CD LULU, A VADIA

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 17) - O DIA EM QUE LULU DEU O CUZINHO PARA UM JAPONÊS

Após terem me fudido, meu tio e meu primo Caio me deixam sozinho em casa.
- Não faça barulho, os amigos do Caio estão descansando! - disse meu tio ao deixar o quarto.
- Esses caras, estão muito bêbados, pode a casa cair e eles não despertaram, conheço muito bem quando ficam assim. - disse Caio ao sair do banheiro e se vestir - Eles apagam de verdade, ali só com um balde de água fria.....
Meu cuzinho estava todo melecado de porra, tomei banho e resolvi brincar de videogame, ao chegar na sala, avisto Tom esparramado no sofá, somente de toalha, dormindo profundamente, os outros estavam no quarto ao lado, o ruivo francês Jean e o outro angolano Fred.
Lembrei do que Caio disse, eles realmente estavam apagados e uma ideia maluca veio na minha cabeça, lembrei do tamanho da rola do negão e uma vontade louca me deu, quis conferi mas de perto aquela jeba preta e com cuidado afasto um pouco a toalha e para minha alegria o negão estava pelado e o pedaço de carne negra repousava entre suas pernas, levemente seguro sua rola em minha mão, era macia, um grande pedaço de chocolate, pensei ao balançá-la de um lado pro outro feito um grande pêndulo, Tom permanecia adormecido indiferente aos meus toques, meu cuzinho piscou ao imaginar aquela picona atolada no meu cu, mas pelo o tamanho dela, eu certamente não daria conta, era a maior rola que já vi, superava a do segurança César.
Permaneci por alguns momentos admirando a pica do africano e resolvi colocá-la na boca, não consegui abocanhar, era grossa demais, passei minha língua sobre sua glande roxa, e tomei um susto ela cresceu em minhas mãos, rapidamente soltei, meu coração quase parou ao ver aquilo, mas Tom  permaneceu inerte, parecia morto, aquilo me tranquilizou e voltei a chupá-lo, era muito excitante aquela situação, estava abusando do amigo do meu primo, sua rola cresceu ainda mas com o toque dos meus lábios, chegou a soltar uma babinha que fiz questão de experimentar, estava muito deliciosa aquela situação, mas tive que parar, ouvi passos se aproximando, rapidamente corro para meu quarto e finjo dormir. Era meu primo Caio voltando.
Meu coração batia disparado, não conseguia acreditar no que tinha feito, ainda sentia o gosto daquela rola em minha boca.
Caio despertou seus amigos, pois tinha mais folia pela a frente, Fred percebeu a animação do seu amigo Tom sob a toalha.
- Eita, nosso amigo teve um sonho daqueles! - falou Fred ao ver o amigo excitado e puxar a toalha que o cobria.
Todos se divertiram com a cara envergonhada do amigo tentando se cobrir, principalmente quando cheguei na sala.
- Parem com isso! - disse Tom ao tentar erguer a toalha - Respeita a presença do menino.
Jean rapidamente coloca sua mão sobre meus olhos, que deviam está paralisados com a visão de Tom completamente pelado na minha frente, embora já tivesse visto ele nu, não dava para ficar indiferente aquela visão. Depois daquele incidente, Caio e seus amigos se preparam para cair na folia do carnaval.
Como era chato ser criança numa horas dessas, lamentei ao fazer companhia ao meu tio na pousada, mas uma vez ele não deixou eu acompanhar Caio e seus amigos no trio elétrico que  passavam próximo a pousada.
Enquanto a folia estava  a todo vapor lá fora, dentro da pousada estava tudo tranquilo, um grupo de japoneses chegaram e meu tio teve que os atender, gostava de ver meu tio trabalhar, ele atendia a todos com atenção.
Avisto o segurança César no estacionamento e vou até ele, este ao me ver acaricia minha cabeça.
- Muito trabalho hoje? - perguntei ao entrar na quarita - O senhor não vai se divertir nesse carnaval?
- Claro que sim! - respondeu ele ao me colocar em seu colo -  E você parece triste....o que está acontecendo?
Falei que estava entediando, não tinha muito o que fazer, queria está como meu primo no trio elétrico que tocava na avenida em frente da pousada. César sorriu, ele deu razão ao meu tio em me fazer ficar em casa, ele disse que tem um filho na minha idade e que pega no pé dele também.
César sugeriu sua rola para me animar, confesso que adorei sua proposta e sem demora, me agacho e abocanho sua rola com vontade, o segurança suspirava com minhas chupadas, teve um momento que um cliente se aproximou para deixar as chaves do carro e continuei solvendo a rola negra do grandão até ele derramar seu leite dentro da minha boca, engoli cada gotinha. Após gozar em minha boca, deixei César trabalhando e fui até o banheiro limpar meu rosto.
Estava distraído lavando o rosto, quando um japonês entra no banheiro, ele olha pra mim, e exibe sua rola cor de rosa, me convidando para chupá-lo, eu balanço minha cabeça recusando, mas o cretino aponta para o estacionamento, mostrando César ao longe,  pelos seus gestos, ele me viu chupando o segurança, lembrei do momento em que um cliente entrega as chaves do carro, era ele.
Aquela situação me deixou assustado, mas confesso que também excitado, a visão daquela rola balançando para mim era tentadora, sem demora, me aproximei do japa e fiz aquela rola branquinha crescer, não era muito grande, mas era suficiente para encher minha boca, chupei com vontade, o japa era jovem, com o corpo bem malhado, uma delicia. Após chupá-lo por alguns minutos, o japonês me carrega até a cabine, abaixa meu short e se admira com a marquinha de bronzeado no meu bumbum moreno, cai de boca em meu cuzinho, lubrificando bastante meu buraquinho e sem demora atocha sua rola em mim, aquilo doeu me arrancando um grito, mas rapidamente ele tampa minha boca com sua mão e feito um louco enterra sua rola dentro de mim, após alguns minutos ele goza, fico exausto sentado no sanitário, vejo a porra saindo do meu cuzinho ardido feito pimenta, o japa sai rapidamente do banheiro e sem acreditar no que havia acontecido vou para meu tio e digo a ele que iria me deitar.

Continua nos próximos capítulos.......

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