CD LULU, A VADIA

CD LULU, A VADIA

quinta-feira, 27 de julho de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 20) LULU ABUSADO POR TRÊS JAPONESES TARADOS.

No relato anterior, cai nas garras no gringo ruivo, Jean aproveitou que eu estava sozinho em casa, me fudeu gostoso.
Ao chegar na pousada eu e Jean nos afastamos, o gringo ficou na piscina enquanto fui dar um alô para meu Tio. Após falar com meu tio resolvi dar um mergulho na piscina, mas estremeci ao ver o japonês que abusou de mim o cretino ao me ver tocou seu pau sob a sunga e se aproximou de mim, mergulhei na piscina e nadei para longe dele.
O japonês percebendo minha atitude se afastou e foi ao encontro de dois japonês, que estavam se bronzeando, percebi que eles olharam para mim. Certamente o cretino devia ter contado para os amigos o que tinha feito comigo.  
Olhei ao meu redor e percebi que havia pouca gente na piscina, além dos três japoneses, o ruivo Jean que conversava animado com uma moça, a pousada estava lotada, mas os hóspedes preferiam a praia que ficava há poucos metros dali. Permaneci nadando de um lado pro outro na piscina, aproveitando para relaxar um pouco, não dei importância para os japoneses, teve um que exibiu um sorvete para mim, pedindo para eu pegar onde eles estavam, olhei ao redor, temi que meu tio estivesse por perto, olhei para Jean, o ruivo estava se dando bem, o francês estava beijando a moça na boca. 
O japonês que me comeu, aproximou de mim e entregou o sorvete, pensei em recusar, mas aceitei, afinal adoro sorvetes. Mas sabia que aquela atitude do japa tinha uma intenção, meu cuzinho apesar de dolorido das roladas do francês, deu uma piscadinha, quando isso acontecia ficava difícil me controlar. O Japonês balbuciou algumas frases, mas como eu não falava japonês e nem ele português ficou difícil para nos entender, mas ao olhar o volume sob sua sunga percebi que conhecia muito bem aquele sinal, meu coração acelerou.
Os outros dois japoneses gesticulavam nos chamando, olhei ao redor e nem percebi que Jean havia saído, eu estava sozinho com aqueles três japoneses tarados. Sai da piscina e me deitei de bruços na cadeira afim de me bronzear, empinei bastante meu bumbum moreno para o deleite dos japas.
Os três japoneses trocaram de lugar e ficaram mais próximo de mim, eles se insinuavam para mim, tocando em seus pênis, aquilo era muito tentador, pensei ao observar seus gestos libidinosos para comigo. O japonês que me fudeu, entregou para mim um papel com o numero do seu quarto e saiu junto com seus amigos.
Fiquei com aquele papel em minha mão por alguns minutos, meu cuzinho não parava de piscar em imaginar a rola daquele japonês dentro de mim novamente, os japas eram bem atraentes, pensei ao lembrar deles, deviam ter no máximo trinta anos.
Não dava para resistir, resolvi dar uma passada no quarto do japa, mas tive que me esconder do meu tio, ainda bem que ele parecia muito atribulado dando ordens para os garçons, aproveitei e segui para o corredor onde ficavam os quartos, com o coração aos pulos  bati na porta.
O japonês abriu a porta e com um brilho nos olhos me puxou para dentro e sem demora colocou sua rola para fora e me fez chupá-lo, e assim fiz com gosto, o japa se contorcia de prazer com a minha boquinha sugando seu pedacinho de carne rosa. Seu dedo cutucava meu cuzinho, senti um pouco incomodado com aquilo, mas resisti com seus avanços.  Gemi ao sentir seu dedo ganhar espaço dentro de mim, ele atolou dois dedos facilmente dentro de mim, e logo em seguida colocou a rola dentro do meu rabinho, ele me levou até a cama e continuou a me penetrar com força, eu apenas gemia ao sentir sua rola entrar e sair dentro de mim.
Alguns minutos depois, sinto ele jorrar seu leite dentro de mim, sua rola pulsava dentro de mim, ficamos abraçados na cama, até que alguém bate na porta, eram os outros dois japoneses, me assustei ao vê-los, mas com gestos eles procuraram me acalmar, mas não tinha remédio melhor do que eles em seguida me deram, três rolas para mim chupar.
Um dos japoneses, o mais novinho se colocou entre minhas nádegas e começou a chupar meu rabinho, aquilo era covardia, adoro uma língua no meu cu, enquanto ele fazia isso, eu chupava as rolas dos outros dois.
Após lambuzar muito meu cuzinho com saliva, o japa mais novinho entrou com tudo dentro do meu rabinho, quase mordi a rola de um dos japas, pois gritei de dor, rapidamente um deles tampou minha boca, abafando meu gemidos, me levaram para a cama, me posicionaram de quatro e com o bunda empinada e se reversaram no meu cuzinho me penetrando com força,  minha sorte era que a rola deles não eram avantajadas como as que eu já havia conhecido, para facilitar mais suas metidas me posicionei melhor para recebê-los.
Os três japoneses me comeram com vigor, os três conversavam animados enquanto me fundiam, eu não entendia nada, mas pela expressão deles eu devia estar agradando.
Depois de quase uma hora de muita rola, deixei os gringos japoneses exaustos no quarto, com as pernas bambas e com o cuzinho cheio de porra, corri para casa.


