu inerte, parecia morto, aquilo me tranquilizou e voltei a chupá-lo, era muito excitante aquela situação, estava abusando do amigo do meu primo, sua rola cresceu ainda mas com o toque dos meus lábios, chegou a soltar uma babinha que fiz questão de experimentar, estava muito deliciosa aquela situação, mas tive que parar, ouvi passos se aproximando, rapidamente corro para meu quarto e finjo dormir. Era meu primo Caio voltando.
Meu coração batia disparado, não conseguia acreditar no que tinha feito, ainda sentia o gosto daquela rola em minha boca.
Caio despertou seus amigos, pois tinha mais folia pela a frente, Fred percebeu a animação do seu amigo Tom sob a toalha.
- Eita, nosso amigo teve um sonho daqueles! - falou Fred ao ver o amigo excitado e puxar a toalha que o cobria.
Todos se divertiram com a cara envergonhada do amigo tentando se cobrir, principalmente quando cheguei na sala.
- Parem com isso! - disse Tom ao tentar erguer a toalha - Respeita a presença do menino.
Jean rapidamente coloca sua mão sobre meus olhos, que deviam está paralisados com a visão de Tom completamente pelado na minha frente, embora já tivesse visto ele nu, não dava para ficar indiferente aquela visão. Depois daquele incidente, Caio e seus amigos se preparam para cair na folia do carnaval.
Como era chato ser criança numa horas dessas, lamentei ao fazer companhia ao meu tio na pousada, mas uma vez ele não deixou eu acompanhar Caio e seus amigos no trio elétrico que  passavam próximo a pousada.
Enquanto a folia estava  a todo vapor lá fora, dentro da pousada estava tudo tranquilo, um grupo de japoneses chegaram e meu tio teve que os atender, gostava de ver meu tio trabalhar, ele atendia a todos com atenção.
Avisto o segurança César no estacionamento e vou até ele, este ao me ver acaricia minha cabeça.
- Muito trabalho hoje? - perguntei ao entrar na quarita - O senhor não vai se divertir nesse carnaval?
- Claro que sim! - respondeu ele ao me colocar em seu colo -  E você parece triste....o que está acontecendo?
Falei que estava entediando, não tinha muito o que fazer, queria está como meu primo no trio elétrico que tocava na avenida em frente da pousada. César sorriu, ele deu razão ao meu tio em me fazer ficar em casa, ele disse que tem um filho na minha idade e que pega no pé dele também.
César sugeriu sua rola para me animar, confesso que adorei sua proposta e sem demora, me agacho e abocanho sua rola com vontade, o segurança suspirava com minhas chupadas, teve um momento que um cliente se aproximou para deixar as chaves do carro e continuei solvendo a rola negra do grandão até ele derramar seu leite dentro da minha boca, engoli cada gotinha. Após gozar em minha boca, deixei César trabalhando e fui até o banheiro limpar meu rosto.
Estava distraído lavando o rosto, quando um japonês entra no banheiro, ele olha pra mim, e exibe sua rola cor de rosa, me convidando para chupá-lo, eu balanço minha cabeça recusando, mas o cretino aponta para o estacionamento, mostrando César ao longe,  pelos seus gestos, ele me viu chupando o segurança, lembrei do momento em que um cliente entrega as chaves do carro, era ele.
Aquela situação me deixou assustado, mas confesso que também excitado, a visão daquela rola balançando para mim era tentadora, sem demora, me aproximei do japa e fiz aquela rola branquinha crescer, não era muito grande, mas era suficiente para encher minha boca, chupei com vontade, o japa era jovem, com o corpo bem malhado, uma delicia. Após chupá-lo por alguns minutos, o japonês me carrega até a cabine, abaixa meu short e se admira com a marquinha de bronzeado no meu bumbum moreno, cai de boca em meu cuzinho, lubrificando bastante meu buraquinho e sem demora atocha sua rola em mim, aquilo doeu me arrancando um grito, mas rapidamente ele tampa minha boca com sua mão e feito um louco enterra sua rola dentro de mim, após alguns minutos ele goza, fico exausto sentado no sanitário, vejo a porra saindo do meu cuzinho ardido feito pimenta, o japa sai rapidamente do banheiro e sem acreditar no que havia acontecido vou para meu tio e digo a ele que iria me deitar.

Continua nos próximos capítulos.......

sábado, 22 de abril de 2017

LULUZINHO BRINCANDO COM UMA GARRAFA NO CUZINHO

MEU TIO GOSTAVA DE ME COLOCAR A PROVA, E UMA DELAS FOI DE ENGOLIR ESSA GARRAFINHA PELO O CU, JÁ NOVINHO GOSTAVA DE BRINCAR COM COISAS GROSSAS NO MEU RABINHO, SÓ NÃO ENTROU TODA PORQUE NÃO HAVIA MAIS ESPAÇO, AINDA ERA NOVINHO QUANDO TIREI ESSA FOTO.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO FUDENDO COM UM VIZINHO

ADORO MEUS VIZINHOS, SEMPRE TEM UM AFIM DE ME FUDER.....QUE DELICIA.