CD LULU, A VADIA

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segunda-feira, 29 de maio de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 18) AFRICANO FAZ LULU CHORAR COM SUA ROLA MONSTRA.

No conto anterior relatei fatos que já demonstrava a puta que eu estava me transformando, abusei do africano amigo do meu primo, bolinei na sua imensa rola enquanto ele dormia e fui flagrado mamando a rola do segurança César e por causa disso tive que dar meu rabinho para um japonês hóspede da pousada do meu tio, a primeira rola gringa a entrar no meu cuzinho.
Mas outras três rolas gringas estavam preste a entrar no meu rabinho adolescente, havia voltado para casa, após deixar meu tio trabalhando. Tomei um banho afim de me deitar, meu cuzinho estava ardido, o japonês  me fudeu com gosto, lambuzei meu cuzinho com pomada, uma que meu tio passava em mim para aliviar nossas fodas, aliviava bastante o estrago no meu cuzinho.
Apesar do barulho lá fora causado pelo o som dos trios elétricos que passavam  em frente  de casa, eu acabei adormecendo, só fui despertar com umas risadas na sala de casa, fiquei assustado pois estava sozinho em casa, mas logo reconheci a voz do meu primo e fui ver o que estava acontecendo.
A cena que avistei na minha frente jamais esqueci, meu primo Caio e seus amigos estava acompanhados de duas moças nuas, uma delas com a boca na rola do meu primo, a outra deu um grito surpresa com a minha presença.
- Nossa, tem um menino aqui nos vendo!
Caio e seus amigos também se viram surpresos ao me ver parado com os olhos arregalados, eu nunca tinha visto uma mulher nua na minha frente. Caio me segura pelo o braço e me leva para o quarto.
- Volte já pro quarto! –  gritou Caio zangado.
- Eu quero beber água! – respondi sem deixar de olhar pras moças nuas.
Caio me segura pelo o braço e me arrasta para o quarto a força, fechando a porta em seguida. Mas minha presença melou a festinha deles, as moças se recusaram a continuar, ficaram constrangidas com a minha presença e deixaram os rapazes na mão.
Caio abriu a porta do quarto com um chute e bastante irritado se dirigiu pra mim.
- Cara você atrapalhou tudo! – disse ele ao segurar meu braço com força.
- Me solta! – gritei assustado.
Percebendo que meu primo estava bêbado, fiquei com medo, ele ficava muito estranho quando bebia, comecei a chorar, seus amigos logo entram no quarto preocupados e me afasta dele. Caio insistia em me confrontar, Tom o angolano se coloca em minha frente, pedindo calma ao amigo.
- Calma,cara! – disse ele com seu sotaque português – Você está assustando o miúdo!
Fred e Jean levam Caio para a sala e Tom me leva até a cama e me faz sentar em seu colo tentando me acalmar, pois eu continuava chorando assustado, o angolano carinhosamente me abraçou.
- Calma bonitinho! – dizia ele ao acariciar meus cabelos.
Mais calmo, percebi a situação em que me encontrava, estava somente de cueca, sentado sobre o colo do angolano, fiquei desconfiado com o carinho dele ao passar suas mãos sobre minhas coxas, senti que o volume sob a minha bundinha começava a crescer e levemente me acomodei, facilitando o encaixe de sua rolona entre minhas nádegas.
Fred o outro angolano entra no quarto e vai até o banheiro, assustado saio de cima do colo do Tom e me deito na cama, este ajeita sua rola no calção e me deixa, mas antes acaricia minha bundinha.
Alguns minutos depois, Fred sai do banheiro e se aproxima de mim, eu sabendo de sua presença me deito de bruços e finjo dormir.  Fred ao passar por mim, para por algum instante e admira minha bundinha carnuda, se aproxima e acaricia levemente meu bumbum, saindo logo em seguida.
Após alguns minutos, Caio entra no quarto e se deita ao meu lado, aquilo me deixou aflito, pois seus amigos poderiam nos ver.
- Desculpa! – balbuciou ele ao meu ouvido – Fui grosseiro com você....
- Me deixa em paz! – falei ao me afastar dele e correr para fora do quarto.