Continua nos próximos capítulos.



quinta-feira, 20 de julho de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - DANDO PRO MORADOR DE RUA

TEM DIAS QUE O MEU CUZINHO IMPLORA POR ROLA E NÃO DEU PARA RECUSAR A ROLA DO CAFUÇU MORADOR DE RUA BÊBADO. MAS VADIA IMPOSSÍVEL.

terça-feira, 18 de julho de 2017

LULU, O MORENINHO VADIO - ENCARANDO O NEGÃO GOSTOSO

DELICIOSO ESSE SEGURANÇA NOVATO DO MEU CONDOMÍNIO, DEMOROU, MAS CONSEGUI FUDER COM ELE.

terça-feira, 4 de julho de 2017

CONTOS DE LULU (Capítulo 19) O DIA EM QUE LULU FOI EMPALADO PELO O GRINGO FRANCÊS



No conto anterior relatei a minha frustração de não ter encarado a rola monstra do amigo africano do meu primo, que no meio da madrugada foi abusar de mim na minha cama. 
Após me recompor da investida do Tom, voltei para a cama, meu cuzinho ardia feito brasa, não era pra menos, a rola do angolano era muito grossa, quase me rasgou, ainda bem que não deixei ele continuar a me penetrar, apesar disso não podia deixar de esquecer o fato de ter de alguma forma seduzido aquele negro imenso.
Já estava amanhecendo quando sinto meu tio se aconchegando perto de mim e acariciando meu bumbum.
- Saudades dessa bundinha deliciosa! – disse meu tio ao chupar meu cuzinho, eu adorava aquilo e me posicionei para receber aquele carinho.
A língua do meu tio deslizava sobre meu cu e aquilo me arrancava suspiros de prazer, nem a dorzinha incômoda que a rola de Tom me deixou no cu, foi capaz de atrapalhar minha excitação, sinto meu tio me lambuzando com sua pomada mágica, era assim que ele falava ao preparar meu rabinho para recebê-lo, aquela pomada dava um calor em minhas entranhas, me deixando louco de tesão.
Meu tio me fudeu feito louco, estava mesmo com saudade, logo após gozar e encher meu cuzinho de leite, ele cai exausto e adormece ao meu lado. Mais uma vez me encontrava no banheiro fazendo asseio no meu bumbum sujo de esperma, aproveitei e tomei um banho e quando fazia isso Jean entra no banheiro excitado, sua rola estava ereta sob a cueca.
- Desculpa, Luluzinho! – disse ele ao urinar no sanitário – Mas estou muito apertado e o outro banheiro está ocupado.
Nada falei, apenas me enrolei na toalha rapidamente, envergonhado com a presença do francês no banheiro urinando na minha frente, não pude deixar de notar seus pentelhos ruivos, sua rola tinha um bom tamanho, e tinha uma cor estranha entre o rosa e o amarelo, na verdade parecia uma cenoura, nunca tinha visto uma rola daquele jeito, fiquei observando enquanto ele balançava a rola após urinar.
- Não precisa ter vergonha de mim! – disse ele com seu sotaque francês bem evidente – Você é apenas um garotinho ainda, mas vai ficar igualzinho a mim quando crescer....só com pelinhos negros na piroquinha!
Ao dizer isso Jean se desfaz da cueca, entra debaixo do chuveiro e toma  banho, termino de me secar com a toalha, mas percebo que Jean ficou me observando, ele me pede uma toalha antes deu sair do banheiro, pego no armário ao meu lado e entrego a ele e nesse instante escorrego no molhado vindo do Box e pra evitar minha queda, Jean me segura pelas costas, sinto sua rola roçando em mim.
- Cuidado! – disse o francês ao me abraçar – Desculpa...a culpa foi minha, devia ter deixado o Box fechado.
O gringo ainda me segurando, me ergueu nos braços, o safado me posicionou bem colado em sua rola, que naquele momento já exibia uma ereção, o ruivo posicionou sua rola bem na entrada do meu cuzinho e me abraçou, eu podia sentir a pressão do seu pau tentando entrar em mim.
Ouvimos vozes do lado de fora, rapidamente me enrolo na toalha e saio do banheiro, deixando Jean com sua rola apontada para o teto.
Ao sair do banheiro avisto meu tio ainda dormindo na cama, fiquei aliviado, imagine se ele entrasse no banheiro naquela hora. Caio e seus amigos tomam café da manhã na cozinha, ouço Tom e Fred comentando sobre o que havia acontecido ontem, das atitudes de Caio comigo, que havia me deixado assustado e constrangido.
- Puxa! – lamenta Caio – Não lembro de nada....
- Cara, tu quase estuprou o moleque! – lembrou Tom ao sorrir para o amigo - Estava descontrolado....
- Convenhamos....mas seu priminho é um tesão! – disse Fred ao apalpar a rola – Se fosse meu priminho já tinha dado um trato naquela bundinha....
- Sério cara? – perguntou Caio ao ouvir aquele comentário – Não sabia esse seu lado gay!
Fred sorriu com aquele comentário, negando seu lado gay, dizendo que jamais seria um, mas que a minha bundinha era deliciosa não poderia negar.
- Que conversa besta! – reclamou Tom ao ouvir o amigo – Lulu é apenas uma criança inocente....
Percebendo a aproximação de Jean, me junto aos outros na cozinha, todos riam descontraídos.
- Qual a piada? – perguntou Jean ao sentar na mesa.
- Bom dia priminho! – disse Caio ao  me ver – Dormiu bem?
Nada respondi, apenas tomei um copo d’água, ignorando sua presença, resolvi voltar para o quarto, mas Caio me deteve, puxando a toalha que envolvia minha cintura, me deixando pelado na frente dos amigos. Não tive outra reação senão chorar envergonhado, tentei tomar a toalha das mão do meu primo, mas meu esforço era em vão, os gringos sorriam ao me ver pulando ao redor do Caio tentando pegar a toalha.
- O que está acontecendo aqui? – perguntou meu Tio ao se aproximar
Corri para meu tio chorando, estava muito envergonhado por está totalmente pelado na frente de todos. Ciente do que tinha acontecido, meu tio deu uma bronca em Caio por ter me causado tanta vergonha na frente dos seus amigos, mas também não escapei da bronca, que não precisava daquele chororô, ali só tinha homens, que eu não deveria ter vergonha, éramos todos iguais.
Depois desse incidente na manhã, mais uma vez fiquei sozinho em casa, como sempre. Caio e seus amigos saíram, foram a praia, pensei em ir com eles, mas preferi jogar videogame, confesso que era viciado nisso.
- Está sozinho em casa? – perguntou Jean
Me virei assustado, não havia percebido a entrada do francês.
- Sim! – respondi ao continuar jogando. – Cadê os outros....a praia não está boa?
O ruivo respondeu que o sol lhe incomodava, sua pele era muito branca não combinava com o sol, meu primo Caio e os outros ficaram jogando bola na praia.
O cenário para mais um aventura sexual estava começando a se formar, de repente estava ali sozinho com o gringo, que algumas horas atrás havia me espetado com sua rola da cor de cenoura. Meu coração acelerou e com isso uma forte excitação tomou conta do meu corpo.
Jean também parecia excitado, pude perceber pelo o volume da sua sunga, ele nem disfarçava, procurei não olhar para seu volume, mas aquela visão me hipnotizava.
- Você sabe jogar? – perguntei ao desviar o olhar.
- Não! – respondeu Jean ao ajeitar a rola na sunga, ela parecia querer saltar de lá – Você me ensina?
Acenei com a cabeça positivamente, o ruivo sentou ao meu lado, entreguei o controle em suas mãos e fui dando coordenadas, o gringo devia está mentindo para mim, pois ele fazia direitinho tudo o que eu ensinava, ele me pediu para sentar em seu colo segundo ele era melhor daquela maneira dele aprender, me fazendo de inocente, obedeci e me ajeitei sobre seu colo, meu cuzinho piscava, parecia que o ruivo estava sentindo, pois ele movia-se lentamente para cima, seu peito roçava em minhas costa, seu coração batia acelerado.  
Temeroso que alguém entrasse, resolvi sair de cima do seu colo, Jean me deteve, fazendo ainda mais pressão na minha bundinha.
- Não precisa ter medo! – sussurrou ele em meu ouvido. Jean receoso da minha reação, não imaginava que eu já tinha uma vida sexual bem ativa, temia me assustar.
Meu medo não era da rola que estava preste a conhecer e sim de sermos flagrados, naquele momento era o que mais me preocupava. Fui até a porta e tranquei, os olhos azuis do ruivo brilharam com minha atitude e  logo se aproximou me erguendo da mesma maneira que fez no  banheiro, abaixa a sunga fazendo sua pica pular pra fora e me espetar, fica roçando aquela rola em minha bundinha por alguns minutos. Meu shortinho é retirado junto com minha cueca, revelando meu bumbum carnudo. Jean cospe em sua mão e lambuza meu cuzinho com sua saliva e volta a me erguer sobre sua rola, encaixando-o em meu buraquinho,  meu anelzinho de couro engoliu sem resistência aquela rola comprida da cor de cenoura.
Engatado em mim, Jean me leva até a cozinha e me posiciona sobre a mesa e me fode com vontade, eu apenas gemia de dor e prazer, sentia ao fundo aquela rola bater em minhas entranhas juvenil, após uns dez minutos Jean estremece, soltando fartos jatos de gozo dentro de mim.
O francês, me enche de beijos, agradecendo pelo o momento e me fazendo prometer a não contar pra ninguém, mas era claro que manteria aquilo em segredo, pensei ao tomarmos banho depois da foda. O ruivo me fez chupá-lo e desta vez engulo seu leitinho desta vez pela a boca, o gringo ficou alucinado com minha desenvoltura.
Depois do que tinha acontecido, eu e Jean fomos para a piscina da pousada.

Continua nos próximos capítulos.....