Caio correu atrás de mim, imitando minha voz infantil, “me deixa em paz”. seus amigos se divertiram com a cena, meu primo me alcança, me derruba no chão, e cai sobre mim.
Gritei pedindo que ele saísse de cima de mim, pois estava me sufocando, Caio apenas sorria divertido, ele estava muito embriagado.
- Seu pestinha gostoso! – disse ele ao abaixar minha cueca e apalpar meu bumbum.
Gelei com aquela sua atitude e tentei afastar sua mão da minha bunda, mas o cretino continuava a me apalpar.
Fred e Jean vendo minha situação, retira Caio de cima de mim e o coloca sobre o sofá.  Enquanto isso Tom me ajuda a levantar do chão, me ajuda a colocar minha cueca novamente.
- Calma! – disse Tom ao perceber meu constrangimento – Caio está muito bêbado, não sabe o que está fazendo.....não é mesmo rapazes?
Jean e Fred concordaram com o amigo, os dois também estavam embriagados, percebi quando se aproximaram de mim, cheiravam a bebida.  
- Pode ficar tranquilo, meu pequeno! – falou Jean ao se aproximar de mim e acariciar meu rosto – Seu primo apagou, acho que daquele sofá hoje ele não sai.
Mais tranquilo, voltei para meu quarto, deixando os rapazes na sala, meu tio estava demorando muito, resolvi ligar para ele, mas Fred lembrou que ele já tinha avisado ao Caio que não viria pra casa. Ao saber daquilo desejei boa noite para os rapazes e voltei para a cama.
Não lembro quanto tempo depois, mas já era de madrugada quanto sinto uma mão acariciar minha bunda, imaginei que fosse Caio novamente, recuei daquele toque, mas estava enganado,  mesmo diante da penumbra do quarto, reconheci que eraTom que me apalpava.
- O que você está fazendo? – perguntei ao olhar pra ele.
Tom apenas fez sinal de silêncio, se afastou de mim e foi até a porta do quarto e fechou, voltando em seguida para a cama. Naquele momento não consegui dizer nada, apenas obedeci o angolano, que se acomodou próximo de mim e me abraçou, ficamos abraçados de conchinha.
Tom coloca sua mão dentro da minha cueca e acaricia minha bundinha, eu apenas suspiro de prazer e aquilo foi o sinal que ele esperava, pois me despiu e ainda de cueca ele ficou roçando sua rola na minha bundinha, senti um pedaço de carne endurecida pressionando meu bumbum, eu apenas gemia com aquele contato, sinto Tom também se despindo e colocando sua pica entre minhas nádegas e com isso ele ficou forçando meu cuzinho, recuei temeroso com aquele contato.
Percebendo meu temor, Tom me posiciona de bruços, abre minha bundinha e cai de boca em meu cuzinho me arrancando um suspiro de prazer, a língua do africano forçava a entrado em meu cuzinho, era gostoso demais. Tom sentou na cama e pediu pra eu sentar no colo dele, pedi para acender a luz, mas ele achou melhor ficarmos daquela maneira, não insisti e obedeci, antes Tom lambuza meu cuzinho e enfia um dedo que entrou facilmente, gemi para disfarçar que não estava acostumado com aquilo, ele encaixou a cabeça da rola em meu buraquinho,  me acomodei em cima e forcei, mas não consegui, a cabeça da rola dele era grande demais, percebi ao apalpá-la. Tom pediu para me deitar de bruços, coloca um travesseiro sob minha bunda, deixando-a empinada, arreganha meu cuzinho com dois dedos enfiados, aquilo me causou desconforto, mas o pior estava por vim, o angolano deita sobre mim, encaixando a glande em forma de cogumelo de sua rola em meu buraquinho.
Tom calmamente forçou a entrada de sua rola em meu cu, recuei com a dor que aquilo proporcionou, ele me pediu para relaxar e tentou de novo, desta vez com mais pressão, senti meu cuzinho  estalar, a cabeça da rolona se alojou dentro de mim, a dor foi imensa, pedi para Tom tirar, ele percebendo meu sofrimento sai de cima de mim, mas pediu para eu permanecer de bruços e um jato quente de esperma cai sobre meu bumbum.
Tom se despediu de mim com um beijo no rosto, vou até o banheiro, limpo o esperma do meu bumbum e volto para a cama, fiquei frustrado por não ter dado conta daquela rola, era monstruosa.

Continua nos próximos capítulos.....

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